BlahCultural
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Games Scores
Mar 28, 2018
Atelier Lydie & Suelle: The Alchemists and the Mysterious Paintings9
Mar 28, 2018
Atelier Lydie & Suelle: The Alchemists and the Mysterious Paintings é um título que eu já aguardava há muito tempo. O sucesso da franquia é tamanho que agora ela já tem praticamente diversos títulos em seu total. Particularmente, sou fascinado por J-RPG's e todos aqui sabem disso, mas será que este aqui vale seu rico dinheirinho como dizia o Tio Patinhas? Atelier Lydie & Suelle marca o retorno da saga após quase um ano do lançamento de Atelier Firis. Em Lydie e Suelen temos nossas duas protagonistas inicialmente em uma floresta em busca de alguns itens para trabalhar em sua alquimia. Com foco em entregar os itens solicitados por alguns aldeões em seu vilarejo, somos introduzidos a uma breve narrativa - e ao mesmo tempo tutorial - para coleta de itens. As duas irmãs conseguem alguns itens que eram necessários para criar os itens solicitados. De volta ao atelier de seu pai, recebemos mais algumas funções de tutorial a serem seguidas como poder dormir, descansar e ir até o caldeirão e aprender alquimia. Enquanto não devem descansar, também somos apresentados a como salvar o jogo, que apenas será necessário se aproximar da cômoda do quarto delas. Além de podermos realizar o save, nesta mesma cômoda, podemos trocar a trilha de fundo e também alternar entre as protagonistas. Dada essas opções, logo a seguir, temos de ir para o caldeirão e criar tudo aquilo que nos foi solicitado. Há um breve tutorial de como criar os itens. Podemos criar itens de cura, de ataque e defesa, mas também tinta de pintar. Tudo que inicialmente somos ensinados a fazer são os Healing Pads. Uma espécie de biscoito que mais parece Clube Social e podemos usar em nossa jornada para curar nossas garotinhas. Tudo aqui é baseado em magia e, apesar de nossas encantadoras personagens inicialmente não terem praticamente poder algum, após esses acontecimentos somos apresentados a um outro tutorial que ensina alguns golpes. Ele são específicos para uma determinada área do mapa chamado de “Outskirts Map”, uma espécie de sub-mapa de vilarejos dentro da cidadela onde estamos. Lá temos de coletar alguns itens específicos simplesmente por também haver uma certa rixa entre os atelieres da cidade. Há uma competição entre eles para aumentar seus rankings e precisamos coletar itens essenciais para fazer uma alquimia melhor. No decorrer da jornada, vamos aprendendo a como deixar melhor nosso sistema de alquimia e também relações interpessoais. Não há um sistema de amizade nem nada próximo disto, mas sabemos que, de certa forma, as pessoas do vilarejo verão nossas gêmeas com outros olhos caso elas venham a ter um melhor desempenho ao criar itens através da alquimia. Os comandos para ataque e defesa são bem básicos e há muitas cutscenes. Somos apresentados a diversos personagens que possuem ataques diferenciados. Uma das protagonistas está de posse de uma pistola que visualmente parece um “três oitão”, enquanto outra desfere golpes e magias através de um bastão. Na verdade, tirando a parte de lutas, o restante do game é quase um graphic novel, ao menos no início de nossa jornada. Para que haja uma experiência ainda mais gostosa, em aproximadamente 20 horas de gameplay, quase metade deste tempo foi gasta com cenas e diálogos que até entretêm e que, por vezes, eram demasiadamente longos. O que há de combate real são lutas contra monstros e algumas missões provindas de certas pinturas. Os cenários mudam totalmente e cada pintura é um novo mapa a ser descoberto. Também há como receber algumas missões provindas de NPC’s espalhados nos mapas e consequentemente teremos acesso a algumas habilidades após encontrarmos algumas misteriosas pinturas. Exemplo disto é quando fomos tragados pelo quadro que está no sótão da casa delas e que o pai as proíbe de ter acesso. Lá coletamos itens diversos que não existem em nossa ‘realidade’. O combate é praticamente todo feito por turnos e sua única opção de bater em algo sem que seja dessa forma será para quebrar uma rocha ou fazer com que frutos caiam da árvore ao tocá-la com seu cajado. Há alguns puzzles a serem resolvidos e boa parte deles são simples. Não há muita mufa a ser queimada, enquanto outros jogos do gênero passam longe de terem quebra-cabeças. Atelier Lydie & Suelle: The Alchemists and the Mysterious Paintings conseguirá arrancar suspiros dos mais apaixonados pelo gênero e mesmo de quem não conheça a história dessas franquia. Certamente qualquer jogador ficará surpreso em tudo que o jogo lhe proporcionará, em uma experiência que pode durar cerca de 30 horas se você fizer tudo direitinho e vasculhar todo o jogo desde NPC’s até mesmo resolver certos puzzles mais complexos. Uma linda aula de alquimia e magia o aguarda.
