BlorHD
User Overview in Games
6.6Avg. User Score
User Score Distribution
positive
36(36%)
mixed
42(42%)
negative
21(21%)
Highest User Score
Lowest User Score
Games Scores
May 6, 2026
Saints Row4
May 6, 2026
A primeira vez que vi esse jogo, achei um escárnio, visualmente ausente de identidade e com uma gameplay digna de demonstrações de asset-flips. Quando comecei a jogar, com exceção da história e personagens ridículos, achei o jogo surpreendentemente sólido, até que, pouco a pouco, fui perdendo essa pouca apreciação e voltando a sentir apatia pelo jogo.A história do jogo consegue ser pior do que se espera de jogos de mundo aberto comerciais, muito por ser tão genérica quanto esses outros jogos, mas também se apoiar na liberdade da falta de sentido da franquia, resultando em uma narrativa desconcertantemente genérica e ausente de qualquer essência. A franquia sempre foi um espaço cujo humor vinha da transgressão absoluta dos personagens, não como aprovação desses comportamentos, mas como objeto de comédia. Nos jogos anteriores, os personagens eram unidos pelas ofensas e por serem pessoas terríveis que se uniam fraternalmente, e, nesse jogo, eles fazem um movimento completamente incoerente com a natureza da franquia. De certa forma, esse movimento me lembra Watch Dogs 2, pois, tratando-se de uma história sobre a criação de um império criminoso, podiam ir pelo caminho de dramatizar a narrativa ou tornar os personagens em caricaturas das pessoas horríveis que são (como nos jogos anteriores da franquia). Porém, em Saints Row de 2022, os personagens são colocados como um grupo de amigos de faculdade que apoiam um ao outro e que têm um senso de moral completamente incompatível com suas escolhas na história, sem dizer que a forma com que isso é feito retira qualquer complexidade dos personagens, tornando-os caricaturas sem personalidade, ao contrário das caricaturas anteriormente utilizadas.Talvez essa patologia dos personagens não fosse tão danosa ao resultado final, mas a narrativa também é direcionada com a mesma irregularidade. A campanha usa das mesmas desculpas de tantos outros jogos do gênero, transformando tarefas do mundo em missões da história e, os eventos de fato relevantes, mudam de foco e alteram à medida que os eventos acontecem, desconectando-se da linha narrativa e resultando em um conjunto de eventos conectados pela série de missões. A história, se é que posso chamar assim, parte do grupo morando de aluguel ao império criminoso sem qualquer implicação narrativa intermediária, além de finalizar como um musical que parece uma ofensa a quem se propôs a **** termos estruturais, o jogo se sustenta enquanto experiência genérica, ou seja, uma variedade razoável de atividades, mas a mesma dinâmica repetitiva de outros jogos de mundo aberto. Algumas atividades são herdadas de jogos da franquia e outras criadas aqui, mas minha saturação com mundos abertos fez toda essa jornada de completar o mundo uma tarefa cansativa e nada recompensadora.Estou cansado dessa estrutura fabril de se produzir jogos, em que o mundo aberto é um conjunto de check-lists e o conteúdo do jogo é medido em horas. Fico especialmente irritado com esse jogo por reduzir a franquia, que francamente nunca foi algo maravilhoso ou excepcional, mas que tinha personalidade, à mediana mais representativa do esvaziamento criativo da indústria.
PC
Mar 14, 2026
Agents of Mayhem6
Mar 14, 2026
Um exemplo de como a dependência de uma franquia por um estúdio pode levar à ruína de seus projetos. A franquia Saints Row estava saturada àquele ponto, com Saints Row Gat Out of Hell coroando a repetição, então, entendo e apoio a ideia de tentar algo novo, mas, infelizmente, não foi isso que a Volition fez, ao menos não totalmente.Agents of Mayhem não é um jogo ruim e definitivamente não é Saints Row. A estrutura do jogo é algo novo, focado muito mais na jogabilidade de seus personagens e uma gameplay cíclica do que na estrutura convencional de mundo aberto com atividades. Inclusive, esse é seu melhor ponto, os personagens e a variedade que eles proporcionam, até mesmo para atividades e missões objetivamente repetitivas. Por esse motivo, acho realmente triste a dependência que a empresa teve com sua principal franquia, chegando ao ponto de vincular esse jogo que, como disse, é totalmente diferente, a Saints Row. O uso da cor roxa, o símbolo da flor de lis, personagens da outra franquia e até uma direta amarração de universos evidenciam o quanto os desenvolvedores ficaram com medo da rejeição. O grande problema disso é que o efeito foi o oposto. Jogadores de Saints Row perderam o interesse por um spinoff e essas ligações com a outra franquia levaram à falta de personalidade do jogo, afastando até mesmo novos jogadores.O jogo tem bons personagens com jogabilidades radicalmente distintas, proporcionando bastante variedade para um ciclo repetitivo. As missões giram em torno de dungeons modulares e sempre iguais, muito similar a looter shooters tradicionais. Existem lutas com chefões e algumas missões diferentes, mas nada excepcionalmente inovador.Há uma clara crise de identidade, seja pelas ligações com Saints Row ou na maneira com que esse jogo foi vendido. O mundo aberto desse jogo é desnecessário, já que as missões são obtidas no Ark e nenhuma atividade relevante ocorre nesse mundo nada **** muita coisa para falar sobre esse jogo, mas para não me estender, acho Agents of Mayhem um jogo razoável que se apoia demais em Saints Row e acaba sem personalidade no processo.
PC
Feb 19, 2026
AdVenture Capitalist2
Feb 19, 2026
Não entendo bem o porquê de esse jogo ser tão facilmente reconhecido entre os clickers, já que é a forma mais genérica do gênero. Um bom clicker deve preencher as lacunas da repetição com sistemas de progressão variados e diferentes atividades, de forma a evitar o cansaço pela repetição. AdVenture Capitalist é o oposto disso, sendo um jogo de números, onde tudo o que é desbloqueado é um multiplicador de ganhos, sem minigames ou progressão mais complexa.O fato de o jogo ser de graça contribui para o desastre, junto à estrutura falha do sistema, já que a progressão é **** propositalmente para provocar a compra de barras de ouro para acelerar o ganho de dinheiro. Obviamente, não esperei uma eternidade para fazer todas as conquistas do jogo, então joguei apenas até o ponto da exaustão e dei um jeito de acelerar as coisas.AdVenture Capitalist é o exemplo perfeito de como o subgênero pode ser raso, sustentado puramente em uma progressão numérica que rapidamente perde o sentido.
PC
Feb 9, 2026
We Were Here Forever9
Feb 9, 2026
De todos os jogos da franquia, este é o mais longo, complexo e completo. A ideia é exatamente a mesma, explorar o castelo do rei amaldiçoado à procura de seus amigos e da saída. Dessa vez, iniciamos em celas de prisão e percorremos distâncias bem maiores, aumentando muito a variedade dos ambientes e, consequentemente, a variedade dos puzzles.A história do jogo mantém o ar lovecraftiano, mas revela um pouco mais sobre a origem do bobo da corte e do rei, expandindo o que se sabia e entregando uma espécie de fechamento para a narrativa.A gameplay continua nos mesmos moldes, mas os puzzles ficaram mais sofisticados e se aproveitaram bastante dos novos ambientes. Existem quebra-cabeças de todas as formas, envolvendo comunicação à distância, interação direta, puzzles em que os dois jogadores ocupam o mesmo ambiente, puzzles que utilizam o som e até puzzles com limite de **** maneira geral, vejo We Were Here Forever como a experiência definitiva da franquia e um excelente jogo cooperativo. Fica clara a evolução a cada jogo quanto à apresentação, elaboração e complexidade dos puzzles e à robustez do jogo.
PC
Jan 11, 2026
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 48
Jan 11, 2026
Assim como o terceiro jogo da franquia, este também teve que se sustentar sobre uma história original ruim e ao mesmo tempo promover mudanças que o diferenciassem dos jogos anteriores. Storm 4 é a finalização da história de Naruto, contando da revelação do rosto de Obito até o fim da quarta guerra ninja, com a derrota de Kaguya e luta final de Naruto e Sasuke. Mecanicamente, este é o jogo mais completo de todos, com um ritmo de jogabilidade aprimorado e todos os avanços dos outros jogos combinados em um.Como a fórmula dos jogos anteriores de utilizar um "mundo aberto" cheio de atividades secundárias irrelevantes como meio para o avanço da história já havia se desgastado, Storm 4 se viu obrigado a organizar a história de maneira mais convencional, por meio da seleção de missões de maneira linear pelo menu. Considerando o quanto eu estava cansado da mesma estrutura repetida por tantos jogos, gostei dessa mudança, ainda que não acredite que seja a ideal.Portanto, a história é contada de maneira bem linear, com algumas ramificações. Logo no início e em momentos-chave da narrativa, há grandes combates com um claro investimento e impressionante resultado, com grandes cutscenes e sequências que aprimoram o material original. Entretanto, no restante da história, a narrativa é contada por frames estáticos do anime, o que é bem decepcionante considerando que este deveria ser o ápice da franquia e o jogo definitivo de **** termos de jogabilidade, esse jogo é fantástico. Todos os elementos adicionados nos outros jogos são trazidos aqui e equilibrados no que é, para mim, o combate mais satisfatório da franquia. O elenco de personagens contém o que acredito ser todos os personagens dos jogos anteriores, incluindo adições desse jogo. Os personagens originais de Storm 4 estão entre os melhores da franquia, com arsenais de habilidades entre os mais impressionantes.Além do modo história, há o modo aventura, que resgata a exploração do "mundo aberto" e faz a mesma coisa que já havia desgastado a franquia há tantos jogos. Esse modo é dividido entre três histórias, uma de Naruto, outra de Shikamaru e uma última de Gaara, sendo todas um conjunto de diálogos irrelevantes que só inflam esse modo que não deveria existir.A DLC do Boruto é uma mistura do modo história e do modo aventura, tendo as mesmas missões secundárias do modo aventura e uma história linear sobre os eventos do filme de Boruto. Como a história de Boruto é originalmente ruim, essa DLC não faz nada muito melhor, adicionando alguns personagens novos e contando a história do filme bem resumidamente.O que senti ao jogar toda essa franquia foi que, tirando o primeiro, que é só uma introdução à base do jogo, sem uma história de fato, a partir do segundo, todos os jogos de Storm sofreram muito para evoluir estruturalmente dentro da franquia. Claro que não estou falando das mecânicas de luta, que sempre evoluíram e desde o princípio eram ótimas e revolucionárias, mas sim de como a história é contada. Parte do que fez essa franquia famosa foram as cutscenes cinematográficas, como uma outra forma de experienciar a história e não apenas uma referência ao anime. Acho que o real problema foi a dificuldade em encontrar um meio para contar a história, seja pela fórmula de exploração do mundo aberto ou uma abordagem mais linear. Por um lado, temos a abordagem da exploração do mundo, que amarrava as lutas mais organicamente na história, mas que também se desgastou pelo excesso de conteúdo irrelevante e inflado. Por outro lado, temos essa abordagem mais linear de Storm 1 e Storm 4, que deixaram a história mais dinâmica, mas também reduziram parte da imersão de jogos como Storm 2.Dito isso, acredito que, dentro do que o material original possibilitou, Storm 4 fez um ótimo trabalho em adaptar a parcela faltante da história de Naruto. Tenho ressalvas sobre o uso de frames estáticos para contar a história e novamente alguns problemas com os conteúdos secundários do jogo, mas, considerando o núcleo de gameplay e esse jogo enquanto adaptação, é uma digna finalização da franquia.
