marcoagalans
User Overview in Games
7.5Avg. User Score
User Score Distribution
positive
7(54%)
mixed
5(38%)
negative
1(8%)
Highest User Score
Lowest User Score
Games Scores
May 11, 2026
Mixtape4
May 11, 2026
Mixtape é aquele jogo que ganha você nos primeiros cinco minutos. Você bate o olho e pensa: ‘cara, que negócio estiloso’. A trilha sonora é ótima, a estética anos 90 funciona demais e tudo tem muita personalidade.O problema é que, depois do encanto inicial, o jogo meio que… acaba ali.A história não prende, os personagens passam sem deixar muita coisa e os minigames parecem existir só porque alguém achou que precisava ter gameplay no meio. Não chega a ser ruim, só nunca fica realmente divertido.É daqueles jogos que você admira mais do que curte jogar.Agora, se a ideia for desligar o cérebro por uma ****, ouvir música boa e curtir uma vibe nostálgica bonita de ver, talvez funcione perfeitamente pra você.
PlayStation 5
May 24, 2026
PRAGMATA8
May 24, 2026
Pragmata me deixou com uma sensação curiosa quando os créditos subiram: alívio por ter terminado, mas também emoção de verdade com a história. E talvez essa contradição seja a melhor forma de resumir o jogo. É uma experiência muito boa, com personagens fortes e uma relação central que funciona demais, mas que também desperdiça parte do próprio potencial. No começo, a gameplay me pegou bastante. O sistema de hackeamento para quebrar a defesa dos inimigos é diferente, divertido e combina bem com a proposta de parceria entre Hugh e Diana. Você sente que os dois estão realmente atuando juntos. O problema é que, com o tempo, essa mecânica começa a cansar. Na reta final, principalmente, o jogo pesa a mão em inimigos repetidos e alonga demais o caminho até a chefe final, quando já deveria estar acelerando para o desfecho.O que segura tudo é a relação entre os protagonistas. A construção do vínculo entre Hugh e Diana é gradual, genuína e muito bonita. A Diana, especialmente, brilha. Ela é carismática, envolvente e realmente parece uma criança, o que faz você se importar com ela de verdade. O Hugh também cresce bem, mas fica um pouco atrás, muito por passar boa parte do jogo com o capacete fechado, o que cria uma barreira emocional maior com ele. A cena da simulação da praia é o grande momento do jogo para mim. Quando ele promete levar Diana para conhecer uma praia real na Terra, fica claro que os dois já estão imaginando um futuro juntos. E por isso o final mexe tanto: porque aquela promessa volta com força.A história é outro ponto alto. O jogo explica bem seu mundo, seus conflitos e suas motivações. Só que a ambientação não acompanha no mesmo nível. Estar na Lua rende alguns momentos bonitos de contemplação, mas boa parte da jornada acontece em ambientes fechados, simples e vazios demais. O isolamento faz sentido narrativo, mas muitas vezes parece falta de vida mesmo. Senti falta de vestígios humanos, objetos, marcas ou detalhes que dessem mais alma ao cenário. A trilha sonora também passa praticamente em branco, sem nenhum tema realmente marcante. No fim, Pragmata é um jogo muito bom, mas frustrante pelo potencial desperdiçado. Tem coração, tem boas ideias e tem uma relação central excelente. Só não brilha tanto quanto poderia porque cansa na reta final e deixa escapar detalhes que fariam a experiência ser memorável.
PlayStation 5
May 11, 2026
Mixtape5
May 11, 2026
Mixtape é aquele jogo que ganha você nos primeiros cinco minutos. Você bate o olho e pensa: ‘cara, que negócio estiloso’. A trilha sonora é ótima, a estética anos 90 funciona demais e tudo tem muita personalidade.O problema é que, depois do encanto inicial, o jogo meio que… acaba ali.A história não prende, os personagens passam sem deixar muita coisa e os minigames parecem existir só porque alguém achou que precisava ter gameplay no meio. Não chega a ser ruim, só nunca fica realmente divertido.É daqueles jogos que você admira mais do que curte jogar.Agora, se a ideia for desligar o cérebro por uma ****, ouvir música boa e curtir uma vibe nostálgica bonita de ver, talvez funcione perfeitamente pra você.