PlayStation 4
Mar 28, 2018
Devil May Cry HD Collection7
Mar 28, 2018
A empresa raramente vem lançando novos títulos, como temos o caso de “Monster Hunter World”, que é um baita jogo, mas vira e mexe tem um remake aqui, um remaster ali e um collection acolá. Prova disto é que, além de Devil May Cry, vem aí uma coleção que reúne todos os títulos da franquia “Street Fighter”, isso inclui os antigões da era 8 e 16 bits. Se isso é um ponto positivo, por outro lado nem sempre esse tipo de ‘coleção’ é tão bem-vinda assim. Para começo de conversa, todos conhecem a história de Dante e não há muito o que falar. Se está em dúvida, dá um Google para ter o mínimo de ideia sobre ele. Agora, temos como função entender melhor o que temos aqui. Nunca fui um grande fã de “Devil May Cry” e, para ser sincero, pouco joguei os títulos que aqui estão nesta coleção. Considerando que os jogos hoje em dia, mesmo em seu remaster, ganham uma versão 4K, acabei ficando triste com a falta de esmero que este jogo sofreu. Temos diversos remasters e remakes saindo, isso inclui Star Ocean, por exemplo. Baita joguinho de RPG que adorava e que ganhou uma versão, além de HD, que roda em 4K sem travamentos. Não indo muito longe, a Sony também trouxe à vida nada menos que “Shadow of the Colossus” com um tapa na cara da sociedade, refletindo muito bem como estamos entrosados se o quesito for qualidade visual. Nada se parece com o título que foi lançado no Playstation 2, enquanto mesmo com um visual um bocado apurado, Devil May Cry HD Collection ainda parece datado e, certamente, recordará os gráficos e visuais do segundo console da Sony. O que conseguimos notar é que o HD que o jogo tem teve apenas um salto na resolução. Há quem diga que 720P não chega a ser alta definição e, se considerarmos que os gameplays que faço em nosso canal, boa parte são nesta qualidade, a verdade é que, depende da distância que você senta da TV e do tamanho da tela para que realmente consiga sentir uma real diferença entre 1080 e 720. Os três jogos da coleção não ficam bem em telinhas que, por exemplo, possuem 52 polegadas Full HD. Fizemos testes em uma LN52A650A1F da Samsung e o resultado foi calamitoso. As texturas ainda serrilham e quando encostamos numa parede tivemos a sensação antiga de que podíamos ver o outro lado sem transpassar em uma porta. Também fizemos o mesmo teste em uma TV de 32 polegadas 3D da LG (LG 32LA613B-SB) e o resultado visualmente é o mesmo. Ou seja, tanto numa resolução 1080 quanto na 720P, não sentimos a menor diferença, mesmo que o título insista em dizer que houve uma evolução. Não sentimos também tratamento no setor de iluminação, consequentemente as sombras também permanecem datadas. O que salva Dante é o fato de ainda ser Dante. Independente da época em que foi lançado inicialmente, o mesmo ainda diverte independente de sua época lançada ou se os cartolas da Capcom decidiram apenas lança-lo para ser mais um título vendável. Pode não ser o pior jogo já lançado pela empresa, mas visualmente é o mesmo de antes e só valerá seu dinheiro se por um acaso não teve a chance de experimenta-lo ou caso seja muito saudosista. No meu caso, saudosismo! O VEREDITO Sem valer um centavo de seu dinheiro (se for considerar o lado visual), Devil May Cry HD Collection valerá seu dinheiro pela diversão e nostalgia. É um título que marcou sua época, mas se hoje em dia for lançado como HD Collection, deveria no mínimo ganhar uma releitura em 4K.