PC
Dec 30, 2025
We Were Here Together8
Dec 30, 2025
We Were Here Together é mais um passo na direção certa. Dessa vez, com duração maior, apresentação muito melhor e puzzles mais integrados entre os jogadores, esse jogo elabora sobre os rascunhos dos primeiros jogos e se apresenta como a intenção inicial dos criadores desde o primeiro jogo.Já começamos com uma cutscene narrada que adiciona mais camadas à história do jogo sem perder o aspecto misterioso da franquia. Os puzzles foram tematizados para essa história e funcionam perfeitamente bem como atmosfera lovecraftiana, que me lembrou bastante Amnesia em alguns sentidos. A história também adiciona ingredientes de terror e fantasia que incrementam a motivação da gameplay.Quanto aos puzzles, a grande maioria flui muito bem, sendo desafiadores a princípio, mas possíveis de resolver com comunicação entre os jogadores. A dinâmica do cooperativo mudou bastante, o que esmaeceu a diferença entre as funções. Isso é especialmente reforçado pelos vários encontros com o outro jogador durante o jogo e uma maior movimentação de ambas as partes, passando de áreas externas às salas do castelo.A experiência dos dois jogos iniciais da franquia foi muito boa, mas sempre com uma sensação de promessa ao contrário de surpresa. Foi apenas nesse terceiro jogo que me senti realizado com o que esperava e surpreso com o que joguei.
PC
Dec 28, 2025
Saints Row: Gat Out of Hell7
Dec 28, 2025
Como esse jogo é mais uma DLC standalone que de fato um jogo próprio, a grande maioria dos problemas e méritos de Saints Row IV também valem para esse. Com o destino da terra no jogo anterior, ficava difícil caminhar para qualquer lugar em uma sequência, mas, considerando o tipo de humor desde The Third, ir para o inferno não foi uma escolha ruim.Basicamente, as mecânicas de gameplay da simulação de SR4 foram transferidas para os poderes infernais de SRGOOH, com algumas melhorias. O grande diferencial é o voo, que muda bastante a relação do jogador com o mundo aberto e deixa a jogabilidade bem mais refinada.O jogo funciona totalmente a partir do mundo aberto, sem missões como os jogos anteriores. A história, portanto, é contada por narrações e eventuais cutscenes, mas sempre entre atividades do mundo, o que, por um lado, fortalece a fluidez da gameplay e, por outro, intensifica a sensação de que esse jogo é mais uma DLC de SR4. As atividades do mundo e desafios continuam sólidos como no quarto e, em geral, esse jogo continua sendo bem divertido.O que é engraçado é que, mesmo com todas as semelhanças com SR4, esse jogo consegue transmitir um sentimento surpreendentemente diferente. O ambiente, inimigos, armas e poderes conseguem distanciar bastante do jogo base, o que evita em partes o desgaste da repetição.Resumidamente, Saints Row Gat Out of Hell é um anexo alternativo de SR4, herdando seus problemas, mas também sua diversão. É uma experiência curta e mais um reforço do desgaste temático da franquia, mas, ainda assim, um jogo bem divertido.
PC
Dec 24, 2025
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution6
Dec 24, 2025
Esse é mais um jogo intermediário entre lançamentos principais da franquia e, ainda que não seja tão vazio em conteúdo como Generations e tente criar uma estrutura própria, também recai em estratégias irritantes para inflar o jogo e disfarçar pouco conteúdo. Basicamente, o jogo é estruturado sobre um novo sistema de lutas de quatro jogadores simultâneos, onde o objetivo é ter mais esferas que todos. Esse novo modo é justificado por um torneio mundial que busca encontrar o ninja mais forte de todos e acontece em uma ilha que serve de lobby para esses torneios.Esse novo modo funciona como um "cada um por si" e infelizmente sofre bastante com o balanceamento, já que não tive problema nenhum com os torneios, pois a bagunça de 4 pessoas batalhando juntas possibilita várias formas de se aproveitar de outras mecânicas, como spamar jutsus. Em termos de mecânica, tirando esse novo modo de jogo, que não será usado em jogos posteriores, há algumas alterações interessantes, como um sistema de esquivas, contra-ataque, jutsus em conjunto com seus companheiros e mais opções para diferentes estilos de jogadores.O modo principal de torneio já mostra a repetição intrínseca ao jogo, onde é necessário repetir o torneio 6 vezes para completar a campanha, com a única diferença sendo o aumento de dificuldade e algumas poucas alterações nos combates. Consigo ver esse modo funcionar se mais mecânicas de progressão fossem incluídas na ilha, como formas de treinar o personagem em sistemas de RPG, mas a ausência total desses sistemas faz com que todos os 6 torneios sejam repetições que não agregam muito ao jogo.Há mais dois modos principais de jogo, uma pequena campanha inspirada no episódio filler do Naruto-Mecha e o modo Ninjas Escapades, que conta algumas histórias específicas com cenas exclusivas. O modo do Naruto-Mecha conta uma história tão superficial quanto os fillers do anime e, ainda que seja possível ver algum esforço sendo posto nesse modo, não é o tipo de coisa que vai tornar memorável um jogo como este. Já o modo Ninja Escapades poderia ter se tornado um modo melhor que os outros dois se não fosse por sua pequena duração. Basicamente, são três curtas histórias: uma que acompanha a criação da Akatsuki, com o recrutamento de diversos membros, outra que mostra mais sobre o período de Itachi e Shisui e uma última sobre a relação de Kushina e Obito. Entre as cenas animadas há alguns combates (tirando a última história que não tem nenhum), mas tudo funciona mais como episódios extras. Tranquilamente, eu vejo esse modo se tornando a principal campanha do jogo se mais investimento fosse posto nas histórias e combates, contando histórias extras que não foram mostradas no anime, mas que sempre acendem curiosidade nos fãs.Inicialmente, eu iria finalizar o jogo 100%, mas quando comecei os trabalhos (um tipo de missão secundária), percebi logo de cara o quão inflado esse jogo é. Não acho que seja tão irrelevante quanto Generations, já que ao menos tentaram criar algo de diferente nesse jogo, mas o vejo como mais um desperdício de oportunidade.A base dos jogos Storm está aqui, o que, por um lado, é ótimo, mas que também reforça a repetição com que a franquia se apoia. Há uma clara crise de personalidade com o jogo, que não sabe se é um jogo de torneio, um modo história de um filler ou uma coletânea de episódios não lançados, como um conjunto bagunçado de ideias descartadas.
PC
Dec 24, 2025
We Were Here Too7
Dec 24, 2025
We Were Here Too já é uma melhora significativa do jogo anterior. Com um visual mais refinado e puzzles mais interessantes e variados.Diferente do primeiro, onde uma das funções funcionava bem mais como um consultor e, portanto, era mais chata de seguir, aqui as duas se movimentam pelas salas e exploram o castelo. Há também mais de um final possível que incentiva uma nova **** maneira geral, o jogo ainda é curto demais para entregar uma experiência de puzzle completa, mas já é um passo na direção certa.
PC
Dec 6, 2025
Saints Row IV: Re-Elected7
Dec 6, 2025
Jogar este jogo após ter terminado todos os anteriores me fez ter uma nova perspectiva sobre a franquia e como tudo isso chegou aqui. Saints Row IV é um avanço temático ainda mais extremo que The Third, dessa vez com o protagonista como presidente dos EUA, uma invasão alienígena e prisão dos protagonistas em uma simulação. O absurdo só aumentou, mas de alguma forma, partindo dessa premissa absurda, o quarto jogo é bem mais consistente tematicamente que o terceiro, seguindo um mesmo tom durante toda sua duração.A gameplay mudou completamente e, dentre todos os jogos da franquia, é certamente a mais diferente. Basicamente, ao contrário de uma gameplay terrestre focada em veículos e tiro em terceira pessoa, este jogo é bem mais um jogo de super-herói, com poderes de supervelocidade, superpulo, magias, telequinese e superforça, o que altera por completo a dinâmica já conhecida. Estruturalmente, não mudou muito do anterior, apresentando atividades bem similares, mas com a inclusão dos poderes, e tendo um foco bem maior na parte sandbox desses jogos do que na história propriamente dita. Com isso, ao contrário de vincular a progressão à história e limitá-la pela conclusão de atividades, aqui a história serve apenas como avanço narrativo, sendo quase que separada da parte sandbox que citei.A narrativa parte dessa proposta bem absurda e segue com um humor bem pastelão, assim como o terceiro, mas, como citei, acredito que neste jogo o humor seja mais adequado ao absurdo da história, tornando as palhaçadas da história em algo mais prazeroso que forçado. Dito isso, o final da história, passando do mid-game, sofre do mesmo problema de tom do terceiro jogo, uma conclusão que investe ainda mais na palhaçada e falta de seriedade e deixa de trazer um final marcante.Saints Row IV disputa com o terceiro para ser meu favorito, pois acho ele muito mais divertido e até consistente que o primeiro, mas também acho que seja mais desajeitado na integração entre narrativa e jogabilidade. Fechando essa quadrilogia, com exceção de Gat Out of Hell, percebi que Saints Row é aquele jogo confortável para revisitar de vez em quando, divertido e bem-humorado, ainda que não seja super marcante.
PC
Oct 26, 2025
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 Full Burst8
Oct 26, 2025
Naruto Ultimate Ninja Storm 3 foi obrigado a mudar sua estrutura por conta da adaptação dessa parcela da história. No jogo, partimos de onde paramos no segundo, no fim do ataque do Pain e início da reunião dos cinco Kages, e seguimos até a ressurreição de Madara e "revelação" do rosto de Tobi. A história, no entanto, toma várias liberdades criativas e altera bastante do final, de forma a dar um final a este jogo e não deixá-lo em um cliffhanger. Terminei tudo que pude do jogo e fiz todas as conquistas, mas tive um único bug que me impediu de alcançar os 100%, onde a missão Battle Champion não forneceu o torneio de Konoha.A estrutura do jogo mudou bastante por conta da história, pois, partindo do arco da reunião dos cinco Kages, a história não volta à Konoha para descansos. Por isso, ao contrário do segundo jogo, neste, a história é contada com bem mais cinemáticas entre as lutas, substituindo a exploração do mundo. Essa alteração é bem adequada à história e valorizou o que Storm tem de melhor, lutas épicas e um forte foco no visual. Assim como no segundo jogo, Storm 3 potencializa diversos momentos, ainda mais considerando a baixa qualidade que a animação do anime tinha nesse período.O pós-jogo é um ponto baixo em comparação ao restante, pois, como a história foi adequada a uma apresentação mais cinematográfica, a exploração do mundo e as diversas atividades pareceram inclusões desnecessárias ao jogo, mais parecendo um esforço de conexão ao segundo jogo, mas sem justificativa ou adaptação. Além disso, as atividades seguem a mesma estrutura das do jogo anterior, tendo algumas praticamente idênticas, tornando atividades divertidas (no segundo) em repetições cansativas.A jogabilidade pega o que tinha de melhor em Generations e melhora ainda mais, aumentando a dinamicidade do combate e equilibrando o festival de substituições. Em relação aos sistemas, tudo permanece sem grandes alterações, com exceção de algumas mudanças nos sistemas de itens que não me pareceram relevantes o suficiente para melhorarem ou piorarem a experiência. Em algumas fases, houve a inclusão de combates contra vários inimigos, que funcionam impressionantemente bem e trazem uma variedade interessante ao jogo.A história do jogo faz o que pode com um material original em decadência. Não sou fã dessa fase do anime, ainda que goste de partes importantes, mas confesso que, considerando o anime, o jogo fez um ótimo trabalho de adaptação e aprimorou em muito diversos combates e momentos marcantes. O elenco de personagens une a maioria dos jogos anteriores e inclui novos personagens bem interessantes.O terceiro jogo da franquia é uma evolução técnica dos predecessores, mas infelizmente não pode competir com a qualidade da história do segundo jogo. Vinculado a arcos do anime com uma dinâmica bem diferente, o jogo foi obrigado a se adequar e escolheu o formato cinematográfico, o que melhorou a apresentação da história e deu mais foco para os momentos e lutas. Porém, ainda que o modo história seja algo a se celebrar, o pós-jogo e atividades secundárias não tiveram metade da atenção, repetindo tudo de jogos anteriores. Dito isso, ainda que o novo formato tenha melhorado minha experiência com a história, não creio que este seja um jogo melhor que o segundo, que tinha um equilíbrio bem melhor entre seus aspectos e utilizava do formato de jogo para contar a história. Vejo esse jogo quase como uma versão do anime interativa e não um jogo inteiramente como o segundo.
