SummaryKate (Julianne Moore) is a mother struggling to make peace with her troubled daughter Claire (Sydney Sweeney) — a situation that becomes even more perilous when Claire shows up on Kate’s doorstep, hysterical and covered in someone else’s blood. As Kate pieces together the shocking truth of what happened, she learns just how far a mother will go t... Read More
Directed By:Michael Pearce
Written By:Brad Ingelsby
Echo Valley
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Metascore
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36% Positive
8 Reviews
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59% Mixed
13 Reviews
13 Reviews
5% Negative
1 Review
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Jun 12, 2025
80
You just want to punch the air and shout, “Yes, this is what it was like in the before times! With actual acting, crafted lines and plot!”
Jun 19, 2025
70
When you’re simply looking for something semi-interesting to stream, stories like these don’t necessarily require great actors, but great actors are the reason some of them still reverberate in our memory decades later.
User score
Mixed or Average
4.6
15% Positive
5 Ratings
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58% Mixed
19 Ratings
19 Ratings
27% Negative
9 Ratings
9 Ratings
Jul 23, 2025
7
Absolutamente tudo que a Juliane Moore faz é acima da média, e aqui essa mãe sofrendo o pão que o diabo amassou por conta de uma filha ingrata e viciada faz jus ao talento da atriz. Claro que o roteiro facilita seus percalços, em cenas como ela no barco, ou ela elaborando um plano mirabolante ao final, mas o fato é que o filme consegue nos manter curioso, o ritmo não cai, e ela esbanja talento em tela. Não sei até que ponto sentimento de mãe pela filha é indestrutível, porque olha, a menina se saiu pior que o diabo.
Jun 28, 2025
6
Echo Valley is a gripping emotional thriller anchored by powerful performances from Julianne Moore and Sydney Sweeney, exploring the complexities of addiction, grief, and parental sacrifice. While the film shines in its raw emotional beats and beautiful rural visuals, its pacing lags in the final act, and some plot twists feel more distracting than impactful. Still, its heartfelt core and character-driven storytelling make it a worthwhile, if uneven, watch.
Jun 16, 2025
63
It’s all handled reasonably well, with just enough twists to hold the interest and just enough attention to the logic of it all for Brand Ingelsby’s script to make sense — more or less.
Jun 17, 2025
50
On the surface, this may sound like a nice, trashy little diversion. We can confirm the “trashy” part, and you know that any time you give Moore the chance to either weep, become enraged or, in a best case scenario, do both at once, it’s going to reap some sort of dividends.
Jun 12, 2025
50
Battling downpours and an abundance of nighttime shadows, the cinematographer Benjamin Kracun adds a classy, coppery richness where he can. But “Echo Valley,” directed by Michael Pearce (whose 2018 feature debut, “Beast,” mingled equally dissonant themes with far greater dexterity), is ultimately undone by Brad Ingelsby’s distracted script.
Jun 11, 2025
40
Director Michael Pearce, who previously made 2021’s decent crime thriller Encounter starring Riz Ahmed, keeps the pace brisk but never really punches up the source material.
Jun 8, 2025
38
A story that might have been benefited by being allowed to breathe over a six-episode arc instead feels rushed and schematic rather than lived-in.