Xbox One
Nintendo Switch
Mar 28, 2018
Sword Art Online: Fatal Bullet8
Mar 28, 2018
Sword Art Online é uma franquia ousada e antiga que chegou ao Ocidente pela primeira vez em 2016 com o título Hollow Fragment. De lá para cá, muita coisa mudou na franquia, menos seus protagonistas. Ainda centrado na saga de Kirito, que ficou preso dentro do mundo do game que leva o mesmo nome do anime, tenta recriar todo um visual voltado para o MMORPG. Vivendo esse mundo paralelo no qual enquanto jogamos um bom RPG, o protagonista se vê dentro de um MMORPG, vamos conhecendo aliados e, dentre eles, Asuna, que também se junta à causa de forma coadjuvante para ao menos tentar combater os inimigos dessa realidade virtual. Após passar pelos acontecimentos de Sword Art Online Memory Defrag, Lost Songs, Hollow Realization e Hollow Fragment, Kirito se viu em um outro jogo, vivendo no mundo paralelo do título Accel World vs Sword Art Online. Esta anomalia também permitiu descobrirmos alguns detalhes sobre nosso casal de protagonistas e também conhecê-los melhor. A trama era simples e iniciávamos em uma espécie de combate no qual Yui desaparecia. Kirito precisava desafiar os Sete Reinos do mundo de Accel World para descobrir onde ela estaria. De início, temos que escolher nosso personagem (seu sexo) e atribuir algumas customizações nele (a). Podemos modificar a cor do cabelo, dos olhos, corte de cabelo, aumentar os ombros da personagem, como estará vestida, mudar a feição do rosto, altura e voz, entre outras características. Eu, particularmente, curto personagens femininos, então, escolhi uma e dei o nome de ISUZU (marca de carros japonesa que cultuo). De posse de Isuzu, somos teleportados a um mundo chamado de Gun Gale Online (ou GGO) e conhecemos uma menina chamada Kureha. Ela nos apresenta detalhes deste local onde estamos, visto que nossa personagem é iniciante nesse mundo do Sword Art Online. Então, Kureha explica o básico sobre o jogo falando que um jovem gênio chamado Akihiko Kayaba inventou um hardware chamado NerveGear e, junto dele, deu nome ao game. Assim, como nos dias de hoje, os vícios desse gênero são League of Legends e Dota 2, em SOA não seria nada muito diferente. Kureha, então, conta a Isuzu que a trama nos levou a quase 10.000 pessoas dentro do VMMORPG e isso seria um número formidável. Tudo é contado a nossa personagem que acaba iniciando sua jornada dentro do famoso tutorial explicando os comandos básicos de ataque e defesa. Nesse começo, convenhamos, há muito ‘blah blah blah’ desnecessário. Somos apresentados à Itsuki, um jogador muito forte em SOA e que precisa de auxilio para derrotar algumas máquinas e soldados, e que são o alvo em nosso tutorial. Na verdade, todos estão atrás de um drop valioso que normalmente sai de alguns baús encontrados em nossa jornada. Mimimi para lá e Mimimi para cá, após quase 25 minutos com diálogos extensos, enfim somos apresentados ao famoso Kirito, que tenta chegar a tempo de impedir que “nossa” Isuzu tenha acesso ao famoso tesouro raro. Na verdade, tudo acontece repentinamente e, por acidente, quando Kureha nos teleporta para um local, justamente onde está esse tesouro e que Kirito vinha tentando ter acesso, acabamos sendo recompensados. Infelizmente (para Kirito), ele não chega a tempo e, por fim, descobrimos que o danado de tesouro seria esse: um outro personagem que será nosso auxiliar durante a jornada: Sayaka. Bom, foi assim que o batizamos, já que também podemos escolher seu nome, além de customizar seu visual. Ele acaba nos chamando de Mestra antes que Kirito consiga intervir. Então, já não havia mais o que ele pudesse fazer a não ser deixar para lá e que Isuzu e Sayaka viriam a se tornar não somente Mestre e ‘Pupilo’, mas também grandes amigas. A narrativa possui alguns acontecimentos mal organizados para quem acompanha o anime. O problema em SOA: FB é como esta narrativa se desenvolve. Ao assistirmos as cutscenes, temos a sensação que não conseguimos acompanhar a linha temporal de acontecimentos, visto que, se você considerar não jogar os primeiros títulos da franquia, certamente ficará perdido, em especial, devido à excessiva quantidade de falatório. As melhorias feitas a Sword Art Online: Fatal Bullet são poucas. A franquia ganhou novos tons, principalmente no lado visual e sonoro, mas não são necessariamente melhorias. No que compete à história, também não vimos um impacto tão grande assim. Se você está atrás de um jogo rápido e dinâmico, poderá sofrer com tamanhas cutscenes mostrando muito diálogo enquanto nos outros da série, até onde posso me recordar, não haviam tantas. Particularmente, gosto muito de Hollow Realization e acredito ser o melhor capítulo dessa ‘novela’ japonesa.
