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SummaryStep inside music's biggest scandal with Milli Vanilli, a new feature-length documentary that tells the story of Robert Pilatus and Fabrice Morvan. Rob and Fab, better known as Milli Vanilli, became the world’s most popular pop duo in 1990—but their ascension came at a devastating price that ultimately led to their infamous undoing.

Directed By:Luke Korem

Milli Vanilli

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Jun 12, 2023
90
Variety
As a documentary, Milli Vanilli brings off something at once strategic, artful, and humane: It presents what happened to Milli Vanilli so that we empathize directly with these two young men who were drawn, like sacrificial virgins, into the pop maelstrom.
Oct 26, 2023
80
The Telegraph
It’s an absorbing blend of comedy and tragedy.
Oct 25, 2023
80
The New York Times
The performers Fab Morvan and Rob Pilatus earn your empathy in the documentary Milli Vanilli, a jolting, eye-opening investigation on how fame destroyed them. The war-of-words film, directed by Luke Korem, unfolds like a whodunit.
Oct 24, 2023
75
RogerEbert.com
Korem doesn’t uncover too much that’s new, but more than three decades later, he gives key players the opportunity to share their memories and perspectives. The passage of time provides frank reassessments—some tragic, some humorous.
Jun 12, 2023
75
TheWrap
Well-researched and polished, even if it’s essentially a feature-length episode of “Behind the Music.”
Oct 26, 2023
60
The Hollywood Reporter
Maybe Korem’s primary objective is simply to make you think more about Milli Vanilli than you ever have before. In that, it’s a total success. It’s more of a failure when it comes to trying to answer some of those big questions and engage in direct accountability, and I don’t know if I buy most of its cultural conclusions
Oct 24, 2023
60
The Daily Beast
A cautionary tale about…making “a pact with the devil.” However, Milli Vanilli doesn’t have much to reveal that isn’t by now well-known pop lore.
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Dec 4, 2023
8
alanpotter17
Eu não conhecia essa incrível história da banda Milli Vanilli, formado por um dueto de artistas, e o filme já começa mostrando o único sobrevivente da banda, a ascensão e quedas meteóricas, de modo que não haverá exatamente surpresas. Mas espertamente a edição segura as pontas, e o filme é sobre o caminho a se percorrer até que a fraude da banda, por usar playbacks, seja posta a público, envolvendo produtores, empresários e outros artistas. Claro que Milli Vanilli não entra sozinho neste rol, artistas como Britney Spears, Justin Bieber, Mariah Carey, tiveram seus momentos de playbacks postos à mídia, mas aqui a proporção foi gigante, e ainda tinha um Grammy atrapalhando o caminho. Os cantores não usaram apenas em apresentações ou de forma pontual: simplesmente todo o disco de estreia fora gravado com vozes de terceiros, e este mesmo disco rendeu-lhes um Grammy por artista Revelação de 1990. Formado pelos cantores Fabrice Morvan e Rob Pilatus, a ascensão da Milli Vanilli começou em 1988, quando lançaram seu álbum de estreia "Girl You Know It's True". O álbum foi um grande sucesso, impulsionado por singles como "Girl You Know It's True", "Blame It on the Rain" e "Baby Don't Forget My Number". A imagem da banda era caracterizada por sua aparência moderna e danças coreografadas, o que os tornou populares no cenário musical da época. Tinham o apelo da dança e do estilo a seu favor, com suas imagens sendo devidamente exploradas. A dupla, então, cruza com os produtores Frank Farian e Bernd Dietrich, que contrataram outros cantores para gravar as faixas do álbum que seriam lançados por Milli Vanilli. A questão é: ralmente impressiona que muitos figurões não sabiam disso, ou sabiam e faziam vista grossa? Em um dos depoimentos, um deles já avisa: o que isso importa? Afinal, na música de massa se está consumindo um produto. Esse debate é relevante hoje em dia à medida que vivemos a era dos DJs, que lançam singles cheios de efeitos especiais remasterizados, ou mesmo temos a presença da IA fazendo reviver cantores já mortos, como no caso de "Now and then" dos Beatles, lançada em novembro de 2023. Qual o papel, afinal, da autenticidade na arte? O sociólogo Pierre Bourdieu, em suas reflexões sobre o campo cultural, argumenta que a autenticidade desempenha um papel crucial na legitimação simbólica das obras de arte. Ele sugere que as práticas culturais são marcadas por lutas simbólicas, nas quais os artistas buscam estabelecer a autenticidade de suas expressões como forma de obter reconhecimento social. No entanto, o debate sobre a autenticidade nas obras de arte também se conecta a questões de performance e performatividade. Judith Butler, influente teórica ****, argumenta que a autenticidade é uma construção performativa, onde os artistas, ao se engajarem em práticas artísticas, constantemente negociam e redefinem suas identidades perante seus públicos. O que Milli Vanilli fazia era isso: performance. Claro que há um limite do "ser autoral", e se aqui o limite fora claramente extrapolado, muitas vezes eles não ficam claros, como no uso de efeitos provocados pelas tecnologias. Walter Benjamin, por exemplo, introduziu o conceito de "aura" para descrever a autenticidade única e a presença que uma obra de arte original possui em comparação com suas reproduções. Ele argumenta que a reprodutibilidade técnica das obras de arte na era moderna diminui a aura, transformando a relação das pessoas com a arte. Se na cultura de massa se tende a perder a "aura", ao dissolver a singularidade do artista, por outro lado a arte é capaz de criar conexões e experiências. Afinal, o que se quer com a arte? Ao abraçar a ideia de arte como experiência única, os apreciadores de arte e os críticos são incentivados a valorizar a autenticidade, a singularidade e a complexidade que cada obra de arte oferece. Essa perspectiva desafia as formas mais massificadas e reproduzíveis de apreciação artística, destacando a importância de se envolver profundamente com o momento presente e a singularidade de cada encontro com a arte. O caso de Milli Vanilli apenas expõe essa hipocrisia, e se por um lado extrapolam os limites do aceitável, por ouro lado mostra que ainda estamos em processo de construção e em busca do prazer artístico genuíno.
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  • Keep On Running Pictures
  • Fulwell 73
  • MTV Entertainment Studios
  • Media Rights Capital (MRC)
Oct 24, 2023
1 h 45 m
TV-MA
10 Million Albums. 1 Epic Lie.
Grierson Awards
• 1 Win & 2 Nominations
International Documentary Association
• 2 Nominations
Austin Film Critics Association
• 1 Win & 1 Nomination
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