PC
Oct 3, 2025
Saints Row: The Third8
Oct 3, 2025
Esse foi o jogo que me fez conhecer e me tornar fã da franquia. Revisitá-lo após ter jogado os dois primeiros jogos da franquia me fez ter novas impressões, algumas que reforçaram meu carinho e outras sobre pontos de controvérsia. Saints Row The Third foi uma verdadeira aposta, deixando o humor controlado e a história mundana dos jogos anteriores e adotando visual e tom muito mais estilizados, humor de paródia e história totalmente sem limites.A estrutura do jogo sofreu alterações que a deixaram bem mais orgânica. Agora, as missões principais não requerem a realização de conteúdo secundário, já que, com a inclusão de sistemas de upgrades e desbloqueio de vantagens, a realização das missões secundárias se tornou um investimento ao contrário de um trabalho para continuar a história. Além disso, as atividades foram mais uma vez reduzidas em repetição, agora sendo 6 localidades de 1 nível por atividade, ao contrário das 2 localidades com 6 níveis do segundo jogo ou das 3 localidades com 8 níveis do primeiro. O dinheiro obtido nas missões e atividades pode ser usado para comprar imóveis e aumentar seu ganho AFK, melhorar suas armas, customizar carros ou desbloquear upgrades. Com todas essas mudanças, SR3 representa uma melhora ainda maior que o segundo, tornando o ciclo de gameplay muito mais suave e orgânico.Como já é de costume, os personagens novos são ótimos. É uma pena a ausência de Gat depois do início do jogo, mas logo a gente se acostuma com o novo elenco e aprende a gostar das novas dinâmicas. Em relação ao ponto de maior controvérsia, gosto da mudança de tom. Creio que a estilização e o afastamento da realidade permitiram uma liberdade muito maior para as missões e para a história em si, já que The Third tem as melhores e mais memoráveis missões dos três jogos. Por outro lado, ainda que eu reforce meu elogio à primeira metade do jogo, há um momento em que os desenvolvedores perdem a mão na maluquice, quando conceitos começam a ser apresentados sem muito propósito, nem mesmo humorístico. Nessa segunda metade temos a aparição de um super exército futurista, zumbis, realidade virtual e outras coisas do tipo, mas, diferente da primeira parte, onde também há maluquices do tipo, essas começam a saturar à medida que são sucedidas exaustivamente. O final, ou melhor, os finais, são uma evidência desse desgaste da metade para frente, pois ambos sofrem de falta de impacto e seriedade. Um deles, e o que eu considero como principal, repete os mesmos exageros e acaba com uma grande piada que reduz a jornada, já o outro, até tem traços mais sombrios, mas retorna rapidamente a exageros e megalomania. Dito isso, creio que o final deveria ter sido reservado para traçar um caminho para a franquia e no mínimo trazer um pouco mais de seriedade aos personagens de que tanto gostamos.Consigo entender quem não gostou do novo caminho adotado e prefere os dois jogos originais, mas penso que é em The Third que Saints Row realmente se diferenciou dentre os demais. Resumidamente, acho Saints Row The Third um jogo divertidíssimo e muito estiloso, que estampou a franquia em definitivo na história e que continua com o espírito dos jogos anteriores, ainda que pareça muito diferente.
PC
Sep 24, 2025
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Generations5
Sep 24, 2025
Generations é um jogo lançado entre jogos principais para evitar o hiato, mas, com muito pouco a oferecer, pareceu desnecessário. Basicamente, a grande justificativa para a existência desse jogo é a união do elenco de personagens dos dois jogos anteriores, ou seja, as duas gerações de Naruto. Este era o jogo da franquia que eu mais estava ansioso para jogar, pois na minha infância foi o que mais joguei e que mais guardava em minha memória. Porém, ainda que eu veja pontos positivos, fiquei muito decepcionado.Diferente de ambos os jogos anteriores, este não tem um mundo para além das lutas, já que é organizado e suportado totalmente pelo modo "Free Battle", até mesmo na história. Minha decepção começou já no modo história, dividido em 11 histórias de determinados personagens, em que a história é contada em uma sequência de lutas (4 a 10) intercaladas por apresentações de frames estáticos do anime e narração. Para ser justo, no início e final de cada história, há uma curta animação original feita para o jogo, mas o restante é excessivamente resumido e com uma apresentação preguiçosa. Uma prova da superficialidade dessas 11 histórias é a média de 6 horas que demora para completá-las, além de que 11 histórias com essa qualidade não são nem de perto suficientes para 72 personagens jogáveis. Como eu disse, tudo no jogo é sustentado pelo modo Free Battle, o que significa que todas as lutas da história funcionam como um combate normal, ou seja, nenhum combate tem variações como lutas de chefão, quick time events ou variações do tipo.Quanto à jogabilidade de luta, a grande mudança é a apresentação da barra de substituição, que substitui o sistema anterior por um limite de 4 substituições com cooldown, o que, por um lado, retirou a dificuldade de se livrar de um combo e, por outro, aumentou a dinamicidade e velocidade do combate, acrescentando uma camada de estratégia.Como o jogo não poderia ser apenas um modo história de 6 horas, foram adicionados mais dois principais modos: Sobrevivência e Torneio. Esses dois modos somam à experiência e tornam experimentar os personagens que não controlamos no modo história mais orgânico. O modo sobrevivência consiste em uma série de combates em vários níveis, em que sua vida é transferida de luta em luta. Já o modo torneio funciona mais tradicionalmente, com um chaveamento simples e combates até um vencedor. O modo torneio é bem divertido de se completar e não chegou a ser frustrante, mas o modo sobrevivência, por outro lado, foi um inferno de concluir. Basicamente, ao todo são mais ou menos 40 níveis e cada nível tem uma sequência de 2 a 12 combates, o que resultou em quase 400 vitórias para completá-lo, algo desproporcional com o restante do jogo e claramente pensado para **** três coisas que o diferenciam dos anteriores são os modos novos, a barra de substituição e a junção dos elencos, características que, se já não deveriam estar em Storm 2, tranquilamente poderiam esperar um terceiro jogo. Com isso em mente, mesmo com todo o carinho que tinha em minha memória, Generations foi uma completa decepção e um jogo que julgo completamente desnecessário.
Xbox 360
Sep 10, 2025
Saints Row 27
Sep 10, 2025
Saints Row 2 parte da base construída no primeiro jogo, expande todos os aspectos e ajusta problemas, resultando em um jogo muito mais robusto e traçando um caminho mais claro sobre a identidade de Saints Row. Joguei na Steam e precisei utilizar um MOD (SR2 Juiced) para tornar o jogo funcional, já que o port para PC é totalmente quebrado, apresentando taxas de quadros inconstantes, bugs, crash e outros problemas estruturais. Utilizando o MOD citado, além da correção dos bugs e remoção de 90% dos crashs, há quase que uma remasterização, com possibilidade para maiores resoluções e texturas mais detalhadas.Enquanto mundo aberto, Saints Row 2 incorporou mais coisas, como motos, barcos, aviões e helicópteros, que adicionam uma nova dimensão à exploração do mundo, e ajustou a inteligência artificial dos carros e NPCs de modo que explorar StillWater deixou de ser frustrante e passou a ser divertido. Além disso, mesmo ambos os jogos sendo da mesma geração de consoles, há um notável avanço técnico geral do jogo, com física melhorada, mais objetos destrutíveis, mais detalhes e sistemas mais complexos. O sistema monetário também foi ajustado, sendo possível utilizar o dinheiro para mais finalidades, como investir em lojas, comprar e melhorar esconderijos e comprar armamento.A história do jogo segue bem humorada, mas apresenta momentos mais intensos e pesados, colaborando para uma narrativa mais envolvente. Os personagens são bons, mas confesso que os vilões e suas gangues não são tão marcantes ou carismáticos quanto os do jogo anterior. Há também novos personagens coadjuvantes, seguindo o esquema de divisão de personagem por gangue. Suportadas pela boa história, as missões expandiram muito em escopo e ambição, tendo uma variedade muito maior e incluindo as novas adições do jogo para diversificar os eventos da história.A progressão continua com o sistema que força a realização de atividades secundárias para avançar nas missões principais, mas requer menos envolvimento com conteúdo secundário, tornando o jogo bem mais dinâmico. As atividades secundárias permanecem separadas em colecionáveis e atividades, mas, diferentemente do primeiro jogo, onde cada atividade tinha 3 localidades com 8 níveis cada localidade, em Saints Row 2 cada atividade tem 2 localidades e 6 níveis cada, sendo bem mais prazeroso e menos maçante de completá-las.Saints Row 2 amplia o jogo anterior, trazendo mais profundidade de gameplay e ajustando a maioria dos problemas estruturais de seu antecessor. É um jogo divertido com uma boa história e jogabilidade satisfatória.
PC
Aug 23, 2025
Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 29
Aug 23, 2025
Quando joguei o primeiro jogo da franquia, valorizei muito a inovação na jogabilidade de luta, mas também encontrei vários problemas estruturais, como jogo e adaptação. Em Naruto Ultimate Ninja Storm 2 tudo é diferente, pois me apaixonei por essa entrada na franquia. Terminei tudo que poderia fazer no jogo, com exceção de troféus do multiplayer, um troféu de jogar 30 horas, que julguei desnecessário, os títulos, que não tive paciência de pegar todos (fiquei com 64%) e um troféu bugado de coletar todas as histórias.A história é uma adaptação da melhor parte do anime, do início do Shippuden até o fim do arco do Pain. Adoro os arcos nesse período da história, mas não sou muito fã especialmente do ataque de Pain, o que não vem ao caso aqui, mas que, no formato de jogo, pude apreciar muito mais que no anime. A narrativa é contada resumidamente, focando nas principais lutas e acontecimentos e adaptando algumas inconsistências que esse resumo causou. Gostei muito do ritmo do jogo, é dinâmico e valoriza os jogadores que já conhecem a história. Em alguns momentos, entretanto, senti que parte do peso emocional foi perdido na adaptação, especialmente na luta de Sasori e na luta de Deidara vs Sasuke, o que não pode ser dito do restante das lutas e eventos, que, se não mantiveram o impacto, o potencializaram, como citei sobre o Pain.Quanto ao jogo, ele tem elementos de RPG paralelos a uma história bem linear. Basicamente, somos levados pela história do jogo sem muito controle ou escolhas, com personagens definidos para cada luta. Não me incomodo nem um pouco com essa linearidade e até gosto dela, visto que o fluxo nunca para. Terminando o jogo e mergulhando nas missões secundárias e demais elementos de RPG, encontrei ainda mais coisas das quais gostei. Antes de mais nada, tenho que dizer que adorei a escolha de substituir o mundo aberto vazio do primeiro jogo por cenários fixos, penso que isso valorizou muito mais o universo sem se perder no escopo e proposta do jogo. Com isso, me diverti bastante, indo de canto a canto do mapa, coletando coisas e concluindo as muitas missões secundárias. Outros sistemas que vale a pena citar são: o sistema de relacionamento, que é bem básico, mas bem divertido e recompensador, e as lojas das vilas, que populam o mundo com mais interações e servem como principal elemento de RPG efetivamente, quero dizer, com real impacto no núcleo de gameplay.Naruto Ultimate Ninja Storm 2 é uma adaptação maravilhosa e um jogo com ritmo e conteúdo muito bem ajustados. Obviamente, parte do amor é resquício do amor pelo anime, mas reforço o quão bom esse jogo é e o quanto ele significa para jogos do gênero.