PlayStation 4
Mar 28, 2018
Tokyo Xanadu eX+8
Mar 28, 2018
okyo Xanadu EX+ é mais um título que chega ao Playstation 4 como uma espécie de port melhorado do PS Vita. A versão normal do jogo no portátil chegou ano passado exatamente em junho, enquanto esta versão que agora roda em 60 quadros por segundo, aterrissou no PS4 em dezembro e traz consigo melhorias, além de somente ter um bom desempenho em FPS. Xanadu é uma franquia conhecida para quem segue como fã a desenvolvedora Nihon Falcom, empresa exímia quando o assunto é J-RPG. Quem já está acostumado com seus títulos, sabe muito bem que raramente há diálogos ou uma narrativa que prenda o jogador. No caso de Xanadu EX+ temos um começo de história conturbada na qual somos apresentados ao personagem Kou Tokisaka saindo de seu trabalho totalmente cansado e vendo a colegial Hiragi passando bem à sua frente. Nesse momento, há uma dupla espreitando a garota e acabam encurralando-a num beco. Ao perceber a possível intenção dos garotos, Kou segue os três e nota que algo está errado. Uma anomalia acontece e um portal aparece repentinamente na frente deles. Este portal os leva para um universo estranho e sombrio chamado Eclipse. Lá, há inúmeras criaturas sombrias das quais Hiragi estaria tentando proteger os garotos que estavam tentando assediá-la. Estes meninos estão desacordados justamente por não terem a capacidade de enxergar aquele mundo tanto quanto ela. Então Hiragi percebe que Kou naquele universo consegue ver nitidamente. Depois de uma breve batalha de Hiragi vs Monstros, todos regressam ao mundo visto como ‘normal’ e, então, sem saber o que aconteceu, Kou começa a gerar diversos questionamentos. É quando a coadjuvante decide pegar seu celular e soltar um feitiço que fará com que nosso personagem volte a sua vida normal e não se recorde de absolutamente nada. Kou retorna à sua vida de estudante e trabalhador, mas, após algumas horas, tudo volta a acontecer e então retornamos ao mundo onde Higari está e mais uma vez eles se encontram. O Eclipse acaba juntando dois personagens muito carismáticos em uma batalha funesta para descobrir a razão pela qual essa anomalia fica a todo momento acontecendo. O jogo dividido em capítulos, também permitirá que entre um e outro possamos realizar missões secundárias, melhorar nossos atributos sem estarmos no campo de batalha, tudo muito parecido com o sistema que há no jogo da Sega, o famoso Yakuza, em especial quando se trata de minijogos. É tudo muito similar, pois há o momento de entretenimento ao caminhar pela cidade, mas também o de perigo, quando encontramos algo em nosso caminho. Em boa parte dele serão as anomalias chamadas Eclipse como já mencionamos acima. Temos aproximadamente 50 horas de game num geral se o jogador tiver interesse em realizar praticamente tudo que o título dispõe, desde quests (sejam elas principais ou secundárias) até mesmo caminhar por aí conversando com todo tipo de gente nos mapas. Tokyo Xanadu eX+ é sem sombra de dúvidas uma versão melhorada da anterior e com diversos conteúdos novos. Isso inclui também uma certa melhoria no modo de relacionamento. Podemos nos relacionar com um determinado personagem no jogo, criar laços e depois descobrir que há um amigo em comum zanzando por outra parte do mapa. Não necessariamente o mapa em que se inicia o relacionamento, mas poderá, por exemplo, estar no colégio durante a aula e descobrir que a professora tem um grande amigo dono de um comércio próximo dali. Esse relacionamento é interessante e cria uma humanização dos personagens que facilmente demonstram ter poucas expressões corporais quando estão papeando. Assim, você controla o protagonista Kou e pode experimentar tanto partes de aventura em Morimiya City como dentro dos calabouços chamados de Spirit World. Apesar de prometer melhorias visuais, o game apenas deu um retoque na maquiagem quando o assunto é gráfico. Visualmente, o título é datado, lembrando jogos do início da era PS3. Se forçar mais um bocado, teremos a sensação de que o Dreamcast já teve RPGs parecidos. Certo de que não é somente isso que influenciará se um jogo é bom ou não, no entanto, há coisas que realmente conseguem denegrir a imagem. Enquanto estávamos no início de gameplay, conforme podem ver no vídeo mais acima, chegamos na escola de Kou e fomos apresentados aos seus amigos. Até aí, tudo bem, entretanto, em um determinado momento, apareceu uma cerejeira ao lado dos colegiais e que suas folhas mais pareciam de papel que não havia sequer algo que as fizessem se mexer. Olha, para se ter uma noção, é algo que, sinceramente, Shenmue 2 já teve um melhor esmero visual do que em Tokyo Xanadu EX+
