O ponto mais alto da franquia, Borderlands 2 apresenta tanto conteúdo que impressiona. Seus gráficos estilizados, sua gameplay fluida, seu humor ácido e suas quests criativas tornam a experiência uma verdadeira montanha-russa de divertimento. Jogue com amigos.
Borderlands não é para qualquer um, serei sincero. Um dos maiores exemplos (se não o maior) do gênero looter shooter, suas especificidades podem não agradar a todos, mas seu humor, seu estilo único e sua jogabilidade podem divertir até os mais **** jogue com amigos.
Redout é a prova que um dos gêneros mais esquecidos dos jogos de corrida não está totalmente morto - e que há uma luz no fim do túnel. Não espere algo inesquecível, mas uma boa adição para um gênero que merece mais.
Onde o N64 brilhou em 1998, o GameCube brilha ainda mais em 2003. F-Zero GX é o maior exemplo do que um ''gravity racing game'' tem que ser - rápido, difícil e belo. E F-Zero GX prova que a barra para superá-lo é muito alta.
Eu olho para GoldenEye com muito mais apreço que olho para Perfect Dark, por um único motivo: Foi GoldenEye que popularizou o gênero FPS para os consoles de mesa. Claro, se a sua qualidade não fosse ímpar, dificilmente seria tão memorável, mas estará sempre no coração dos gamers como uma diversão em tempos mais simples.
Olhar para Perfect Dark em 2024 é muito diferente que em 2000, com certeza. Obviamente que, ao ver um título dessa magnitude em um console como o N64 seja um feito por si só, Perfect Dark atualmente é um bom e divertido shooter, que não envelheceu tão bem, mas que deve ser sempre olhado com olhos técnicos, e não necessariamente críticos. Fadado a ser sempre um ''Marvellous Achievement'' do console, não há muito mais o que ser dito de Perfect Dark.
Eu talvez sofra por fazer esse review ao analisá-lo em 2024, e não em 2002. Claro, MoH: AA cumpre muito bem seu papel: Ser um shooter em primeira pessoa na 2ª guerra mundial. Talvez a ideia de você ser um único soldado atropelando tantos **** sozinho seja meio infiel à história mundial, mas ele diverte e te leva para as grandes batalhas.
Dead Island 2 demorou muito pra sair, mas saiu bem. O game é belíssimo, divertido e engraçado, como seu antecessor. As armas são engenhosas, os personagens são desinteressantes, o mapa é belíssimo e a história confusa. Quer mais o quê? É Dead Island.
Ele nunca será o que os trailers mostraram supostamente ser, mas Dead Island, por mais que esteja recheado de problemas técnicos, diverte. E diverte bastante, principalmente com amigos. Sua história é confusa, os personagens desinteressantes e as motivações bizarras. Mas ele é lindo, diverso, engraçado e divertido.
Inovador, surpreendente e espetacular, Halo: CE é um dos pilares dos jogos FPS, e sempre estará lá. Com uma história envolvente, armas tecnológicas e gráficos estonteantes, é difícil passar batido ao ver Master Chief lutando contra os Covenants e o Flood.
Muitos criticam Bioshock 2 por não ser Bioshock 1. Eu não sou assim. Bioshock 2 é, até certa forma, melhor que seu antecessor. Jogabilidade mais fluida, atmosfera continua a ser inigualável e agora você é um Big Daddy. Como não gostar? Você pode não ser tão vulnerável como no primeiro, mas é Bioshock em sua essência.
Difícil não recomendar. Bioshock é uma obra prima da 7ª geração, com uma atmosfera que nunca vi outro título chegar perto. Os gráficos, a história, a jogabilidade e a tensão de Rapture são inigualáveis. É, provavelmente, um dos melhores jogos que já joguei.
Transformers: WFC é como se o universo de Transformers encontrasse o universo de Gears of War. A jogabilidade é bem parecida, assim como seus gráficos são quase idênticos. Isso é ruim? De forma alguma. Com duas campanhas que servem bem aos fãs dos Decepticons e dos Autobots, eu recomendo fortemente aos fãs da série. A taxa de quadros pode ser bem horripilante, mas o resto compensa. Ah, Peter Cullen continua como Optimus, ou melhor, Orion Pax.
Secret Service não é um dos piores títulos que já joguei, mas não por longe. A história é estranha, as fases não fazem sentido e o protagonista menos ainda. Minimamente, a jogabilidade é mediana e a dublagem é de Nolan North, que deixa menos odioso. Ainda sim, difícil recomendar.
Hour of Victory é exatamente o que um game não deve ser. Com uma taxa de quadros horripilante, gráficos horríveis (mesmo usando a recém lançada UE3), jogabilidade limitada, gunplay medonha e uma história sem graça e nexo, Hour of Victory é, provavelmente, o pior jogo de WW2 já lançado na história. O Xbox 360 deveria ter vergonha de ter lançado um título como esse em sua biblioteca de exclusivos.