PC
Aug 5, 2025
Saints Row (2006)6
Aug 5, 2025
Conheci a franquia há muito tempo através do The Third e do IV, sempre tive curiosidade de saber o quão parecido eram os jogos anteriores, então comprei o primeiro para Xbox 360. Saints Row nasceu de uma época com uma demanda gigantesca de jogos como GTA, mas diferente de muitos, conseguiu se diferenciar o suficiente para se tornar uma franquia. Saints Row não teve vergonha de se inspirar em San Andreas, a base de gameplay é quase a mesma, da maneira com que o personagem se movimenta a detalhes estéticos. Felizmente, a equipe de desenvolvedores usou essa base para criar algo autoral.Até onde pude constatar, Saints Row era um projeto para o PS2, migrado às pressas para o Xbox 360, resultando em vários problemas de desempenho. Durante minha jogatina, na maior parte do tempo, joguei entre 15 e 25 FPS, com uma inconstância notável e bem incômoda, ainda que não tenha tornado o jogo injogável.A estrutura de gameplay de Saints Row é um pouco simplória, como venho me incomodando com tantos outros jogos. Para a progressão da história, o jogador deve fazer atividades do mundo para conseguir respeito e desbloquear novas missões. É claro que esse tipo de estrutura não era um crime na época como é hoje, mas, de qualquer forma, vale a citação. A história é dividida em três frentes, uma para cada gangue de StillWater: Los Carnales, Vice Kings e Westside Rollers. Cada uma das histórias é acompanhada de um coadjuvante. O grande acerto do jogo está nos personagens, dos coadjuvantes aos vilões, todos com muita personalidade e carisma. Hoje em dia, quando pensam em Saints Row, a principal característica que vem à mente é a comédia. Na primeira entrada da franquia, não foi diferente. Com um humor mais moderado que suas sequências, mas com o tom certo, Saints Row tem ótimos diálogos e momentos realmente engraçados.O principal problema do jogo reside na base de gameplay, principalmente quanto aos carros. A inteligência artificial dos NPCs é bem ruim, o que se agrava ainda mais quando se fala dos carros controlados por NPCs que na maior parte do tempo atrapalham mais do que ajudam. Esse problema se agrava mais quando jogamos as diversas atividades do mundo, que em alguns casos envolvem carros e sempre acabam sendo frustrantes à medida que os NPCs policiais ou inimigos jogam seus carros no seu até explodir. Parte da minha decepção com o jogo se deve a essa dificuldade artificial que o jogo depende, não nas missões principais, que, com exceção de uma dos Carnales, todas foram tranquilas, mas nas atividades do mundo que são muito mais prejudicadas por esses **** sou um dos fãs da franquia que, por ter a conhecido no terceiro e quarto jogo, gosto mais das sequências. O primeiro jogo não é ruim, é entre os "clones" de GTA mais bem feitos, mas sinto que o primeiro jogo ainda não tinha encontrado o diferencial da franquia.
Xbox 360
Jul 30, 2025
We Were Here7
Jul 30, 2025
Puzzle cooperativo muito legal. Esse jogo é mais uma demo do que um jogo de fato. Joguei com o Rodrigo e gostei muito, são uns 5 puzzles diferentes, onde um jogador passa instruções para o outro. Bem legal e com muito potencial.Joguei uma segunda vez com o Vinicius, agora na outra função. Esse jogo parece ser uma demonstração de um projeto final, mas não digo isso negativamente. É um primeiro passo muito bem realizado, com real substância e com puzzles bem interessantes.Talvez o único problema que destacaria seria a diferença entre as duas funções, uma que sempre tem uma sala nova para explorar e outra que fica bem mais presa, ou seja, um desbalanceamento entre as duas funções.É um jogo curto e bem direto ao ponto, mas que apresenta uma proposta interessante o suficiente para sugerir uma continuação.
PC
Jul 30, 2025
Watch Dogs 26
Jul 30, 2025
Parece um jogo muito bom, mas sem alma alguma. Lindo e funcional, mas a história é só uma sequencia de acontecimentos que nem tem influência entre si, no mais tradicional estilo ubisoft, "faça várias missões secundárias e principais sem conexão nenhuma para conseguir apoiadores, digo seguidores, digo influência, digo atenção dos vilões. Nenhum personagem tem desenvolvimento, completamente unidimencionais.A gameplay tem mecânicas interessantes, mas o desing de fases e missões é risório.
PC
Jul 30, 2025
The Murder of Sonic the Hedgehog9
Jul 30, 2025
Maravilhoso, jogo feito com amor pra quem gosta da franquia e pra quem não gosta também. Nunca joguei os sonics antigos, mas sei o básico do mundo e mesmo assim adorei o jogo, diálogo puro com alguns trechos de "gameplay", história simples e descontraída, não tenta ser nada de novo e acerta em cheio. Da pra zerar em uma jogatina e vale muito a pena. Recomendo, divertido e envolvente, jogo feito com muito carinho.
PC
Jul 30, 2025
THE FINALS7
Jul 30, 2025
O jogo é impressionante, a destruição do cenário funciona muito bem mesmo que fique um tanto cotidiana depois de algumas horas, as armas funcionam bem e em geral é uma sólida experiência de FPS competitivo. Porém, para mim, o jogo não tem personalidade, desde o estilo artístico, aos personagens, às habilidades, às armas e aos mapas, ele tem aquele gráfico de demo e tudo é meio pasteurizado, o que não significa que seja um jogo sem opções, mas acaba que tudo recai na destruição do cenário e no uso de espuma expansiva. A progressão não me prendeu muito, prefiriria se tivessem mais armas e fossem organizadas como uma loja estilo CS, mas ao invés disso funcionam como loadouts em que você leva 4 slots de inventário e 4 de armazenamento para trocar durante a partida. O modo de jogo é legalzinho, mas acaba reduzido a tomar e guardar um ponto. Experiência sólida, mas cansativa e repetitiva.
PC
Jul 30, 2025
The Fall (2014)6
Jul 30, 2025
O jogo é legal, mistura side-scroller com algumas cenas de combate e interações point and click. O principal que me fez não gostar muito foi o clima do jogo, me deixou um pouco desconfortável, mas de um jeito meio ruim, tem um sentimento de desconexão com a história, mas é legal o clima de solitude.
PC
Jul 30, 2025
Sword Art Online: Lost Song5
Jul 30, 2025
Pontos Positivos: O combate se assemelha muito com jogos hack'n'slash, o que o torna divertido e simples, além do jogo conter um sistema de habilidades semelhantes ao Hollow Fragment e um sistema de magias que PODE ser útil em determinadas situações; O tempo de história é adequado e não enrola muito; Em comparação ao Hollow Fragment, os diálogos são bem menos desconfortáveis (Hollow Fragment só tinha situações romanticamente e sexualmente tendenciosas e constrangedoras), mas alguns diálogos de missões secundárias ainda podem causar um certo desconforto em relação a isso; o sistema de armas é similar ao do hollow fragment e não incomoda muito; a possibilidade de se usar outros personagens é muito interessante, mesmo que eu não tenha usado outro personagem como principal e tenha mudado pouco o meu time durante o jogo; o sistema de voo é interessante, mas poderia ser melhor; a mecânica de bosses é muito superior a do Hollow fragment, já que os bosses apresentam pontos fracos, mesmo que esse sistema não seja completamente polido como deveria; o sistema de missões secundárias de afinidade é bem mais organizado que o do hollow fragment; o jogo é uma experiência legal para os fãs.Pontos Fracos: A história é a parte mais decepcionante, os personagens novos são simples demais e a história não apresenta uma figura antagônica ou problemas que te levam a se preocupar; o jogo tem alguns bugs, como falhas no sistema de voo e bugs no alcance de habilidades de espada; as extra quests são desnecessárias, já que te fazem lutar com os mesmos bosses que você já lutou na campanha em troca de itens que você não usa; o sistema de poções é pouco prático (principalmente pra quem joga no controle), o sistema de pontos fracos dos bosses é bom, mas não apresenta uma forma de mirar nesses pontos fracos ao atacar, então você precisa se aproximar e atacar; assim como o desenvolvimento da história, o final não é nada satisfatório e é bem previsível; os monstros e bosses são reciclados constantemente, muitas vezes só com cores diferentes simulando outros elementos; alguns diálogos secundários são um pouco desconfortáveis, como já citei, mas nada comparado à putaria do Hollow Fragment.Conclusão: se você gosta do anime e/ou já jogou o Hollow Fragment, acho q você pode comprar na promoção, já que você vai se divertir por algumas horas e, provavelmente, vai gostar muito mais do que o Hollow Fragment. As partes boas do jogo poderiam ser melhores exploradas, por isso dei a nota 5/10, pois é um jogo mediano e que tem muitos problemas.
PC
Jul 30, 2025
Sword Art Online: Hollow Realization5
Jul 30, 2025
NOTA: não tive paciência pra jogar duas DLCs, só joguei a warrior of the sky.Pontos fortes: A história é bem criativa para os padrões da franquia, principalmente se comparada a dos outros jogos, que eram muito simples. Como pode ser visto, o jogo é extremamente similar com hollow fragment (que era horrível), porém, nesse jogo, as mecânicas e as complexidades presentes em HF são melhores justificadas, já que os monstros e bosses têm padrões de ataque e existe um sentimento de estratégia, mesmo que não muito bem executado. A variação dos monstros é adequada, não repetem muito como nos jogos anteriores, mas os designs também não chamam muita atenção. Os novos personagens são minimamente interessantes, diferentemente de lost song, por exemplo, mas claro que nos padrões de personagens de SAO, que normalmente são rasos e com características muito escrachadas. O sistema de grinding ou de níveis do jogo é bom até o fim da história principal, mas definitivamente não funciona nas DLCs. O gráfico não é grande coisa, mas não é um template padrão como nos outros jogos. Os mapas são bem mais detalhados, com água, vegetação, acampamentos e animais.Pontos Fracos: O jogo é desnecessariamente longo, nos primeiros 60% do jogo não acontece nada de importante, e só depois ela se torna minimamente interessante. No início eu pegava todos os baús dos mapas e fazia todas as quests do mural na cidade e do mapa, mas é simplesmente ridículo, os baús não dão nenhum item bom e as missões te dão só dinheiro, vale mais a pena avançar na história muito rápido. A movimentação foi a primeira coisa que me incomodou, você pode andar pelo mapa gigantesco e demorar dois anos, ou você da um monte de dash e recarrega a stamina repetidas vezes, eu fiz o segundo, e é uma escolha dos desenvolvedores que eu simplesmente não consigo entender. Novamente, como nos outros jogos, tem aquele fanservice descarado que incomoda muito, pelo menos pra mim. Não consegui terminar as DLCs porque eu não aguentava mais fazer as mesmas coisas e ter que lutar contra monstros completamente desbalanceados. Os níveis e habilidades pra desbloquear são quase inúteis. O mapa é gigante só pra demorar mais, somado com a história arrastada que poderia ser contada em 15-25h e não 35-40h. Mesmo sabendo que esse não é nem de perto o pior jogo de SAO, talvez seja até o melhor, por algum motivo foi o que eu mais me estressei, junto com HF.Considerações finais: Em aspectos técnicos, história e gameplay, esse jogo é muito superior aos outros antes dele, e grande parte dos problemas que os outros tinham, esse corrigiu, mas ele criou muitos outros problemas. A minha nota de Lost Song foi 5/10 e esse 4/10, não porque lost song é melhor, HR é melhor, mas porque eu quase não me diverti com esse jogo, diferentemente de lost song, acho que por conta do tempo de jogo. Essa análise é minha opinião, talvez a sua nota seja maior, a questão é que eu não me diverti nem um pouco nessas 44.5h.