PlayStation 4
Jan 30, 2018
Blossom Tales: The Sleeping King8
Jan 30, 2018
Blossom Tales é um jogo de aventura com elementos de RPG e gráficos ao estilo Phantasy Star e que foi desenvolvido pela Castle Pixel e distribuído pela FDG Entertainment, que nos cedeu gentilmente o game para análise aqui em nosso site. Se muito bem me recordo, o título já havia saído para PC no ano passado, mas recentemente chegou ao Switch. Quem tem boa memória sabe que Phantasy Star assim como Zelda foram sucessos de crítica em suas gerações e Blossom Tales acaba bebendo dessas fontes. Lilly, uma menininha aparentemente carismática sempre sonhou em ser uma cavaleira do reino de seu avô. Depois de muito treinar, ela acaba se tornando essa guerreira que tanto almejava e por ser novata, acaba tendo que como sua primeira missão, exterminar uma possível infestação de ratos no porão do castelo. Enquanto a primeira missão se desenrola, o rei, que a nomeou guerreira, acaba sendo traído pelo próprio irmão no exato dia de sua condecoração como a mais nova oficial do reino. O visual do jogo é, digamos, mais autêntico do que parece, sem apelar para enfeites aqui e ali ou penduricalhos. Quase não vimos itens de melhoria da personagem como de costume em rpgs. Existem, mas são raros. O título é de uma nostalgia incomensurável e por diversas vezes você vai se sentir jogando um Nintendinho ou Master System. A arte em pixel e sprites tem seu mérito fazendo com que o visual seja no mínimo agradável e cuti-cuti. Apesar de soar um bocado machista, vejo que este jogo aparentemente foi desenvolvido mais para meninas, pelo fato de poucas vezes termos uma heroína na maioria dos jogos antigos. Neste caso, o que Blossom Tales não tem em originalidade que logo torna o jogo um bocado cansativo, acaba compensando em todo o resto na apresentação, com gráficos cheios de charme e cenários bastante bonitos. Por ser um título baseado em uma temática simplista, logo torna-se repetitivo e enfadonho. Claro que foi desenvolvido com a proposta de agradar quem ama viver de nostalgia e nisso Blossom Tales funciona muito bem, mas depois de alguns minutos de jogo (aproximadamente 40), logo caímos no cansaço e por algumas vezes queria desligar o console e ir descansar. Isso tudo simplesmente porque o mapa não ajuda também. Fica piscando, mas não aponta exatamente para onde devemos ir. Se a proposta é a exploração, então que o jogo não fosse necessariamente um adventure-rpg. A diferença em relação aos jogos da franquia seja Zelda ou Phantasy Star, é que saem as enrolações e entra o foco principal do jogo, fosse a narrativa ou não. Aqui há muito o que explorar e por inúmeras vezes é pura enrolação mesmo. Há uma infindável quantidade de moedas a serem coletadas espalhadas por quase todas as partes do mapa quando nem sempre são necessárias, visto que há itens que mesmo coletando tantas, não pudemos efetuar nenhuma comprinha consideravelmente importante. Lembro bem de Mônica no Castelo do Dragão quando tínhamos muito dinheiro, mas na hora de comprar a melhor bota ou melhor escudo, era frustrante por não ser o necessário no exato momento em que tanto queríamos. A variedade de vilões e NPC's no jogo é grande. Para cada área do mapa existem inimigos únicos e que não são derrotados por qualquer arma. É preciso saber lidar com cada criatura e seus golpes para poder exterminá-lo sem maiores problemas e isso inclui saber usar os poderes que estão ao seu alcance, seja uma simples magia ou bomba. Muitos inimigos, locais e eventos remetem aos clássicos do Super Nintendo e Master System acima citados. Talvez por essa razão seja um exclusivo Nintendo Switch quando o assunto é console. O que vemos aqui é como se o Avô de Lilly fosse o Zelda anos depois e tivesse aquela história pra contar pra elas. O VEREDITO Blossom Tales agradará fãs de longa data para com jogos simplistas e saudosistas. Apesar de alguns minutos depois o jogador se sentir em um total marasmo, e com uma narrativa nada atrativa, não deixa de ser um bom indie lançado para o Switch até agora. O jogo brinca de espalhar no ventilador um monte de referências à Zelda e Phantasy Star sem deixar de ser original.