7.5. Far Cry 5 é divertido, lindo e possui uma excelente jogabilidade. Mas, ao mesmo tempo, é extremamente repetitivo e excessivamente longo. Construído para ser uma experiência co-op, jogar sozinho é maçante. E essa fórmula se repetirá...
Eu sempre vi as críticas a FC3: Blood Dragon como um dos melhores títulos da franquia, então me interessei para jogá-lo. Por mais que tenhamos um novo mapa, novos personagens, inimigos e armas, FC3 é curtíssimo e nada de inovador. É divertido, com certeza, mas pouco mais que isso.
Far Cry New Dawn acerta em algumas coisas, mas erra feio em outras. A experiência é divertida, os gráficos são lindos e a jogabilidade é bem refinada. Construído como uma experiência em co-op, jogar sozinho é desinteressante e pouco recompensador, principalmente na batalha final. Some isso às vilãs, que não são carismáticas, e os personagens da história também não são. Para se divertir com um amigo por um final de semana, pode valer a pena.
Far Cry 4 é o Far Cry 3 em esteroides, podemos dizer. Com um mapa diverso, vilão memorável, gráficos espetaculares e uma jogabilidade ainda mais refinada, é difícil não recomendar aos amantes de jogos de ação em primeira pessoa. Contudo, a DLC deixa a desejar.
Dead Rising é um clássico do gênero sobrevivência zumbi. Com olhos a quando lançou, DR é divertido, diverso, diferente e inovador em muitos aspectos. A qualidade técnica é absurda, com detalhes expressivos e com uma gameplay sólida para a época. Infelizmente, sofre por ter envelhecido bem mal - principalmente na jogabilidade - que carecem de precisão. Mas, aos amantes, é um dos melhores que encontrará para se divertir em um bom final de semana.
Kane & Lynch poderia ser um ótimo filme, ou até mesmo série. Mas como game, é completamente péssimo, e peca em tudo que se presta a fazer. A história é confusa, curta e convoluta, os gráficos são péssimos com uma taxa de quadros abismal e a jogabilidade é travada e extremamente imprecisa. Isso faz KL1 ser um game difícil de recomendar, e fácil de passar longe. Kane como protagonista não convence, e Lynch como suporte também não.
Kane & Lynch 2 tenta consertar os erros crassos que seu antecessor cometeu. Com gráficos mais bonitos, gameplay um pouco mais refinada e um carisma entre os protagonistas ainda maior, KL2 tenta demais, mas falha muito. Com um estilo found footage que causa náusea em muitos, violência exuberante e uma I.A. tenebrosa acoplada a uma história curta e incompleta, não há muito o que recomendar, além de passar longe disso.
Por um motivo imbecil posteriormente corrigido na versão de Playstation 4, Beyond Two Souls aposta em uma narrativa confusa, com memórias cruzadas que não seguem uma lógica específica. Além, por mais que as performances de Ellen Page e Willem Dafoe sejam memoráveis, a história tenta demais ser levada a sério, mas não consegue. Porém, os gráficos são completamente espetaculares.
Detroit Become Human é o mais completo jogo de escolhas que impactam as ações que eu já joguei. Com personagens carismáticos, gráficos espetaculares e tramas sociais relevantes, torna-o o melhor trabalho da Quantic Dream já lançado.
Nota final: 8.5 Resistance 3 surpreende em muitos aspectos se comparado ao seus antecessores. Com uma jogabilidade refinadíssima, gráficos espetaculares e uma história minimamente interessante sob um novo ponto de vista, Resistance 3 é, para mim, o melhor da franquia. Uma pena que para os fãs mais conservadores, uma mudança radical demais na franquia.
Nota Final: 7.5 Resistance 2 implementa uma melhor jogabilidade, mais checkpoints e inimigos menos ''esponjas de balas'' se comparados ao seu antecessor. Graficamente, inova, mas no quesito história, carece. O final é divisivo, mas a jornada é minimamente decente para quem gostou do antecessor. Envelheceu bem melhor que seu antecessor.
Resistance é uma subestimada franquia da Sony que começa bem, mas envelheceu bem mal. Os inimigos serem esponjas de balas e a falta de checkpoints que dificultam a jogatina dos jogadores tornam a experiência um pouco menos prazerosa do que poderia ser. Porém, com uma boa história, boa jogabilidade e gráficos insanos (para a época), Resistance é uma joia subestimada para poucos.
God of War II continua a excelente história de vingança de Kratos com combate mais refinado, mais memorável, mais brutal e mais bonito ainda. Se God of War foi ótimo, God of War II é excelente.