Xbox Series X
Apr 30, 2026
REPLACED8
Apr 30, 2026
Replaced é aquele jogo que te ganha no olhar antes de qualquer coisa.O visual é simplesmente absurdo. Pixel art de altíssimo nível misturada com iluminação moderna — tem cena aqui que você para só pra admirar. A estética cyberpunk anos 80 não é só bonita, é bem construída mesmo.A história acompanha bem. Você joga como o R.E.A.C.H., uma IA presa num corpo humano, e a narrativa cresce aos poucos. O começo é mais lento — esse é um ponto — mas do meio pro final engata e segura até o fim. Destaque pros personagens secundários, que ajudam muito a dar peso pro mundo.A trilha sonora é outro acerto fácil, cheia de synths que encaixam perfeitamente no clima. Já o sound design fica devendo — efeitos e falas não têm o mesmo impacto, e isso quebra um pouco a imersão.O combate lembra Batman Arkham: timing, parry, counter. Funciona bem, é gostoso no começo… mas acaba ficando repetitivo com o **** cerca de 15 horas, o jogo poderia ser mais direto no início — tem momentos que se arrastam. Ainda assim, quando ele encontra o ritmo, **** fim, vale muito pela atmosfera e pela história. Mas se você busca ação constante, talvez não seja bem esse jogo.
Xbox Series X
Apr 30, 2026
REPLACED8
Apr 30, 2026
Replaced é aquele jogo que te ganha no olhar antes de qualquer coisa.O visual é simplesmente absurdo. Pixel art de altíssimo nível misturada com iluminação moderna — tem cena aqui que você para só pra admirar. A estética cyberpunk anos 80 não é só bonita, é bem construída mesmo.A história acompanha bem. Você joga como o R.E.A.C.H., uma IA presa num corpo humano, e a narrativa cresce aos poucos. O começo é mais lento — esse é um ponto — mas do meio pro final engata e segura até o fim. Destaque pros personagens secundários, que ajudam muito a dar peso pro mundo.A trilha sonora é outro acerto fácil, cheia de synths que encaixam perfeitamente no clima. Já o sound design fica devendo — efeitos e falas não têm o mesmo impacto, e isso quebra um pouco a imersão.O combate lembra Batman Arkham: timing, parry, counter. Funciona bem, é gostoso no começo… mas acaba ficando repetitivo com o **** cerca de 15 horas, o jogo poderia ser mais direto no início — tem momentos que se arrastam. Ainda assim, quando ele encontra o ritmo, **** fim, vale muito pela atmosfera e pela história. Mas se você busca ação constante, talvez não seja bem esse jogo.
PC
Feb 19, 2026
REANIMAL9
Feb 19, 2026
Eu comecei Reanimal esperando algo no nível de Little Nightmares. Terminei achando que ele foi além.A ambientação é mais sombria, mais pesada e mais madura. A decisão de usar diferentes ângulos de câmera, saindo do 2D tradicional, dá uma profundidade absurda para a experiência. Não é só estética. É imersão. Você sente o peso do mundo. Os puzzles são inteligentes, mas não são difíceis. E isso não é um problema. Reanimal não quer provar que você é bom de controle. Ele quer te envolver. A gameplay funciona como extensão da tensão. Os controles são precisos, responsivos e nunca atrapalham. O foco aqui não é desafio extremo. É atmosfera. A história começa simples. Parece só mais um jogo sobre resgatar crianças e fugir de monstros. Mas não é. Quando o final chega, e ele chega forte, tudo ganha outra camada. É impactante. É perturbador. É o tipo de final que coroa o trabalho inteiro do estúdio e te faz pensar por dias depois de terminar. Visualmente, o jogo é lindo. Mesmo quando é grotesco. A direção de arte impressiona. O design de som é impecável. Sempre tem um ruído, um detalhe, algo que mantém você em alerta. Jogar no escuro, com fone de ouvido, muda completamente a experiência. É o tipo de jogo que entende que silêncio também é narrativa. O único ponto que realmente pesa contra ele é a duração. Terminei em cerca de cinco horas explorando bem. Fica a sensação de que dava para ir além. O universo comportava mais. Não parece um jogo incompleto, parece um jogo conciso demais para o próprio potencial. Reanimal é um terror narrativo maduro. Tenso, elegante e memorável. Não é para quem busca desafio hardcore. É para quem quer sentir algo.
