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SummaryMaria tells the tumultuous, beautiful and tragic story of the life of the world’s greatest female opera singer, relived and reimagined during her final days in 1970s Paris.

Directed By:Pablo Larraín

Written By:Steven Knight

Maria

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Sep 4, 2024
91
Entertainment Weekly
This is a portrait of all that an artist must sacrifice for their work and the ways that is amplified further as a female artist. It's a fable of fame and control, but it's also an ode to a woman who could only find peace by singing her heart out.
Oct 4, 2024
80
Slashfilm
Practically every immaculate shot in Maria is framed as if it were the title character's own theater stage. This makes an apt runway for Angelina Jolie to do her thing and deliver easily her most dialed-in performance of the last decade (or more).
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Feb 23, 2025
10
akenaton1984
Una película que trabaja en muchos niveles sobre lo biográfico y lo ficcional, sobre lo real y lo ilusorio.
Jan 31, 2025
10
the_divx
This movie is a profound reflection on art and the life of artists, their sacrifices. It's a beautiful composition of a woman's existance in pieces, of a singer who has touched the essence of being human through her voice and after losing her song she loses her identity, her art, her life.
Nov 26, 2024
75
Original-Cin
For a biopic about Maria Callas, one of opera’s most vivacious personalities, director Pablo Larraín’s visually sumptuous Maria is unusually downbeat.
Aug 30, 2024
67
The Film Stage
Larraín keeps much of the film quiet, and as a result Maria can feel a little empty: a conceptual touch, perhaps, but one that leaves Knight’s script and Jolie’s performance (presence to burn, a bit limited for interiority) with a lot of heavy-lifting.
Aug 29, 2024
60
Screen Rant
There's plenty to admire in Maria, and in Jolie's performance, but my connection to certain scenes shouldn't be mistaken for my being emotionally engrossed. In fact, I typically felt kept at a distance.
Aug 30, 2024
50
Collider
Pablo Larraín's Maria is a one-note exploration of another public figure that just makes the same points over and over again.
Aug 29, 2024
40
The Times
This is a film fed by, and consistently cutting to, the operas that defined its subject. Yet there is not a single moment that is emotionally operatic. It is wilfully, wearily flat.
See All 50 Critic Reviews
Jan 4, 2025
10
jess8461
[SPOILER ALERT: This review contains spoilers.]
Jan 20, 2025
6
alanpotter17
Pablo Larraín faz da sua Maria Callas uma mulher compenetrada, difícil de lidar, e deixa no ar seus priviégios, mas também sua vulnerabilidade. O ritmo cadenciado casa com a proposta, mas faltou um tempero ali, talvez de loucura, porque o roteiro tenta contornar a realidade da protagonista (uma ótima Angelina Jolie) em um ambiente fantasioso, cuja suspnsão da realidade, porém, sempre soa cafona e limitada. Poderia ser mais.
Jan 19, 2025
6
Nerdcall
Pablo Larraín retorna ao gênero das cinebiografias para encerrar sua "trilogia das divas", composta por Jackie (2016) e Spencer (2021). Desta vez, o foco é Maria Callas, a lendária soprano que marcou a história da música clássica. No entanto, o que poderia ser um encerramento triunfante resulta em uma obra que, embora tecnicamente impecável e sustentada pela atuação impactante de Angelina Jolie, sofre com escolhas narrativas e estilísticas que enfraquecem sua força emocional.O filme impressiona com uma parte técnica de altíssimo nível. Desde o design de produção, que transporta o espectador à Paris dos anos 1970, até a fotografia que alterna entre tons suaves para simbolizar a decadência vocal de Callas e contrastes em preto e branco que exaltam sua grandeza passada, Maria é visualmente impecável. A trilha sonora, que intercala momentos de silêncio contemplativo com as gravações icônicas da soprano, amplifica o impacto dramático e engrandece ainda mais a atuação de Jolie. Além disso, maquiagem, figurino e penteados recriam com perfeição a figura imponente e vulnerável de Callas, contribuindo para uma ambientação rica e detalhada.Apesar de toda essa