Jun 16, 2025
5
Quando Echo Valley foi anunciado, o que mais chamou a atenção, além da presença de duas estrelas como Julianne Moore e Sydney Sweeney dividindo o protagonismo, foi o peso criativo envolvido por trás das câmeras. O projeto reúne Michael Pearce, diretor premiado com o BAFTA por Beast (2017), o roteirista Brad Ingelsby, indicado ao Emmy por Mare of Easttown, e ninguém menos que Ridley Scott na produção. Era de se esperar um esforço de divulgação mais expressivo, especialmente vindo da Apple, que mesmo não sendo conhecida por campanhas grandiosas, tinha aqui uma rara combinação de talentos. No entanto, o lançamento quase silencioso do longa já parecia indicar que algo não estava completamente alinhado com as expectativas. E, de fato, não **** assisti-lo, a impressão que permanece até os créditos finais é a de um filme que nunca soube exatamente o que queria ser. Echo Valley caminha como se estivesse dividido ao meio, com duas narrativas diferentes coladas à força por um único elemento em comum: a personagem de Sydney Sweeney. A jovem atriz, que vem se consolidando cada vez mais em Hollywood, é o rosto utilizado para vender o filme, aparecendo inclusive com mais destaque que Julianne Moore no material promocional. No entanto, na prática, sua presença é quase que simbólica. Após ser o centro das atenções no primeiro ato, Sweeney é simplesmente deixada de lado, e desaparece da narrativa de forma abrupta, sem o mínimo de transição natural. O longa tenta nos convencer de que tudo gira em torno da relação entre mãe e filha, mas nunca se dá o trabalho de desenvolver de fato esse vínculo. O que poderia ser o cerne emocional do filme, se dilui completamente na ausência de tempo de tela, de profundidade e de interesse do roteiro em explorar essa dinâmica com a sensibilidade necessária.O primeiro ato entrega uma proposta de drama familiar e mistério, carregando nuances que remetem a conflitos não resolvidos e a tensão doméstica. Tudo parece caminhar para uma história centrada na tentativa de reconstrução dessa relação entre mãe e filha, mas, de repente, o filme muda drasticamente de rumo. Sem grandes explicações ou transições convincentes, somos jogados em um segundo arco com um tom completamente diferente — mais focado em vingança, crime e suspense. O resultado é um filme que parece colar duas metades de ideias distintas, conectadas por um único evento e uma presença pontual de Sweeney. A mudança de gênero narrativo, ao invés de surpreender, aliena. E os buracos no roteiro tornam tudo ainda mais frustrante. Existem acontecimentos que jamais são explicados, decisões tomadas por personagens sem lógica interna, e pistas narrativas que não levam a lugar **** dois grandes plot twists que sustentam o filme são, de certa forma, eficazes no susto imediato, mas rapidamente perdem impacto pela ausência de envolvimento emocional. Não há construção suficiente que nos leve a nos importar de verdade com os personagens, então mesmo as reviravoltas mais drásticas não reverberam como deveriam. O filme se apoia nesses choques para manter o interesse do espectador, mas isso acaba funcionando mais como um recurso emergencial do que como uma consequência orgânica da narrativa. O uso de personagens coadjuvantes como muletas narrativas também soa como uma tentativa de tapar os furos evidentes na trama — algo que não passa despercebido.Julianne Moore, com sua presença sempre marcante, tenta, na medida do possível, manter o filme em pé. Ela é a força motriz do segundo ato e, ainda que não tenha o melhor material em mãos, entrega uma performance digna, que impede o filme de se tornar completamente irrelevante. Sua atuação é contida, porém intensa, como exige a personagem, e é um dos poucos pontos em que Echo Valley realmente se apoia com firmeza. Ainda assim, mesmo o talento de Moore não é capaz de salvar um roteiro que parece perdido, com direção que não consegue equilibrar tons e com escolhas criativas que comprometem a coesão do todo.Michael Pearce, que já havia demonstrado sensibilidade e precisão em trabalhos anteriores, aqui parece um tanto deslocado. Seu controle sobre a narrativa se esvai à medida que o filme tenta ser várias coisas ao mesmo tempo, sem sucesso em nenhuma delas. A mudança de ritmo e gênero não é fluida, e a estética, embora bem cuidada em alguns momentos, não compensa a desconexão emocional do público com o que está sendo contado. O suspense não é suficientemente tenso, o drama não emociona, e a relação familiar que poderia ser o coração pulsante do longa acaba sendo apenas pano de **** fim das contas, Echo Valley é um filme que, no papel, tinha todos os elementos para se destacar — talento, estética, potencial dramático — mas que erra ao querer entregar demais sem desenvolver o suficiente.
Jun 16, 2025
5
'Echo Valley' feels like two films in one: the first, a family drama; and the second, a crime thriller. Both fall short, and the connection between them is very weak. The most redeeming aspect is Julianne Moore's performance, which creates a stoic and vulnerable character. Everyone else lacks a lot of development, including Sydney Sweeney's character. Although there is an important twist toward the end, it's more curious than significant.
Jun 16, 2025
4
Julianne Moore plays a horse trainer, whose drug-addicted daughter (Sydney Sweeney) shows up at her door with a horrible secret. Thus begins the mystery drama with expected twists and an ending that was mostly predictable. This was written by Brad Ingelsby, the creative force behind “Mare of Eastwown,” so there’s an intense focus on the relationships. As expected, Moore brings depth to her performance, while Sweeney is surprisingly effective with her challenging character (I’ve never found her amusing in her usual comedy roles). Director Michael Pearce has kept things interesting, while not creating any suspense. It plays out as a traditional hide-the-murder scenario with elements of melodrama, but the capable cast keeps it from being a complete disappointment.
Jun 14, 2025
0
Ending plot was so poor. One just has to imagine that they just wanted to get it done.




