PlayStation 5
Nov 16, 2025
1000xRESIST7
Nov 16, 2025
1000xRESIST is one of those games you finish thinking, “man, what a good story… but it could’ve been so much more exciting if the gameplay helped a little.”The game’s biggest strength is the story. The characters are well-written, their motivations make sense, and the narrative keeps pulling you into the next chapter. There are twists, tension, and moments where you genuinely want to know what’s going on. In that sense, it works really **** problem is that the gameplay doesn’t keep up. The actions are very repetitive, and there’s a lot of dialogue — and I mean a lot. Sometimes the game feels like one endless conversation, and that really hurts the pacing. There were moments when I just wanted to speed things up to see where it was going.Technically, it’s fine. The soundtrack does its job but isn’t memorable. The art direction tries to create a futuristic world, but many environments feel empty and not very engaging. At least performance on Xbox is stable and trouble-free.I finished it in about 13 hours, but honestly, it could’ve been shorter. There are dialogues that simply didn’t need to be there — trimming them would’ve made the experience more dynamic and allowed the story to shine even more.Overall, 1000xRESIST is a good game with a genuinely interesting story, but it relies too heavily on it. If you enjoy narrative-driven experiences and don’t mind minimal gameplay, you’ll have a good time. Otherwise, the journey might feel more tiring than it should.
Xbox Series X
Oct 19, 2025
Keeper9
Oct 19, 2025
Keeper (2025) é uma experiência diferente e isso é ótimo! A Double Fine entrega uma obra de arte jogável, visualmente magnífica e emocionalmente profunda. Sem dizer uma única palavra, o jogo transmite sensações de companheirismo, propósito e resiliência através da ambientação, das expressões e das mecânicas que evoluem a cada minuto. É impossível não se envolver com o farol que aprende a andar e com o mundo estranho e encantador que o **** puzzles são simples, mas muito bem pensados, e a curiosidade em ver o que vem depois faz o tempo voar. O único pecado é ser curto demais. Seis horas passam num piscar de olhos e o frame travado a 30 fps no Xbox tira um pouco da fluidez que o visual merecia. Ainda assim, Keeper é um dos jogos mais marcantes do ano: artístico, envolvente e feito pra quem gosta de sentir algo verdadeiro enquanto joga.
Xbox Series X
Sep 7, 2025
Out of Sight7
Sep 7, 2025
Out of Sight é aquele jogo que te ganha pela jogabilidade logo de cara. O grande diferencial é brincar com duas câmeras: em primeira pessoa pra se movimentar e em terceira pessoa pra resolver os puzzles. Parece simples, mas funciona muito bem e dá uma dinâmica diferente. A história não tem nada demais, mas a ambientação segura bem a experiência: gráficos cartunescos caprichados e uma imersão que prende do início ao fim. A trilha sonora? Cumpre o papel, mas não vai ficar na sua playlist depois. Os puzzles são criativos, fáceis de entender, nada que vá fritar o cérebro. E aqui o tempo de jogo ajuda: são umas três horinhas de gameplay, ritmo certinho, sem enrolar e sem cansar. No fim das contas, Out of Sight é perfeito pra quem curte puzzle e quer uma experiência rápida, diferente e barata. Não é o jogo que vai mudar sua vida, mas é aquele que entrega o que promete: diversão curta e bem feita.
Xbox Series X
Aug 23, 2025
Sword of the Sea10
Aug 23, 2025
Sword of the Sea é um jogo lindo e contemplativo. A direção de arte é deslumbrante e a trilha sonora é magnífica, criando uma atmosfera relaxante e envolvente. O gameplay de “surfar nas dunas” é divertido e criativo, mas os controles às vezes perdem precisão em alta velocidade.O maior ponto negativo é a duração: em cerca de 3 horas já é possível terminar a campanha, o que pode deixar a sensação de “quero mais”. Ainda assim, é uma ótima experiência para quem procura um jogo tranquilo e atmosférico.
PlayStation 5
Aug 20, 2025
Eriksholm: The Stolen Dream8
Aug 20, 2025
Eriksholm: The Stolen Dream me surpreendeu positivamente. A história começa envolvente, com um ar de mistério que te puxa logo de cara. Conforme a trama avança, algumas reviravoltas mantêm o interesse alto, mesmo que o final pudesse ter sido um pouco mais emocionante.A jogabilidade é o ponto mais criativo: puzzles e stealth bem pensados, que evoluem de forma natural. Quanto mais você avança, mais elementos de estratégia aparecem, deixando tudo desafiador sem nunca cair na repetição.Visualmente, o jogo é lindo. A direção de arte impressiona, especialmente considerando que é um indie. Cada cenário tem um cuidado acima da média. A trilha sonora cumpre o papel, mas não chega a ser marcante.O que realmente prende é a atmosfera: momentos de tensão que fazem você prender a respiração e soltar aquele suspiro de alívio quando consegue se safar. É imersivo, intenso e dá a sensação de estar dentro daquela **** fim, Eriksholm é uma ótima experiência para quem curte narrativas fortes, puzzles inteligentes e uma boa dose de stealth. Não é perfeito, mas entrega uma aventura memorável.
Xbox Series X