Nintendo Switch
Jan 30, 2018
Maria the Witch5
Jan 30, 2018
Jogos para Nintendo Switch a cada dia que passa estão ficando melhores. Depois de anunciarem que Bayonetta 3 chegaria ao console, tivemos outros bons títulos sendo anunciados - e consequentemente, lançados para o console. Maria de Witch é um joguinho simples, que está longe de títulos grandes e foi lançado para o videogame da Nintendo somente na versão digital - e que também está presente no console da Microsoft. É nessa hora que sabemos se um jogo é grande o suficiente para emplacar algo na vida do console. Boa parte dos jogos lançados para aparelhos móveis seja androids ou IOS, acabam chegando nos consoles. Quando isso acontece, significa que o mesmo teve um certo sucesso nos dispositivos móveis. Maria The Witch não introduz uma trama complexa, sequer pomposa e apenas sabemos que assim como Sonic, temos que colecionar certos itens na tela. As moedas por exemplo, irão ajudar sua personagem a comprar o local do checkpoint e assim, consequentemente, poderá salvar sua progressão. Mas e se os comandos não permitirem tamanha façanha? Os comandos são MUITO confusos e para controlar a bruxinha em sua vassoura chega a ser um suplício sem precedentes. Talvez a pior parte do título esteja justamente nos comandos que apesar de simples (A para voar para a direita e Y para a esquerda), a complicação está em justamente a quantidade de vezes que é necessário manter pressionados os botões para ela fazer uma espécie de inclinação suficiente para pegarmos algo em um beco nas nuvens. E para piorar, não podemos encostar em absolutamente nada, salvo para uma área onde Maria utiliza desta área aparentemente 'asfaltada' para salvar o checkpoint. Ao errar o comando se desejaria apenas manter ela em uma reta linear ou se desejaria efetuar um mortal/loop, voltará a todo momento do checkpoint ou do início da fase e sempre terá uma lembrança aqui e ali dos controles. É uma quantidade infindável de tentativas para no mínimo conseguir algo no jogo. Talvez a missão de Maria não fosse tão complexa de justamente chegar no final do mapa e coletar os itens (cartas e utensílios) no caminho sem encostar em nada, se não fosse pelos comandos atrapalhados que necessitam de uma certa destreza. Maria é uma bruxa, mas também é ''funcionária do correio'' e precisa entregar essas correspondências que vamos coletando no caminho. As mecânicas do jogo não fluem bem deixando a jogabilidade como a pior coisa já experimentada pela nossa equipe até o momento. Não é só ruim não, é muito ruim mesmo a experiência de controlá-la. Se temos uma jogabilidade praticamente um belo fiasco, em termos de visual, o jogo é apresentável. Temos cores vivinhas, uma bruxa que no mínimo é carismática, mas até então é só isso. Alias, a trilha sonora também é outro pontinho positivo. Maria The Witch tenta ser diferente, mas é essa diferença toda que acabou ferrando com o jogo. É sim um jogo feito para dispositivos móveis e lá deveria de ficar, visto que dificilmente jogos de console migram para mobile, justamente por que cada um deve estar no seu quadrado e não se meter. Infelizmente o jogo é bem frustrante em todos os quesitos, salvo pelos gráficos e a trilha sonora que salvam o jogo de um desastre ainda maior. Maria The Witch foi analisado pela equipe do Blah Cultural no console Nintendo Switch. O game foi gentilmente cedido pela Naps Team.