excelência técnica, Maria não escapa de falhas narrativas significativas. Larraín e o roteirista Steven Knight optam por retratar a última semana de vida de Callas, intercalando flashbacks que relembram momentos marcantes de sua carreira e vida pessoal. Essa abordagem fragmentada, que deveria oferecer uma visão intimista da protagonista, acaba comprometendo o envolvimento do público. Ao tentar equilibrar o presente com o passado, o filme não consegue se aprofundar completamente em nenhum dos dois aspectos, deixando lacunas emocionais e subtramas importantes apenas mencionadas ou completamente ignoradas. A decisão de personificar o remédio Mandrax em um jornalista que conduz entrevistas com Callas também soa como uma solução narrativa preguiçosa, utilizando diálogos expositivos para transmitir o que poderia ter sido explorado de maneira mais orgânica e sutil.O conflito interno de Maria Callas – sua luta contra a decadência vocal e a tentativa de resgatar seus tempos áureos – é um terreno rico para um drama emocionalmente poderoso. No entanto, as escolhas de Larraín, que privilegiam um tom contemplativo e silencioso, resultam em uma experiência fria e distante. Mesmo quando o filme busca explorar o relacionamento conturbado entre Callas e Onassis, a abordagem parece superficial e incapaz de gerar a empatia **** há algo que impede Maria de desmoronar por completo, é a atuação de Angelina Jolie. Em um papel desafiador que exige sutileza e intensidade, Jolie entrega uma performance memorável. Seus gestos contidos, o olhar melancólico e a postura frágil capturam com precisão a solidão e o isolamento de Callas em seus últimos dias. Mesmo com algumas falhas de sincronização labial nas cenas em que a voz de Callas é mixada, Jolie consegue transmitir uma potência emocional que supera as limitações do roteiro. Sua performance, sem dúvida, é o elemento mais marcante do filme e será lembrada como um dos melhores momentos de sua **** entanto, nem mesmo o brilhantismo de Jolie consegue compensar as decisões equivocadas de Larraín. O diretor, que em Jackie e Spencer conseguiu desconstruir figuras icônicas e explorar suas vulnerabilidades com grande impacto, aqui entrega uma obra que se perde em suas próprias ambições. A tentativa de equilibrar o intimismo com a grandiosidade acaba resultando em um filme desconectado, que impressiona visualmente, mas carece de envolvimento **** resumo, Maria é um filme que exala técnica e refinamento, mas falha em criar uma conexão significativa com o público. Angelina Jolie é, sem dúvida, a alma do filme, entregando uma atuação tão poderosa que transcende os problemas da narrativa. No entanto, dentro da trilogia de Larraín, Maria se destaca como o capítulo mais fraco, ficando aquém das expectativas de um encerramento digno para essa série de cinebiografias inovadoras. Mesmo assim, o filme é um testemunho da ambição de Larraín e do talento de Jolie, provando que, mesmo em seus tropeços, o diretor ainda é capaz de criar obras instigantes e visualmente marcantes.
Jan 3, 2025
1
Penthesilea
That movie and the unspeakably bad performance of one of the most overrated actresses in the world made me so mad I registered here. Callas was a goddess. The movie makes her a cranky delusional drug addict and sells that as "depth". Jolie acts self-centered and lifeless. She is nowhere near Callas, but 100% into Jolie. I watched her promote the movie on Kimmel and allegedly modestly talk about "her singing": unbearable. Her singing is audible when Maria's voice fails, and that is a metaphor for the whole over-hyped movie.
Dec 14, 2024
1
Dedy
Boring, pill sleep, so slow, despite it has beautiful cinematography and costume design. Singing an opera voice is difficult, even you're singer. Although you've training for that, so i doubt that Jolie did opera singing, or it's just lipsync? Again it's just mediocre biopic
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  • The Apartment
  • Komplizen Film
  • Fabula
  • FilmNation Entertainment
  • Fremantle
Nov 27, 2024
2 h 4 m
R
Academy Awards, USA
• 1 Nomination
Golden Globes, USA
• 1 Nomination
Satellite Awards
• 3 Nominations
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