PC
Jul 30, 2025
Sword Art Online Re: Hollow Fragment4
Jul 30, 2025
Pontos fortes: pode ser interessante pra quem é muito fã e gosta de umas interações bem estranhas entre os personagens.Pontos fracos: o combate é complexo, mas fácil de entender, porém, os inimigos têm burrice artificial, então é só usar habilidades e comandos, o que torna o combate repetitivo. Até quando você adquire informações sobre um boss, como por exemplo, esse boss tem uma fraqueza na perna, não muda nada, você entra na sala do boss, foca na perna, e quando vc "mata" a perna, ele continua normal, ou seja, ele tem 4 barras de vida, uma da perna e 3 dele. A parte das interações com as outras personagens é exagerada e da muita vergonha alheia, além de ser completamente desnecessária já no anime, e no jogo é muito pior. É um jogo de diálogo, se vc for jogar pelo combate e por ser RPG, esqueça.
PC
Jul 29, 2025
Sword Art Online: Fatal Bullet5
Jul 29, 2025
Pontos Fortes: O gráfico e os modelos dos personagens são bonitos e seguem o estilo de arte do jogo; a gameplay em geral não tem muita variação ou mecânicas novas, mas é divertida e funcional, principalmente o modo de mira automática que ajuda muito no controle e tem referência no anime; os bosses são desafiadores e divertidos (dependendo do seu nível), tendo mecânicas de movimento e ataque e pontos fracos bem fáceis de se entender, além de que não são tão reciclados como em jogos anteriores; a viagem rápida é bem funcional e útil; as armas são diferentes umas das outras e geram uma grande mudança de gameplay; algumas skills e os dispositivos são úteis e práticos; o sistema de reanimação de companheiros mortos é rápido e funciona no balanceamento do jogo, além de não precisar de nenhum item para reviver.Pontos Fracos: Não existe história no jogo. Até 80% a história é simplesmente jogar o GGO e só no final acontece a "história" propriamente dita, que é insultante e desafia a inteligência e o bom senso de quem ta jogando. Além da história, os personagens são rasos e sem sentido, com emoções e motivos forçados e sem base; existem 5 novos personagens: a Kureha é sua amiga de infância e passa o jogo tendo inveja de tudo que acontece no jogo, sempre querendo ser a líder e a melhor, e o motivo dado é que a irmã dela é boa em tudo e que ela não presta (nem parece que já aconteceu em Lost Song), as emoções dela são forçadas e não são nem construídas de forma adequada, sendo impossível simpatizar com o que ela passa; a sua ArFA-sys é um bot que te acompanha no jogo, ela é provavelmente a única que é minimamente construída, até porque não é colocado grandes consequências pras emoções dela; a Zeliska é uma jogadora experiente que teoricamente era pra ser uma das heroínas do jogo (junto com Kureha), ela não da raiva como a Kureha, mas ela é uma personagem sem características, parece até que é um bot que colocaram ali; o Basalt Joe é um cara "machão" que quer a sua ArFA-sys, não tem motivo nenhum pra ele estar no jogo, ele não importa em literalmente nada, não ajuda na "história" e nem em construção de personagem (até porque não existe nesse jogo); Itsuki é um jogador experiente que mostra logo no início, pelo jeito que ele fala, qual papel ele faz no jogo, no final do jogo ele tem emoções completamente sem base e exageradas, é como eu pedir pro bob esponja fazer uma cena grandiosa em um filme, o jogo simplesmente decide quais são as emoções de cada personagem e joga elas neles, sem contexto nenhum; o jogo inicia com uma criação de personagem e um proposta de mudanças na história dependendo das suas escolhas; a criação de personagem é até legal, mas realmente não importa, porque o seu personagem não tem características e todos os diálogos são feitos sem escolhas reais; todas as falas do seu personagem são ambíguas tipo "acho que devemos ir" e "vamos lá" ou "eu gosto de você" e "você representa muito pra mim", além de quando os outros personagens deduzem o que você ta pensando; o seu personagem não é ninguém e não vira ninguém, e não dá pra se espelhar nele, até porque as escolhas dele são de um cara num manicômio sem noção da realidade; o jogo apresentou alguns bugs gráficos e um bug recorrente que impedia que eu escolhesse entre sim e não nos menus até eu reiniciar o jogo umas 2 vezes, me impedindo de fazer a maioria das coisas de personalização e de equipamento; o jogo é equilibrado na maior parte do tempo, mas tem certos inimigos (acho que os robôs tipo S por exemplo) que te dão três tiros e te matam e é meio impossível pegar cover, é mais fácil lutar com três bosses ao mesmo tempo do que um desses inimigos, porque o dano dos bosses, pelo menos é equilibrado e eles tem um padrão de movimento e não ficam só atirando com uma metralhadora que te mata com 3 tiros. E sempre é a mesma coisa, não importa o que acontecer todos os personagens devem acabar amigos de Kirito e Cia (o cara pode tentar matar todo mundo e ainda é recebido com elogios e obrigados no final da DLC gratuita) até fechar um estádio de futebol de amigos de Kirito, porque toda cena tem que ter todos os personagens de todas as temporadas do anime e todos os jogos falando frases irrelevantes apenas pra participar.
PC
Jul 29, 2025
Star Wars Battlefront4
Jul 29, 2025
Versão resumida da SteamBattlefield ruim com skin de StarWars. Modos singleplayer são um tapa buraco para a ausência de um modo história e talvez a única coisa legal do jogo, os modos de 40 jogadores, não é mais acessível, já que o jogo está morto. Progressão chata, jogo desbalanceado, vazio de mecânicas e morto.Já conhecia o jogo porque meu irmão jogou no lançamento no PS4 e sempre tive vontade de jogar, isso porque os gráficos sempre me impressionaram. Recentemente, peguei o jogo por 11 reais e resolvi experimentar, já tendo jogado sua sequência. Não dá pra negar que esse motor gráfico da Frostbite é impressionante; logo de cara você já se impressiona com a apresentação dos menus, que passam aquela sensação de produto premium como é de costume na EA e posso dizer que os visuais do jogo são do mais alto nível, inclusive se comparando com gráficos atuais. Tentei jogar algumas partidas online e logo me deparei com um problema devido a idade do jogo, não tem jogadores e só da pra jogar modos reduzidos devido a isso. Entrando em partidas com 4 jogadores de cada lado encontrei outro problema, jogadores com nível alto e equipamentos completamente desbalanceados com os iniciais, também encontrei um jogador com um desempenho especialmente marcante, muito provavelmente pelo uso de algum hack, todos problemas de um jogo morto. Comprei já sabendo que não tinha modo história, o que é uma pena. Não sendo possível ter a experiência multiplayer de maneira satisfatória, resolvi me aventurar nas missões singleplayer, que funcionam como desafios como sobrevivência e morte confirmada e dão como recompensa pontos para o multiplayer. Fiz todas as missões do treinamento com todas as estrelas, todas as missões do modo batalha (morte confirmada) com todas as estrelas e um dos 6 mapas de sobrevivência com as 5 estrelas. Minha experiência nesse período me trouxe algumas conclusões: Battlefront é um jogo nos mesmos moldes de Battlefield, ambos utilizam a Frostbyte engine com seus lindos gráficos, mas rasas mecânicas. Porém, a graça de battlefield é a ambientação e interação do combate, com destruição de terreno e grandes equipes, em battlefront, não vi algo que realmente me chamasse atenção, as armas não são legais de se usar, com seus tiros lentos e baixa variedade, os ambientes não são interativos como battlefield, mais parecem recriações de cenários para exploração, o sistema de progressão é chato e, com o tempo, levou a um desbalanceamento das armas e equipamentos e o resultado de tudo isso é um jogo com nada além de suas mecânicas mais básicas, movimentação e tiro. Sinceramente, ao final de tudo isso, Battlefront me pareceu um jogo que usa uma marca enorme para esconder o quão vazio é, foi difícil ir contra minha teimosia e deixar o jogo sem completar as últimas missões, mas passar mais umas 10 horas fazendo um modo mal feito de sobrevivência de hordas, que por sinal é definitivamente apenas um tapa buraco devido à pressão dos jogadores pela falta de um modo história e não estar gostando nem um pouco do jogo, pra mim é demais. Nada no jogo me interessou, nem a progressão, nem a gameplay e muito menos as missões singleplayer, de qualquer forma, o jogo ta morto, então a única coisa boa no jogo que eram os modos com 40 jogadores, não da mais pra jogar.
PC
Jul 29, 2025
Spore8
Jul 29, 2025
Único e nostalgico. Gosto muito da ideia principal e me diverti com a variação de cada fase, único problema é que é meio bugadão e acaba se perdendo na simplicidade e na repetição de ações, principalmente no espaço. Mesmo assim uma experiência única.
PC
Jul 29, 2025
Soda Dungeon 27
Jul 29, 2025
Igual o primeiro, mas tenta adicionar mais mecânicas que acabam tirando o encanto do primeiro, perde o ciclo de gameplay, não parece muito bem balanceado e acaba meio redundante, já que o primeiro já existe.
PC
Jul 29, 2025
Soda Dungeon9
Jul 29, 2025
Um dos melhores jogos do tipo. Mistura combate por turnos com idle tipo cookie clicker. Muito divertido e tem variedade suficiente pra manter a atenção. Simples, mas extremamente divertido.
PC
Jul 29, 2025
Q.U.B.E.7
Jul 29, 2025
Bom jogo de puzzle, divertido e diferente, mas acaba cansando quando não se trata mais uma questão de lógica e sim de procurar o que fazer, de entender o que ele quer.
