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SummaryA thief breaking into a luxury SUV realizes that he has slipped into a sophisticated game of psychological horror.

Locked

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20% Positive
2 Reviews
60% Mixed
6 Reviews
20% Negative
2 Reviews
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  • Negative Reviews
Mar 19, 2025
80
Collider
Locked is a really slick, tightly-spun crime thriller that seems to take a good deal of inspiration from Joel Schumacher's Phone Booth.
Mar 19, 2025
60
Screen Rant
Despite lacking the same polish as many other movies the two leads have been in before, it's still a thrilling rollercoaster that offers plenty of twists and turns, making for a generally interesting addition to both actors' careers.
User score
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4.8
26% Positive
12 Ratings
51% Mixed
24 Ratings
23% Negative
11 Ratings
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Aug 24, 2025
7
alejandro970
Although the plot gives the impression that it has been seen elsewhere, it has just the right amount of suspense to work in the 94 minutes of footage. To assume that it is social criticism would be an exaggeration.
Aug 7, 2025
7
jbabino06
While its theme of criticism towards the modern times can be a bit much, Locked is a quality and unique thriller driven by great performances from both protagonist and antagonist alike.
Mar 19, 2025
60
The Hollywood Reporter
It all plays as artificially as it sounds, but as tautly directed by David Yarovesky (Brightburn), Locked manages to maintain its silly but arresting premise throughout its fortunately brief running time.
Mar 20, 2025
50
The New York Times
The performers hold their ground even if the script simply goes through the motions — the car-as-prison may at first come off like a new jam, and yet you’ve definitely seen it all before.
Mar 20, 2025
50
ReelViews
The seeds of a nice little white-knuckle thriller are evident but they never germinate properly. The end result is profoundly disappointing and can’t be saved by the few individual moments that do work.
Mar 21, 2025
38
RogerEbert.com
Locked starts promisingly, and then almost refuses to really go anywhere, trapped by its own concept and unwillingness to do anything thematically richer than “wealthy people be crazy.”
Mar 18, 2025
12
Slant Magazine
Throughout, the filmmakers’ sympathies are lost in a confusing haze of cynicism.
See All 10 Critic Reviews
Jun 10, 2025
6
Nerdcall
Confinado é o tipo de filme que chama atenção mais por sua combinação inusitada de talentos do que por uma premissa verdadeiramente inovadora. De um lado, temos Anthony Hopkins, lenda viva do cinema, agora em sua fase final de carreira, e que vem se dedicando a papéis menores, mais voltados para participações simbólicas do que protagonismos marcantes. Do outro, Bill Skarsgård, um ator conhecido por sua presença física e atuações intensas, mas que nos últimos anos tem oscilado entre escolhas questionáveis e interpretações genéricas. A junção desses dois nomes pode, à primeira vista, parecer desequilibrada — e, de certo modo, é — mas dentro da proposta modesta e direta do longa, dirigida por David Yarovesky (Brightburn), e com produção de ninguém menos que Sam Raimi, Confinado consegue encontrar um centro de gravidade **** parte da narrativa se desenrola dentro de uma SUV de luxo, projetada como uma espécie de prisão tecnológica. Um espaço restrito, que impõe desafios imediatos de direção e mise-en-scène. Mas é aí que o filme surpreende positivamente: apesar do ambiente fechado, o diretor sabe como utilizar a limitação espacial a favor da tensão e da narrativa. A claustrofobia funciona como motor emocional, e é sustentada quase inteiramente por Skarsgård, que assume o protagonismo absoluto. Hopkins aparece pouco, mas sua presença é sentida através da voz — fria, calculista e inquietante — em longos diálogos que conduzem a tensão psicológica.A trama gira em torno de Eddie Barrish (Skarsgård), que se vê preso dentro da SUV e mantido refém por William (Hopkins), uma figura misteriosa que manipula remotamente o veículo e todos os seus sistemas — desde a temperatura interna até o volume do som. A tensão cresce conforme Eddie precisa lidar com a privação de liberdade, fome, sede e uma série de obstáculos criados por seu algoz invisível. O espectador é convidado a acompanhar essa escalada de desespero em tempo real, num jogo que lembra as melhores partes de thrillers de confinamento, como Enterrado Vivo ou 127 Horas, mas com um toque mais high-tech.O que sustenta a narrativa, no entanto, não é o roteiro em si, mas a dinâmica de desconforto crescente e a curiosidade do espectador em saber como — e se — Eddie vai sair dessa. O texto tenta, em alguns momentos, subir de nível e abordar temas mais profundos como justiça, impunidade e desigualdade social. Cita até pensadores como Dostoiévski e Marx em diálogos pretensamente filosóficos, mas nada disso ganha densidade ou desenvolvimento