Nintendo Switch
Jan 30, 2018
Caveman Warriors8
Jan 30, 2018
Entusiastas do gênero plataforma certamente dirão que há muito o que se ver em Caveman Warriors. Não consigo enumerar a quantidade de vezes em que fui ao fliperama jogar Joe & Mac, ou os famosos Caveman NINJAS, justamente por ser cativante tanto o seu formato grotesco quanto os inimigos principais que sempre me cativaram. Agora o Nintendo Switch ganha uma versão mais jovial de Joe & Mac, chegando à eShop via JanduSoft. Aqui, a narrativa vai um bocado além do que vimos no clássico dos fliperamas. Enquanto lá haviam dois personagens, aqui temos à nossa disposição cerca de 4 personagens cujos nomes são: Jack, Liliana, Moe e Brienne. Cada um com sua particularidade em seus ataques e estilos de estratégia para sobrevivência. Exemplo disto é uma das personagens que atira lanças que podem servir como plataforma para subirmos em locais mais altos, enquanto isso temos uma mulher totalmente musculosa onde seus danos são muito mais intenso. De posse desses 4 personagens, temos uma narrativa que se desenvolve através do rapto de seus filhos por um extraterrestre, então nossa missão é resgatá-los. O jogo começa com a escolha da personagem, mas podemos trocá-los através do L e R a qualquer momento. Isso fará com que o jogo se torne um pouco mais dinâmico e consequentemente menos marasmático. Durante a jogatina, os cenários pelos quais passamos são interessantes e no mínimo bonitos. A trilha sonora também é bem diversificada e deixa o jogo mais do que interessante, afinal a trilha sonora também tem de ser um ponto positivo para a imersão durante a experiência. O título permite até 4 jogadores multiplayer em modo cooperativo offline e isso me fez recordar imediatamente do jogo Vendetta, título do início dos anos 90 da Konami. Caveman Warriors possui um balanceamento interessante e a dificuldade não é tão plena, mas engana-se ao pensar que será simples passar por alguns cenários. Os mesmos possuem mínimos puzzles a serem resolvidos, coisa bem simples e os chefes de fase são complexos e exigem o mínimo de destreza. Esses puzzles por exemplo são determinadas partes do mapa que exigem a habilidade de um certo personagem que sem ele jamais passaríamos de fase. Ativar a lança de Liliana por exemplo e como já citado permitirá que alcancemos locais mais altos, enquanto o macaco de Joe irá distrair os inimigos, inclusive os chefes de fase para conseguirmos o mínimo de sucesso. De qualquer modo, os inimigos à nossa frente não são grandes coisas. Facilmente morrem com um ataque ou outro enquanto os boss são um pé no saco, inclusive o primeiro. Certamente o que irá lhe frustrar são os controles. Não funcionam com exatidão principalmente quando a questão é a taxa de resposta. Parece que para executar uma ação qualquer leva quase que 0,5ms para que o jogo execute a função. Isso é frustrante simplesmente por termos morrido diversas vezes justamente por darmos de cara com um inimigo e não conseguir matá-lo de imediato como gostaríamos. O VEREDITO Caveman Warriors é um bom jogo e bastante simplista com uma temática arcaica. Não é o melhor jogo para Switch, mas certamente é uma linda homenagem para com Joe & Mac, que foi eternizado por ser simples e carismático à sua moda.