PC
Jul 29, 2025
Predator: Hunting Grounds2
Jul 29, 2025
A única coisa boa é a ideia da gameplay do predador, porque até a execução é uma merda. Todo bugado, completamente desbalanceado e o pior, o formato de jogo simplesmente não funciona, os soldados ficam andando de um lado pro outro e o predador fica procurando na maior parte do tempo, qualquer partida poderia se resumir em um combate entre predador e humanos, porque o resto é gordura pura. Nada da gameplay funciona, tudo é truncado. Um desperdício de licenciamento.Joguei mais umas duas partidas hoje 22/05/2024 e reforço minha opinião, que jogo mal feito, eu não consegui rodar acima de 60 fps em uma 3060 ti nem mesmo colocando tudo no baixo, o que não muda nada pra falar a verdade, o jogo é feio, os modelos parecem bonecos de cera, as armas e todos os assets são ultra simplificados e genéricos e a gameplay é completamente anticlimática, do nada o predador pode matar os 4 soldados ou o contrário e nos dois casos você fica esperando o desafio ou se frustra quando morre do nada. O jogo é como uma pedra irregular comum, não tem cor, não é nada interessante e não roda de jeito nenhum.
PC
Jul 29, 2025
Planet of Lana10
Jul 29, 2025
Planet of Lana é o resultado de muito amor. Após zerar o jogo descobri que o compositor das músicas é Takeshi Furukawa, compositor da trilha sonora de The Last Guardian, que se dispôs a fazer a trilha após ficar sabendo do potencial do jogo. Por isso a trilha sonora é maravilhosa, o que complementa perfeitamente a beleza visual do jogo. A história parte daquele princípio de civilizações antigas e avançadas que particularmente já me cansaram, em jogos como Abzu, Inner Space e AER, mas me surpreendi com o caminho tomado e adorei no final. A história, assim como os puzzles, são bem simples, mas servem de ambiente para envolver o jogador na atmosfera entorpecente do jogo. Planet of Lana é lindo em todos os sentidos e cada parte dele foi feita com muito carinho e cuidado.
PC
Jul 29, 2025
PixARK4
Jul 29, 2025
Joguei bastante e parei por não ter mais motivo pra continuar, a ideia é bem interessante, mas sabendo que o jogo foi abandonado e que, tirando suas diferenças é inferior em todos os fatores comuns ao ARK original, fica difícil recomendar. Acho que se você quer uma experiência do tipo é melhor jogar ARK ou então um outro jogo como Portal Knights, que a meu ver é muito mais divertido. Tirando os bugs e os sistemas quebrados do jogo, quando você aprende a se virar, o jogo acaba ficando um pouco sem sentido, já que, diferente do ARK, esse não tem um objetivo final e por ser separados em biomas e a dificuldade e o spawn de dinos ser restrita aos biomas, você e seus dinos nunca vão estar em perigo e você não vai encontrar dinos inesperados, desde que vc esteja em um bioma calmo. Na minha experiência eu acabei craftando as coisas que eu desbloqueava pra ver o que era e não usando mais, atravessando o mapa pra domar dinos diferentes e depois deixando eles parados por não terem nenhuma utilidade. Comparações óbvias: em relação ao ARK todos os sistemas são piores, dos níveis até os status até o cruzamento de dinos, etc e em relação ao minecraft ou qualquer outro jogo em voxel, você, a não ser que se force, vai cavar e minerar, já que todo minério está exposto em algum bioma e em quantidades absurdas. Não recomendo pois na minha experiência tinha sido atraído pelo gráfico em voxel e estava esperando algo mediano e mesmo assim terminei essas 50 horas de jogo com um gosto bem amargo na boca.
PC
Jul 29, 2025
One-armed robber4
Jul 29, 2025
É um clone de payday. Não tem a mesma variedade de missões ou a incrível variação entre duas jogatinas no mesmo mapa, mas é um joguinho simpático com a base do Payday bem definida e que consegue resumir o que é ser um jogo de assalto stealth, mesmo que seja simplório em sua execução. O jogo tem várias fases, mas apenas algumas são disponíveis de graça, em geral, não são tão diferentes entre si.
PC
Jul 28, 2025
Nine Witches: Family Disruption7
Jul 28, 2025
É um jogo bem simpático. A história tem o tema de **** ocultistas e os protagonistas são especialistas na área responsáveis por frustrar os planos alemães. É um point'n'click bem tradicional, não inventa em nada, tem bons quebra-cabeças e de maneira geral mantém o interesse no jogo. Em relação aos puzzles, gostei bastante de todos, mas no finalzinho, tem uma sequência que resgata vários itens de cenários iniciais do jogo, o que me deixou bastante perdido pois achava que aqueles cenários já estavam terminados faz tempo. Outra característica definidora desse jogo é o humor, que segue aquela linha de jogos com o mesmo visual (modelos pixelart bem simplificados), não sei exatamente porque esses jogos sempre tem esse humor, mas é aquele humor bobinho que quebra a quarta parede e é regado em piadinhas irônicas. Jogos com esse humor como Punch club, beat cop e outros, não me incomodam em geral, normalmente tentam 100 piadas para acertar 20, mas esse jogo passou um pouco do ponto, uma tonelada de piadinhas bobas de peido, mijo ou até piadas de livrinhos de anedotas. É um jogo bem curtinho e tirando as piadinhas falhas me diverti com o jogo.
PC
Jul 28, 2025
Next Up Hero2
Jul 28, 2025
O que falar de um dungeon crawler que não se pode recuperar vida, que se baseia interamente em uma ideia que não consegue realizar e é extremamente limitado em relação à variedade. Uma história de música que não tem relação nenhuma com o jogo. Um pouco de carisma no gráfico não é o suficiente pra gostar desse jogo. Não é horroroso em si, mas é completamente vazio.
PC
Jul 28, 2025
Never Alone (2014)7
Jul 28, 2025
O jogo em si é bem simples e não tem nada de mais, porém ele funciona também como um documentário do povo do alaska e isso deixa o jogo muito mais interessante. O próprio clima do jogo é ao mesmo tempo confortante e de certa forma triste. Valeu muito a experiência.
PC
Jul 28, 2025
Naruto: Ultimate Ninja Storm7
Jul 28, 2025
Eu joguei muito esses jogos dessa franquia na infância no Xbox 360 e por isso tenho muito carinho e boas lembranças. Dito isso, na minha memória, todos esses jogos se mesclam e por isso acho que estranhei certas coisas nesse jogo. Vindo de Rise of a Ninja e The Broken Bond, me surpreendi muito com a qualidade geral do jogo, aqui que foi concretizado a fórmula de Arena Fighter para Naruto, o combate é muito fluido, não tem a complexidade de um jogo de luta convencional, o que proporciona uma experiência mais casual, as animações dos jutsus são belíssimas e em termos de cuidado com o produto final, posso dizer que estão de parabéns. Porém, como nem tudo são flores, encontrei alguns problemas estruturais que sei que foram arrumados em títulos mais recentes. Pra começar que a história não é recontada nesse jogo, já que com exceção de uma cutscene no início e outra no final, a história é contada por diários escritos por Naruto antes das missões, o que acabou me decepcionando bastante, já que eu lembrava dos jogos Storm com muitas cutscenes e momentos feitos com a engine do jogo. O jogo funciona com um menu de missões, cada missão que uma vez completada, desbloqueia duas condições extras para o 100% (vencer com ninjutsu, usar substituição, etc); existem missões da história e missões secundárias variando de rank D a S, sendo que existem missões de luta, esconde-esconde, subida em árvore, saltos em árvores e 3 batalhas com bosses bem simplificadas e com quick time events (inclusive, para rank S, os quick time events são praticamente impossíveis, só consegui rodando o jogo em FPS mais baixo pra dar um Slow down). Fora das missões podemos explorar a aldeia, mas em uma versão bem vazia e sem vida comparada aos jogos de 360, com alguns itens espalhados e pergaminhos, funcionando como um hub para compra de itens e desbloqueio de jutsus de suporte e artigos colecionáveis bem legais, como músicas, figuras dos personagens, animações dos jutsus e dioramas com os personagens.Considerando tudo o que citei, valorizo muito o cuidado com o jogo e a criatividade e competência da realização, com um sistema de luta excelente e um lastro para jogos do tipo. Porém, como jogo, tenho que salientar os defeitos encontrados, como a aldeia vazia e atividades desnecessárias, mas especialmente a falta de um trabalho melhor em contar a história.
PC
Jul 28, 2025
Naruto: The Broken Bond6
Jul 28, 2025
Naruto the Broken Bond é a sequência de Rise of a Ninja e aprimora a maioria dos princípios apresentados no jogo anterior. Com um sistema de luta mais robusto, todo o jogo se favoreceu, com mais combos, um equilíbrio melhor de estilos de combate e um novo sistema, onde acertando ou defendendo golpes, uma barra é preenchida, desbloqueando os Justus de cada personagem à medida que o combate acontece. Outro fator importantíssimo que foi incluído foi a possibilidade de utilizar, tanto em luta quanto em exploração, outros personagens, utilizando suas habilidades individuais para exploração, como passar por caminhos pequenos com a sombra de Shikamaru ou o Akamaru de Kiba, ver armadilhas escondidas com o faro de Kiba ou o Byakugan de Neji, quebrar estruturas específicas com choji, rasengan ou chidori, ou usar o sharingan para desacelerar o tempo. Quanto à exploração, os mapas são mais desafiadores com armadilhas espalhadas, além dos combates surpresa, que são menos desagradáveis pela melhora no combate. Em contrapartida, os mapas são mal desenhados e pouquíssimo diversos, sendo muito comum se perder, mesmo com o mapa. Outra melhora foram as sequências de saltos em árvores entre as áreas abertas, que dessa vez são mais rápidas e dinâmicas. Os sistemas de RPG também foram alterados, agora fazer missões e atividades garantem pontos que podem ser usados para melhorar vida, chackra, força ou dano de jutsus; não há mais memórias para salvar da morte, mas é possível usar pílulas de cura, chackra e força durante o combate, uma alteração muito positiva pro combate. Novamente, os colecionáveis são usados para melhorar os equipamentos e dessa vez são ainda mais numerosos, mais de 1500 moedas, mas pelo menos são marcados no mapa após o término da história. A história adapta o restante de Naruto Clássico, dessa vez usando cenas em 3D feitas para o jogo e incluindo mais lutas com outros personagens, o que é ótimo, ainda que muito da carga dramática e narrativa seja perdida por cortes. Quanto às atividades do mundo, são mais numerosas e variadas do que o jogo anterior; na cidade de Tanzaku tem 7 minigames que devem ser completados apenas uma vez cada e funcionam como jogos de festa junina; já na aldeia, algumas atividades foram incluídas para cada personagem paralelo, mas sem muita variedade, sendo sempre sobre ir a um local e voltar, como o esconde esconde de Neji que usa seu Byakugan como radar, mas que no fim é a mesma coisa que os do Konohamaru do jogo anterior, as corridas de Kiba, que são bem mais simples que as do jogo anterior, as missões de coleta de Choji, que novamente são por radar e as entregas de Shikamaru, que substituem as entregas de lamen. Além disso, novamente temos os aldeões tarados pra se usar o jutsu sexy, temos também missões de procurado, onde deve-se derrotar inimigos em algum dos mapas, as cartas ninja, que são combates contra os principais personagens do jogo e temos a pior coisa que esse jogo já fez, as 23 pescarias. As missões de pescaria resumem bem algo de ruim com esse jogo e seu antecessor, tarefas mal planejadas e chatas que foram aumentadas em número de maneira exaustiva apenas para inflar o jogo, as pescarias não tem interface própria nem uma mecânica interessante, é basicamente apontar o analógico na direção oposta do peixe e apertar A até seu dedo cair, isso tudo tendo a chance de peixes de 5, 10, 20 e 50 pontos, sendo que é necessário bater o recorde de até 500 pontos, isso tudo pra cada um dos 23 pontos de pesca.Resumidamente, Naruto The Broken Bond é uma evolução ao primeiro, mas ainda apresenta a inexperiência do estúdio em criar um jogo do gênero e também carrega as patologias da Ubisoft. Porém, com um bom sistema de luta e uma adaptação competente, consigo recomendar o jogo e gostei da minha jornada.