Como um God of War lançado para o PSP, Chains of Olympus cumpre seu papel extremamente bem, mas carece no âmbito da história - praticamente sem influência nos eventos que seguem a franquia - que deixa a desejar. Porém, aos amantes, uma boa diversão, por mais curta que seja.
Por mais que atualmente God of War tenha envelhecido mal, analisando em retrospecto, é um dos melhores hack'n'slash já lançados na história. Com gameplay refinada, gráficos excelentes, brutalidade sem igual e com um protagonista memorável, tornam o título imprescindível para o PS2.
Depois de ter zerado Killzone HD no PS3, posso dizer: QUE JOGO PÉSSIMO! Killzone pode ser memorável pelos inimigos e seus visuais aterrorizantes e pelo visual surpreendente no PS2, mas nossa; que game ruim em todos os outros aspectos. A gameplay de Killzone é péssima. Os protagonistas são pesados, parecem tanques de guerra sobre pernas. Além disso, a movimentação é muito limitada, não há pulos e muitos movimentos são lentos, como atravessar uma barricada até mesmo agachar. As armas são extremamente imprecisas, os inimigos possuem vidas absurdas e o oferecimento de munição em muitas horas chega a ser escasso pelo número de inimigos. Além que, as armas possuem recuos abusivos. Ademais, os cenários são vazios, mas variados. Existe neste tópico uma brecha, ainda mais que ele foi feito para o PS2, que é limitado. Mas mesmo assim, Halo 2 dá um baile em visuais. Os personagens são desinteressantes, possuem pouco desenvolvimento e possuem uma péssima dublagem. Fora que, a captação de áudio é muito ruim, e nem na remasterização ajustaram isso. Os checkpoints do game são muito espaçados entre eles. Em uma das missões do game, fiquei mais de 10 minutos enfrentando inimigos e indo a várias áreas sem um único checkpoint, para infelizmente morrer e voltar TUDO DE NOVO. Killzone infelizmente peca em praticamente tudo que faz, e quando faz bem, não é memorável a um nível que deveria. É um shooter pouco decente e extremamente frustrante. Não recomendo a quem se interessar pela franquia.
Nota final: 8.5 Knight é um excelente fechamento para uma das melhores trilogias dos jogos eletrônicos. Com gráficos absurdos e uma gameplay ainda mais refinada, Knight peca pela falta de tantos chefões memoráveis como em seus antecessores; e também pelo uso repetitivo da mais nova introdução da franquia: o Batmóvel. Por mais que andar nele inicialmente seja espetacular e Gotham seja outro espetáculo a parte, torna-se pouco inovador com a medida do tempo. Porém, além disso, continua sendo um excelente Batman: Arkham.
Quando lançado, uma obra de arte. E bem, ainda é. Um combate espetacular, gráficos sensacionais e uma história excelente, Asylum pode ser sombrio demais para alguns, mas isso o faz ser temido. E bem, na pele dele, sabemos o porquê. O Coringa, inclusive, é outro espetáculo a parte.
Nota final: 9.3 Um espetáculo, do início ao fim. O que já foi espetacular em seu antecessor, foi aumentado muitas vezes na sequência. Com muita ação, um mundo aberto inovador e missões memoráveis, City é o melhor jogo eletrônico do Batman já lançado. E para superá-lo, portanto, vai precisar de muito.
Nota final: 7.5 Arkham Origins inova pouquíssimo se comparado ao seu antecessor, Arkham City. E, por ser o espetáculo que é, Origins é frequentemente comparado e perde em quase todos os quesitos. Com alguns gadgets novos e interessantes, a cidade é praticamente a mesma de City, com poucas áreas novas para explorar. O que mais brilha são os chefões, que impressionam pela variedade e pelas lutas. Ademais, para os fãs da franquia, vão gostar; mas não esperem nada revolucionário, pois ele não é.
Bioshock: Infinite é sensacional, do início ao fim. Com excelentes gráficos, ótima ambientação, jogabilidade responsiva e a química entre os personagens é memorável, Infinite é completo, por mais que depois descobrimos que seria bem diferente do que foi apresentado a nós. Aos fãs da franquia, ficarão maravilhados. Aos que nunca jogaram, joguem, não se arrependerão.
Como um fã da franquia, é difícil dar uma nota tão baixa para um material que foi entregue aos fãs. Porém, Mafia III não merece tanto assim. Com gráficos medianos, gameplay responsiva e uma gigantesca repetição no modo história, Mafia III sofre por ser infinitamente inferior aos seus antecessores. Compre-o em promoção e se realmente gostar da franquia. Lincoln Clay é um bom protagonista, e a introdução do Vito no modo história faz sentido, mas sinto que faltou muito interesse em realmente fazer uma boa continuação de Mafia II.
