SummaryMarianne, a pragmatic doctor, and Tor, a compassionate nurse, are both avoiding conventional relationships. One evening, after a blind date, Marianne encounters Tor on the ferry. Tor, who often spends his nights there seeking casual encounters with men, shares his experiences of spontaneous intimacy. Intrigued by his perspective, Marianne begins ... Read More
Directed By:Dag Johan Haugerud
Written By:Dag Johan Haugerud
Love
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Metascore
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83
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May 15, 2025
90
With Love, Mr. Haugerud has fashioned a film with a rich complexity of feelings, navigated by people taking full advantage of their own freedoms. It’s the sort of talky European drama that, in its well-expressed thoughtfulness, leaves one feeling strangely refreshed. I’ll happily take two more.
Jan 20, 2025
90
Love’s commentary on modern relations may be more complex and chewy than just “live and let live,” but the film’s calm embrace of whatever works for the individual is refreshingly humane, rhetorically exciting and more than a little hot.
Jan 20, 2025
90
Love, to quote that woozy old ballad, is indeed a many-splendored thing that takes many forms — a multiplicity that Love the film is quietly alive to.
Aug 13, 2025
80
Haugerud has something of Eric Rohmer, and perhaps a little more of Hong Sang-soo; a readiness to simply talk, and talk and talk some more. It’s surprisingly cinematic.
May 15, 2025
80
The director Dag Johan Haugerud’s gently humanistic drama is one of those films that feels akin to a prism, refracting its theme into the array of colors it contains.
Jan 20, 2025
80
With contemplative slow pacing that is leisurely rather than laborious, and Cecilie Semec’s clean, luminous camerawork equally making the most of Oslo’s harbour area and the cast’s characterful, attentive faces, Love is a drama about choice, chance and the carpe diem imperative, especially in the face of illness and emotional distress.
May 16, 2025
75
Love remains distinct, given its unsparing view of people as flawed and not very sure of themselves.
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Mixed or Average
5.2
40% Positive
2 Ratings
2 Ratings
20% Mixed
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1 Rating
40% Negative
2 Ratings
2 Ratings
Sep 15, 2025
8
O filme “Love” (Kjærlighet, 2025), de Dag Johan Haugerud, compõe a trilogia composta ainda por Dreams e Sex, consolidando um projeto artístico que se propõe a refletir sobre as formas de vida íntima na contemporaneidade. Em Love, o diretor já revela a potência maior desse ciclo: ao invés de tratar o amor como abstração sentimental, ele o coloca no terreno da materialidade, onde se cruzam afetos, corpos, saúde e a concretude das escolhas. O caso de personagens que lidam com questões médicas, como câncer ou memórias relacionadas ao HIV, mostra que a experiência amorosa é inseparável do cuidado e da vulnerabilidade, distanciando-se de qualquer idealização ingênua. Essa concretude se amplia quando Haugerud expõe as diferenças geracionais: de um lado, aqueles que viveram a juventude nos anos 1980, marcados pelo pânico da AIDS e pela luta por reconhecimento; de outro, uma geração mais jovem, que explora aplicativos de encontros e busca o prazer em redes digitais. Entre ambos, o filme não traça julgamentos, mas evidencia como cada época reinventa os códigos da intimidade, seja na ansiedade do teste de HIV ou na instantaneidade dos “matches”. A pergunta que resta é comum: como encontrar um prazer verdadeiro, que não seja só consumo, mas expressão plena de si? Como fugir dos papéis sociis que nos são impostos, muitas vezes, contra nossos próprios desejos? Outro ponto de destaque é o equilíbrio entre as vozes masculinas e femininas. Haugerud dá espaço para diferentes perspectivas, evitando hierarquias fáceis, e compõe um retrato plural das tensões e desejos que atravessam homens e mulheres. O resultado é uma narrativa que reconhece as vulnerabilidades de ambos, aproximando-os mais do que separando-os. Entre os três títulos da trilogia, “Love” se impõe, a meu ver, como a obra mais forte, porquefala com clareza temática e rigor estético, instaurando desde já o tom de honestidade e profundidade que sustenta o projeto. Haugerud constrói um cinema da intimidade que não teme mostrar a precariedade dos corpos, a banalidade dos encontros ou a dureza da memória, e a materialidade dos seus trabalhos em consonância com a rotina. Em Love, amar significa lidar com a fragilidade, com a saúde, com a sobrevivência, com o trabalho, com o prazer e com a passagem do tempo — e justamente por isso, o filme se torna um gesto radical de humanidade.
Production Company:
- Motlys
- Viaplay Group
- Oslo Filmfond
- Nordisk Film & TV-Fond
- Norsk Filminstitutt (NFI)
- Novemberfilm
Release Date:May 16, 2025
Duration:1 h 59 m
Awards
Amanda Awards, Norway
• 3 Nominations
Göteborg Film Festival
• 1 Win & 2 Nominations
Venice Film Festival
• 2 Nominations





