Xbox 360
Jul 28, 2025
Naruto: Rise of a Ninja4
Jul 28, 2025
Como já sou acostumado com jogos de Naruto e animes em geral serem jogos de luta, mais especificamente luta em arena, fui esperando bastante desse jogo, um RPG que te deixa explorar a aldeia e outras regiões enquanto você experiencia a história de naruto clássico pelos olhos do protagonista. O início é bem interessante conforme o jogo te apresenta a maneiras de melhorar seu personagem, como fazendo missões principais para aumentar o chackra, secundárias para aumentar a vida, fazendo atividades na aldeia como esconde-esconde com Konohamaru, estregas de lamen, impressionando tarados na aldeia, fazendo corridas ou coletando moedas colecionáveis e comprando melhorias para seu equipamento, tudo isso é bem diferente de outros jogos de Naruto. Basicamente o jogo funciona da seguinte forma, tudo no jogo principal é jogado com Naruto, apenas em modos versus é possível jogar com outros personagens e toda a história do jogo é apresentada pelos olhos do protagonista, levando a cortes de conteúdos em momentos e lutas que Naruto não está presente. Além disso, partindo da aldeia da folha, as missões tanto principais como secundárias te levarão a regiões fora da aldeia, como o país das ondas, uma região de templos e a floresta da morte. Todas essas regiões têm encontros surpresa com inimigos, muitas vezes apenas bandidos, mas por vezes ninjas genéricos. Todo combate no jogo é realizado em uma pequena arena que funciona basicamente como um jogo tradicional de luta, com combos básicos, ataque a distância com kunai e um sistema de Jutsus com comandos nos analógicos, que uma vez realizados sem interrupções, se inicia a sequência de quick time events causando dano no inimigo. Os jutsus também são usados nas áreas abertas, com superfícies para escalar e água para andar acima com o jutsu de concentração de chackra, barreiras que são quebradas com jutsu clone das sombras e, como já disse, aldeões tarados que se impressionam com o jutsu sexy. Além de encontros surpresas, entre as regiões tem uma sequência de pulos em galhos de árvores que incomoda bastante e depois de algumas vezes, se mostra completamente desnecessária.A ideia é algo que me chamou atenção, mas digo que os elementos de RPG mal são suficientes para o jogo receber esse gênero, as lutas não são interessantes o suficiente e a história é toda cortada e sem muito do que fez a série especial. Começando com a parte RPG, as missões secundárias são insuportáveis, sempre te levando pra outra região e coletando várias coisas ou fazendo uma corrida e isso é especialmente irritante quando a cada esquina você tem que lutar com um inimigo que não te recompensa com nada e quando não existe uma forma de viagem rápida e toda vez você tem que fazer umas 2 ou 3 sequências de saltos em galhos, que já citei que são bem desnecessárias; talvez utilizar essa mecânica de saltos nas árvores como viagem rápida fosse uma melhor alternativa. Acho que as mecânicas de RPG foram mal implementadas e ainda mais prejudicadas pelos vícios da Ubisoft, como colocar 699 colecionáveis iguais sem uma forma de marcá-los no mapa. Creio que seria bem mais interessante se esses colecionáveis usados para melhorar o equipamento fossem substituídos por dinheiro normal e os encontros surpresa fossem recompensados com experiência ou algum tipo de moeda para melhorar o personagem, dessa forma valorizando os combates e removendo colecionáveis vazios. Em relação aos combates, são bem regulares e a ideia e execução dos jutsus é bem interessante, porém, algo aconteceu que, conforme fui ficando mais forte a resposta aos quick time events dos bots era instantânea, mesmo eu acertando no momento exato que o comando aparece, o que acabou tornando os jutsus inúteis, tornando o combate bem mais chato, além de que dificilmente há alguma abertura para realizar algum jutsu, ainda mais quando seus oponentes são bandidos comuns que não tem jutsus e mantém a curta distância. As atividades do mundo são bem regulares e igualmente repetitivas e, a maioria das missões e atividades envolvem apenas ir de um lugar a outro ou coletar algum item. Parece que odiei o jogo, mas confesso que no começo fiquei bem viciado e empolgado em fazer tudo no jogo e melhorar o personagem, mas, conforme fui fazendo e me cansando das atividades do mundo e missões secundárias e cheguei até a prova chunin na missão principal e vi que, o que é o melhor arco de Naruto clássico pra mim, foi resumido em duas lutas no máximo, sem nada de especial e que todo o resto do anime foi cortado ou mostrado pro meio de pequenos clipes entre as lutas, fui perdendo o carinho por esse jogo. Finalizando o jogo, me parece que em tudo que se propôs, foi reduzido, sistemas básicos demais de RPG e de luta, falta de variedade nas atividades do mundo e missões secundárias e falhou em apresentar a história do desenho. Não acho que seja um bom jogo de RPG, nem um bom jogo de luta.
Xbox 360
Jul 28, 2025
Minit7
Jul 28, 2025
Jogo bem simples, ideia muito boa e diferente, aqueles jogos que você vai experimentando as coisas e se divertindo ao descobrir segredos.
PC
Jul 28, 2025
Marvel's Avengers8
Jul 28, 2025
Pulando a parte de citar todos os defeitos desse jogo, não só do estado do jogo como na parte criativa, logo ele vai ser retirado das lojas digitais e na promoção ele fica bem baratinho, ele é genérico e tudo mais, mas por algum motivo, ele, pelo menos pra mim, foi incrivelmente divertido. Estou jogando vai fazer uma semana eu acho e todas essas horas foram desse período, teve dia que fiquei jogando o dia inteiro. Recomendo ele na situação atual, com as devidas ressalvas. Definitivamente não é um jogo ótimo, mas não me divertia com um jogo assim fazia tempo.
PC
Jul 28, 2025
Marvel Snap10
Jul 28, 2025
Nunca imaginei que fosse ficar empolgado com um jogo de cartas, mas esse chegou, me interessei e por alguns dias fiquei viciado. Pra começar que o jogo foi desenvolvido pelo cara que criou Heathstone, o jogo funciona muito bem e toda a parte de microtransação é bem discreta e totalmente opcional, no inicio a progressão é bem rápida e consegue te prender e conforme o jogo progride naturalmente a progressão vai desacelerando. Não sou uma pessoa de jogos competitivos nem de jogos como serviço, mas só Fortnite conseguiu me prender além desse jogo. As cartas tem seu próprio carisma pelos personagens da Marvel e todo o sistema e os combos possíveis funcionam excelentemente. Parei de jogar por uma questão minha de desanimar muito quando um passe acaba e vem outro, como se voltasse a estaca zero, mas isso não é uma falha do jogo em si. Em um mundo com jogos como serviço virando cada vez mais nojentos foi muito bom conhecer um excelente jogo de cartas que não abusa dos jogadores e entrega uma ótima experiência a longo prazo, eu particularmente não sou de jogar milhares de horas de um jogo, mas guardo minha jornada nesse jogo com muito carinho, me fez ter vontade de conhecer Gwent e Hearthstone.
PC
Jul 28, 2025
Maneater6
Jul 28, 2025
Maneater é um caso inesperado de um jogo de flash anabolizado. É uma idéia simples e pouco ambiciosa então da pra entender o escopo reduzido do jogo e adimiro isso. Basicamente o jogo funciona como um Mockumentary, com um narrador fazendo piadas enquanto o jogador realiza objetivos pra crescer e derrotar o vilão do jogo, um caçador de tubarões que matou a mãe do tubarão. Existem poucas atividades e elas se tornam repetitivas bem rápido, missões de caçada de barcos ou outros animais, missões de corrida por arcos, missões de matar humanos e lutas com bosses. O jogo acaba caindo naquela repetitividade de completar as várias áreas do jogo realizando as mesmas atividades, inclusive coletando alguns tipos de itens, como baús (até no jogo do tubarão tem isso), que te dão recursos pra melhorar o tubarão, placas de carro (só um coletável genérico) e pontos de referência que são mais legais por mostrarem cenários diferentes e criativos, muitas vezes fazendo alguma piadinha ou referência. Fora essas atividades do mundo, para avançar na história é necessário completar as áreas e aumentar o nível de procurado até aparecer um dos 15 líderes, o problema é que demora muito pra aumentar esse nível, precisa ficar derrubando um monte de barcos e esses líderes são bonecos genéricos sem criatividade nenhuma. O jogo é um ARPG, mas é bem simples mesmo, basicamente você tem 5 recursos diferentes que dropam de bichos diferentes e esses recursos são usados pra melhorar os status dos seus equipáveis, que são partes do tubarão com os temas de Osso, bioelétrico, sombra e radioativo. Essa parte de se customizar o tubarão é uma ideia bem legal, mas levando em conta a suposta inspiração em jogos de flash, acho que seria bem mais legal se tivessem investido em mais variações de tubarões e aumentado a variedade de equipamentos, porque pra mim não foi tão incrível desbloquear as partes nem me deu muita curiosidade de terminar um combo. A DLC tem o exato mesmo funcionamento, o que é decepcionante, mas muda o tema da narração para teorias da conspiração, infelizmente só muda a narração e algumas outras poucas coisas. Respeito a ideia inesperada e entendo a motivação de fazer um jogo desse, acho que é um bom passatempo, mas me cansei pela repetitividade tradicional do gênero de mundo aberto.
PC
Jul 27, 2025
LEGO Ninjago: Shadow of Ronin6
Jul 27, 2025
O jogo é a adaptação perfeita do desenho, divertido e simpático, mas superficial e mediano em tudo. Em termos da franquia LEGO, esse jogo não chega lá, mas consegue se sustentar. Assim como Ninjago Nindroids, aqui temos fases que continuam sem desafios, mas que tem uma apresentação muito melhor. Os puzzles são extremamente fáceis e o combate é bem diferenciado, com ataques, finalizações e o spinjitsu que mata os inimigos instantaneamente e é bem satisfatório, o problema é que todos os inimigos morrem com um ataque de golpe no chão ou um segundo de spinjitsu, então acaba que fica fácil demais. A história é incrivelmente fiel ao desenho, o que não é um elogio, um vilão que está procurando uma série de artefatos e armas mágicas e os ninjas tem que pegar primeiro. O jogo traz vários personagens das 4 primeiras temporadas do desenho, pena que eles são muito pouco aproveitados, não são usados na história e apenas uma meia dúzia é usada para coletar itens nas fases. O jogo tem fases tradicionais de puzzle, fases de veículos e fases de bosses e todas são bem equilibradas e dinâmicas. Shadow of Ronin é competente e diverte se consumido da maneira certa, mas não atende às expectativas atreladas à marca. Joguei no emulador e não pude deixar a música por bugs de áudio, mas tive bem menos bugs gráficos que Ninjago Nindroids
PlayStation Vita
Jul 27, 2025
LEGO Ninjago: Nindroids4
Jul 27, 2025
O jogo é composto por 31 fases e um hub, sendo a história a mesma da temporada 3 do desenho. Em termos de jogos de LEGO, este não está no nível de qualidade da marca, fases genéricas, puzzles nada desafiadores, muitos problemas de funcionamento e uma má apresentação. Joguei no emulador e esse jogo não era totalmente compatível, logo, tive que desligar a música do jogo por bugs de áudio e também encontrei alguns bugs gráficos, mas nada que impedisse minha gameplay. A escolha da câmera isométrica eu entendo por se tratar de um jogo de portáteis, mas o jogo não funciona como tal, a parte de plataforma é extremamente imprecisa, sem indicações de sombra nem nada do tipo e a perspectiva causa confusão para acertar pulos. O combate é bem do mesmo, com o diferencial do spinjitsu, que pode ser ativado quando carregado e é bem legal, mas o principal problema do jogo é que o tempo de animação para cada boneco no combate é diferente e seu dano não é, tornando alguns vários bonecos descartáveis e algumas armas, dependendo do boneco, além de demorarem em suas animações ainda tem a hitbox errada e não acertam inimigos nem objetos. As fases são bem curtas mesmo, com 10 desafios cada, variando de minikits e blocos vermelhos até completar a fase com algum boneco ou fazer algo na fase. A apresentação no que diz respeito às cutscenes e ambientação é ruim, consegue passar a mensagem, mas não empolga e nem diverte. Terminar a história foi bem cansativo e chato, mas por incrível que pareça, completar os desafios e zerar 100% foi legal, mesmo que eu tenha feito minha própria diversão otimizando esse processo.