Nota: 8.3 Mafia: Definitive Edition é um presente para os fãs da franquia Mafia. Mafia DE não é uma completa releitura do clássico de 2002. Enquanto há uma clara semelhança na jogabilidade e nos gráficos se comparados ao antecessor Mafia III, Mafia DE apresenta gráficos mais bonitos, jogabilidade responsiva, história espetacular e um mundo aberto mais vivo que o seu material original. Mas, é visível que a desenvolvedora Hangar 13 sofreu com um pequeno orçamento em mãos. A falta de conteúdo pós-conclusão da história principal e seus gráficos não são espetaculares se comparados a outros títulos que o sucederam.
Um remake feito de forma exemplar. Com uma narrativa própria e mais completa, Resident Evil 2 ''Remake'' pouco se distancia do material original, sendo inclusive melhor que o clássico de 1998. Com personagens mais desenvolvidos, gráficos espetaculares, gameplay sólida e um ambiente ainda mais macabro e assustador que o original, é difícil não recomendar esta excelente adição à franquia para todos.
It could not be what the fans was expecting in terms of graphical achievements, but Battletoads manages to be everything a good beat'em'up needs. Fun to play, hilarious to see and more important, a pretty smooth gameplay to enjoy.
Superhot: Mind Control Delete improves the original game with even more challenging levels, new weapons and fun. Getting this game for free, is a true gift for all of the fans of the original game, and a hell of a new entry in the franchise.
Nota final: 7.5 Ryse possuía tanto potencial, mas foi desperdiçado. Para que fosse lançado juntamente ao novo console, o game teve de ser ''cortado'' e teve seu desenvolvimento extremamente prejudicado com isso. Porém, o resultado é satisfatório: Gráficos belíssimos, ambientação épica, personagens carismáticos e uma história curta, porém bem desenvolvida. A jogabilidade, por outro lado, é simples e fácil demais, com pouquíssimas combinações se comparado a um Hack'n'slash de renome. Pelo preço certo, pode divertir e impressionar aqueles que procurarem um game ''tranquilo'' e ''simples''. Mas não espere nada de ''sensacional'' ou ''memorável''.
Nota final: 8.2 Dead Rising 3 consegue se resumir em poucas palavras: Quanto maior, melhor. Com uma cidade enorme para se explorar, centenas de zumbis na tela, gráficos lindos e uma grande variedade de armas e combinações, Dead Rising 3 conseguiu melhorar em muitos aspectos se comparado aos seus antecessores, com grandes mudanças na jogabilidade, por exemplo. Porém, o que pode incomodar muitos fãs mais antigos e assíduos são os mais novos psicopatas, além do arsenal de armas; que ''ingame'' podem ser impressionantes, mas não tão variadas como em Dead Rising e suas combinações não tão criativas como em Dead Rising 2.
Nota final: 8.4 Wolfenstein II: The New Colossus melhorou em muitos aspectos se comparado ao seu antecessor, tanto em jogabilidade mais atrativa, mais munições e gráficos ainda mais estonteantes. Porém, algumas decisões e rumos na história do game não foram tão espertas assim, deixando-o com uma falta de identidade que muitos títulos da franquia não sofreram.
Lost Planet pode ser um espetáculo gráfico, e na época em que lançou, um grande exemplo de jogabilidade refinada. Com grandes inimigos, mapas com um ótimo design e os ilustres Vital Suits(Mechas de Assalto) o game pode ter sido um sucesso na época, mas hoje em dia não impressiona tanto assim- ainda mais com sua jogabilidade que envelheceu bem mal.
Com uma pegada oldschool e muito sóiida, Wolfenstein: The New Order consegue reviver uma franquia que sofreu de uma crise de identidade a muitos anos. Por mais que a falta de munição e certos aspectos da jogabilidade ''travada'' o tornem datado, é um excelente reboot de uma franquia clássica. E o protagonista, B.J está melhor do que nunca.
Mais ambicioso que o 1º, Rise of the Tomb Raider consegue novamente tudo o que a saga conseguiu reviver em 2013 e com muito mais conteúdo. Com um mapa muito maior, uma Lara mais madura e séria, os amantes da franquia irão gastar muito tempo- com muito prazer- em um dos melhores Tomb Raiders até o momento.
Forza Horizon 3 é uma das mais sólidas experiências de um game de corrida que um aficcionado pelo mundo automobilístico possa ter. Apresentando um gigantesco mundo aberto para explorar e centenas de veículos para dirigir, é muito difícil não se apaixonar. Por mais que muitas vezes ele possa ser vazio se não jogado com amigos, Forza Horizon 3 impressiona até mesmo aqueles que não se importam com o gênero.