real. As discussões morais são apenas sugeridas, sem que os personagens ou a própria estrutura da história se comprometam em aprofundá-las. São acenos vazios a um discurso que o filme claramente não está interessado em sustentar.Essa superficialidade temática também compromete qualquer tentativa de criar uma conexão emocional com o público. O roteiro falha em desenvolver relações significativas, e mesmo o passado dos personagens é tratado de forma rasa. Tudo gira em torno da tensão prática e imediata da situação, deixando de lado qualquer aprofundamento psicológico que poderia tornar o drama mais envolvente. O que resta, então, é o espetáculo da sobrevivência: ver como Eddie se adapta, resiste e tenta manter a sanidade enquanto está encurralado.Bill Skarsgård entrega uma atuação sólida, especialmente nos momentos de desgaste físico e emocional. Seu trabalho corporal é preciso, sua angústia é palpável, e ele domina bem a tela mesmo quando não há muito o que dizer. No entanto, sua performance também sofre de um problema recorrente: a sensação de que estamos vendo mais uma variação do “Bill Skarsgård padrão”. Sem a maquiagem que o transformou em Pennywise ou em criaturas de aparência singular como em Nosferatu, sobra um ator competente, mas pouco versátil nos papéis mais “humanos”. Falta surpresa, falta nuance.Já Anthony Hopkins, mesmo com uma participação limitada a voz e uma breve aparição visual no final, mostra o peso que só sua presença pode trazer. Ele imprime um tom ameaçador com pouquíssimos recursos, usando a cadência vocal como principal arma de intimidação. Não é uma atuação que se destaca por tempo de tela, mas pelo impacto que gera — e, nesse contexto, sua escolha para o papel faz sentido, mesmo que pareça **** termos visuais, o filme é eficiente. A fotografia aposta em cores frias, iluminação controlada e ângulos fechados que ampliam a sensação de sufocamento. A montagem é ágil o suficiente para não tornar a experiência monótona, mesmo com a limitação espacial. A trilha sonora contribui mais como elemento de atmosfera do que como destaque próprio, funcionando bem dentro da proposta **** fim, Confinado entrega aquilo a que se propõe: um thriller tenso, claustrofóbico e visualmente eficiente. Diverte, prende a atenção e funciona como entretenimento de gênero, desde que o espectador não espere profundidade emocional. Quando tenta ser mais do que é, o filme tropeça em sua própria ambição rasa.
Jun 2, 2025
6
alanpotter17
A câmera girando em 360º ao prender o nosso protagonista nesse carro até engana o espectador, mas a bem da verdade que o filme vai perdendo o fôlego, e também há certa suspensão da realidade que jogo contra toda a tensão. Ao inserir elementos políticos e morais, o filma até tenta sair da superficialidade, mas é um pouco relapso da forma como é feita, com um didatismo que soa deslocado. É ótimo ver o Hopkins em cena, e vibrei bastante vendo o veterano em cenas de ação, anda que genérico. Um filme que poderia ser muito mais.
Jul 28, 2025
5
TVJerry
Bill Skarsgård plays a down-on-his-luck dad who decides to break into a fancy car. Actually, he didn’t break in because it was unlocked, which is the plan of the car’s owner (Anthony Hopkins)…to punish thieves. The first part of the film is spent with him locked in the car and Hopkins’ constantly threatening voice on the phone. Luckily, Skarsgård is a good actor because it’s all about his reactions for most of the film. Hopkins does eventually show up and his role is the typical closed-off Brit. Until near the end, there’s virtually no tension…just a puzzle to solve, with a few surprises to keep it interesting. Skarsgård’s performance helps make the guessing game stimulating. NOTE: The camera that uses a combination of technology and a breakaway car to get incredible interior movement never seen before.
Jun 6, 2025
3
icotzabb
A film so dull that the interminable opening credits have more excitement than the entire thing. In my defense i was forced into watching the thing. The pennywise guy continues to make baffling career choices. And in the spirit of contemporary film, the guy literally reads off items from a fast food chain menu during the film. As actual dialogue. And throws in several product placements for good measure. Cookies, bottled water, etc.
May 23, 2025
3
royalguy07
Has absolutely no juice to sustain itself throughout its runtime. Bill is doing an alright Pete Davidson imitation. I counted at least 9 production companies in the logo credits and 11 in the credits after that.
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  • north.five.six.
  • The Avenue Entertainment
  • ZQ Entertainment
  • R.U. Robot
  • Arcana Studio
  • A Productions
  • Sillen Productions
  • BondIt Media Capital
  • Exemplary Films Corporation
  • Magic Button Films
  • Blue Rider Pictures
  • Longevity Pictures
  • Boxo Productions
  • Pink Flamingos Films
  • Raimi Productions
Mar 21, 2025
1 h 35 m
R
Thou shalt not steal.
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