PlayStation Vita
Jul 27, 2025
The LEGO NINJAGO Movie Video Game6
Jul 27, 2025
O jogo está quebrado no pc. Pelo visto não é pra todo mundo, mas pra mim, logo que terminei a primeira missão da história e entrei no mundo livre, a cada 5 a 10 min o jogo crashava, tentei de tudo, rodar em DirectX11, abrir em modo de compatibilidade, tentei todas as combinações gráficas possíveis, atualizei todos os drivers, tentei descobrir se algo causava o crash e não consegui encontrar nada, se eu não fosse teimoso diria que o jogo é injogável, tinha que coletar os colecionáveis de pouco em pouco, uns dois por crash. Conforme continuei jogando, percebi que dentre os 9 mapas, o jogo crashava apenas em 3 deles, o que já é frustrante o suficiente, ainda mais com um deles sendo o primeiro, os outros foram o 3 e o 4 (Se estiver com o mesmo problema, eu tenho a impressão de que deixar no modo janela ajudou). Com isso, concluo que alguma coisa nesses mapas, talvez o tamanho, tenha algum problema com meu pc. Vi na internet e nas análises que não sou o único, mas fica o aviso (meu pc é uma 3060 ti, i5 10600KF, 16gb e o jogo estava no **** crashs constantes me desanimaram e frustraram bastante, mas insisti e enfim consegui terminar o jogo 100%. Diferente de alguns jogos LEGO que já joguei, onde os colecionáveis são dispostos nas fases da história, aqui a história é contada de forma que as fases funcionam como médios mundos abertos, com colecionáveis espalhados, escondidos e alguns sendo acessíveis apenas para alguns personagens com certas habilidades, bem do jeitão de jogos de plataforma como Banjo Kazooie e Yooka Laylee. As fases não são tão bem desenhadas como esses outros jogos e, em geral, os colecionáveis são fáceis de se conseguir, sendo necessário apenas ter os personagens certos. Os colecionáveis são blocos de ouro que não têm uma função além do número, personagens e pergaminhos sagrados que funcionam como os cheats ou blocos vermelhos dos outros jogos. Enfim, em questão de gameplay, tirando os problemas técnicos que tive, o jogo é divertidinho, porém, se tratando de um jogo vinculado a um filme, que por sua vez é vinculado a um desenho e produtos, a conversa é outra. Por outro lado, me surpreendi com o combate que, mesmo que continue fácil como um jogo lego, tem uma variedade razoável que adapta bem o tema de ninjas, mesmo que a marca registrada da franquia, o spinjitsu, não seja tão satisfatório como nos jogos portáteis e tenha virado um projétil. Assistia Ninjago na infância e tenho algumas memórias, assisti ao filme também e posso dizer que basear o jogo em um filme que claramente não agradaria ninguém, ao invés de utilizar apenas a marca Ninjago e a série animada, que até onde entendo é uma marca forte e que vende muito, é no mínimo questionável. De qualquer maneira, esse não seria o problema principal do jogo em si, o problema real é ter a preguiça de utilizar cenas do filme para contar a história do jogo e mesclar com cenas do jogo para fazer pequenas alterações, resultando em uma história que faz menos sentido que a do filme. Um dos pontos positivos do jogo é a enorme quantidade de personagens jogáveis, muitos do filme, mas mais ainda do desenho animado o que melhora um pouco, porém, mesmo com personagens com habilidades diferentes, eles não são utilizados na história e apenas alguns tipos de personagens são ocasionalmente utilizados para pegar algum colecionável no jogo livre, o que na minha visão é um completo desperdício da marca. Ao meu ver, depois de dois jogos reduzidos de portáteis, esse jogo poderia ter sido um compilado da franquia como um todo, incluindo o desenho, o filme e os produtos, e não se perder em um vínculo tão frágil com o filme. Os gráficos são bem bonitos e simulam bem, na medida do possível, a estética do filme. No fim, o jogo é um Plataforma de colecionáveis divertidinho, com algumas referências aos produtos, personagens da história da marca e uma história feita de remendos completamente desinteressantes. Se decidir jogar e arriscar crashar sem parar, acho que vai se divertir, mas não é o nível que se espera da Tt e esse problema de crashs realmente foi muito frustrante.
PC
Jul 27, 2025
LEGO Builder's Journey9
Jul 27, 2025
Jogo lindo em todos os sentidos, gráficos que simulam até as marcas de gordura e riscados das peças de Lego, luz, sombra com RTX, uma trilha sonora hipnotizante e uma historinha que, mesmo curta, sem diálogos e com personagens de 3 peças, consegue te fazer passar por uma jornada de emoções. Como um jogo de quebra-cabeça ele é simples demais, pra mim funcionou mais como um jogo de jornada mesmo, porque as fases são resolvidas na gambiarra mesmo. Os controles também são meio erráticos, já que as fases tem visão isométrica e só se pode virar a câmera em alguns graus e o jogo se confunde às vezes em qual lugar colocar as peças. Sinceramente, que jogo surpreendente, e como uma análise na steam disse: "como um jogo de LEGO ta me deixando triste?".
PC
Jul 27, 2025
LEGO Battles: Ninjago3
Jul 27, 2025
O jogo parece ser uma introdução ultra simplificada de um RTS pra crianças, não tem tropas, apenas construtores e heróis, sendo que o limite de personagens ao mesmo tempo é de 6 construtores e 7 heróis, esses heróis tem 3 estágios, mudando o visual e algumas habilidades, como atacar a distância ou ter 3 personagens juntos e cada herói tem duas habilidades para cada um dos dois estágios sem ser o básico. O ciclo de gameplay se baseia em seus construtores coletando pilhas de peças lego e construindo estruturas como, torres, que defendem uma área, quarteis, que criam os heróis, minas para coletar mais peças em locais específicos, bancos que funcionam como locais para as tropas depositarem as peças e a base principal serve para produzir mais construtores e para pesquisar os upgrades dos estágios dos heróis. O jogo tem um modo história com duas campanhas, uma na perspectiva dos ninjas e outra dos esqueletos; como o jogo se baseia na temporada piloto de Ninjago, temos a mesma história com algumas sutis diferenças. As campanhas são divididas em 4 capítulos cada e ao todo tem 42 missões; dentre essas missões, a maioria se baseia em ficar explorando o mapa que é comberto por nuvens e encontrar alguma coisa ou então derrotar alguma vila, sendo as últimas missões de cada capítulo em geral uma partida normal do jogo, com o ciclo completo. Por esse motivo, as missões da história são bem entediantes e nada difíceis e as missões que tem o ciclo completo só demonstram o quão simplificado o jogo é. Fora da história, temos o modo batalha que pode ser jogado em singleplayer ou multiplayer e tem alguns modos: Aniquilação, modo padrão cujo objetivo é derrotar toda a base inimiga, Captura a bandeira, cujo objetivo é levar a bandeira inimiga até sua base, King of the hill, cujo objetivo é ficar mais tempo em uma área, Brick Race, cujo objetivo é conseguir a meta de peças lego mais rápido que o oponente, Goliath, cujo objetivo é derrotar um boss o mais rápido possivel com recompensa de medalhas e Survival, cujo objetivo é sobreviver o máximo possível com medalhas para quanto tempo, sendo 10, 20 e 30 minutos. Pela simplicidade do jogo e pela gameplay travada, todos os jogos tem a mesma dinâmica, aniquilação é o padrão, capture a bandeira não funciona direito pois as tropas ficam presas nas estruturas e o inimigo constrói em volta da bandeira o que torna impossível as tropas dele entregarem a sua bandeira e as suas de pegarem a dele, sendo mais fácil destruir todas as tropas e estruturas dele do que pegar a bandeira; king of the hill também é mais fácil derrotar a vila do inimigo do que ficar em uma área esperando, brick race é entediante pois mal tem interação entre os jogadores, goliath é a mesma coisa, mas ao invés de lutar contra a vila inimiga você enfrenta um dragão e o survival é um saco de conseguir as 3 estrelas, quase que impossível, já que, além de serem 30 minutos, as habilidades são bem bugadas, ora dão um dano absurdo ora não, eu só consegui deixando duas tropas no canto do mapa e para minha surpresa os inimigos bugam e não conseguem achar as tropas. Resumindo, o modo história não funciona bem com a dinâmica RTS desse jogo e os modos batalha são muito parecidos e muitas vezes não funcionam pelas limitações do jogo, a movimentação dos personagens é bem bugada ainda mais quando um personagem é formado por 3 personagens, ficam travando em tudo, as habilidades são inconsistentes, o ciclo de gameplay é simplista e desinteressante e a história não traz nada de novo para a franquia. Se tratando da temporada piloto, poucos personagens são relacionados à franquia, sendo metade deles de outras franquias Lego ou simplesmente inventados. Joguei no Miyoo mini plus e usei os Red Bricks (como se fossem cheats, mas que fazem parte da gameplay como desbloqueàveis) para acelerar e por não ter jogado com duas telas e não ter uma tela touch ou uma caneta, foi bem mais complicado de jogar, tendo que controlar a caneta virtual com os Dpads do console, creio que a experiência seja melhor no DS, mas não creio que se salve visto os problemas que citei.
DS
Jul 27, 2025
Lara Croft GO9
Jul 27, 2025
Ótima experiência, fui achando que acharia um jogo simples e divertido e fui surpreendido com um excelente jogo de puzzle com uma apresentação linda. Diferente de outros jogos de puzzle, Lara Croft Go utiliza padrões de movimento de inimigos para criar situações complexas o suficiente pra quebrar a cabeça, mas simples o suficiente pra se ter o prazer de conseguir resolver sem se frustrar. Diferente de outros casos similares, onde utilizam franquias famosas apenas pra vender um jogo genérico, este tem toda a personalidade de Tomb Raider, mais até que muitos dos jogos da franquia principal, monstros, tumbas e aquele clima de solidão e de aventura estão aqui. Logo de começo já me surpreendi com as mini cenas que acontecem entre as fases, que são muito bem dirigidas e fazem toda a diferença pra te colocar no ambiente daquela tumba. Em geral, as fases são bem equilibradas em dificuldade, mas algumas poucas vezes senti um certo desequilíbrio entre elas, com algumas bem difíceis seguidas por outras ridículas de fáceis. O jogo é bem curtinho, zerei 100% com todas as conquistas em 7,3 horas, adorei a experiência, muito satisfatório e divertido.
PC