Nintendo Switch
Jan 30, 2018
The Gate of Firmament8
Jan 30, 2018
Xuan Yuan Sword: The Gate of Firmament é aquele jogo que nossa equipe aguardava desde seu lançamento no primeiro semestre do ano. Apesar de destoar um bocado daquilo que já vimos em diversos J-RPGs, Xuan-Yuan consegue ser um bocado diferente ao adentrar em uma narrativa totalmente chinesa ao invés de japonesa, tentando mostrando o que há de melhor na cultura de um dos gigantes no globo. O título aqui não é um MMORPG, e ergue uma narrativa completamente diferenciada e baseada em fatos reais. Apesar de não parecer, estamos diante do sexto título da série (e o sétimo já está em desenvolvimento) de uma franquia que existe há pelo menos 25 anos. Não chega a ser tão antiga quanto muitos jogos por aí, mas o suficiente para provar o quanto houve esmero em desenvolver o título, ainda que haja muita coisa errada. Lançado SOMENTE na Ásia, Xuan Yuan tem como foco o público chinês e suas dependências, visto que a Softstar é uma empresa taiwanesa. Com isso, o jogo tem apenas opções de Inglês e Chinês como idioma. Contornando essa situação, sobrou a opção de focar no tão esperado C-RPG e ver se o mesmo provou ser digno de nossa espera de quase sete meses. Indo para os gráficos, podemos dizer que estão longe, mas muito longe de serem os ideais para a atual geração. Mesmo que falemos que esse quesito raramente seria o foco, visto que há muita coisa boa por aí com gráficos aquém da última geração (Cuphead, Sundered, dentre outros), acredita-se que até mesmo um Playstation 2 conseguiria rodar o joguinho da Softstar sem maiores dificuldades. Certamente você jamais diria que temos um jogo de Playstation 4 se formos só analisar sprites, gráficos, cores e afins. Ainda que confessemos que os trailers tenham nos chamado muita a atenção pela parte visual do jogo, este detalhe é seu maior calcanhar de aquiles. Alguns detalhes são muito arcaicos. A forma como o personagem se move é horrível e limitada, além de passar uma imagem totalmente fora do singularismo. O mapa fica em cima de toda o jogo caso necessite ampliá-lo. Você pode se perder se tiver que dar zoom no minimapa. Há uma mescla entre o modo de movimento de Silkroad, Metin 2 e até mesmo Tíbia em diversos momentos, sendo algo travado e complexo até de explicar. Temos uma enorme variedade de ataques normais, mas muitos parecem ter vindo da era mesozoica de tão antigos e semi-funcionais. Cada personagem que se junta ao grupo tem seus movimentos e magias diferentes do usual, mas o modo de combate não requer muita habilidade, sendo uma coisa bem simples e direta. Temos calabouços entupidos de puzzles e isso talvez seja a melhor coisa no quesito jogabilidade. De qualquer modo, após algumas horas, o sistema de jogo fica bastante repetitivo e limitado, não mostrando nada de tão intenso assim quanto nossa equipe um dia chegou a pensar que seria. Conscientize-se de que não estamos falando de um jogo ruim, mas está longe de ser aquele game indutor da compra de um console. Entende, né? De qualquer forma, a inteligência artificial não funciona muito bem. Por diversos momentos ficávamos próximos dos inimigos e eles nada faziam. O game possui partes interessantes e uma narrativa rica com cutscenes que lembrarão os filmes de Kung-Fu de Jackie Chan e Jet Li, e longa-metragens de fantasia chinesa onde a vestimenta e a arte faz o filme ao menos não se auto-esmerilhar com cenas patéticas. Somos na verdade introduzidos a um rei que existiu na vida real chamado Wu Ding (e que no jogo se chama Sikong Yu/Feng Yu). Esse 'rei' é o vigésimo segundo da dinastia Shang durante a China Imperial. De acordo com relatos, ele viajou por muitos anos enquanto era príncipe, então conheceu o sofrimento de seu povo mais que outros reis um dia conheceram. Ele cultivou o respeito e aliança das tribos vizinhas ao casar-se com cada mulher desses vilarejos. Zi Qiao (que na maioria do jogo aparece ao lado de Yu como uma espécie de parceira para todas as horas), foi a que mais se sobressaiu no coração de Feng. Esse garotão teve praticamente 64 esposas, mas Fu Hao (Zi Qiao) é sua favorita e amada. A melhor parte do jogo, ao lado de sua narrativa, é a trilha sonora. Temos um emaranhado de instrumentos chineses na execução das faixas. O uso da Citara Gu Qin é perfeito. Em alguns momentos chega a ser tão magnífico que me sentia na China Imperial com diversas mulheres ao meu lado tocando esse tipo de instrumento, que é ancestral de Gu Zheng. Claro que não poderia ser por menos, afinal temos a competência de ninguém menos que o vencedor do Cavalo de Ouro, Rizet Tsen, famoso na China e Taiwan por suas belíssimas composições. Ele não estava sozinho nesse trabalho árduo de compor faixas tão exímias. Ao seu lado estava Shinray Woo, também muito conhecido por aquelas bandas por suas belas composições. Então havia uma dupla trabalhando em faixas muito bem feitas e com um apelo melódico muito grande.
Xbox One
Jan 30, 2018
Monster Hunter: World8
Jan 30, 2018
Apesar de alguns defeitos, Monster Hunter: World consegue ser uma boa aquisição para quem deseja sair do marasmo. Com um ótimo sistema de crafting, uma infinidade de missões a serem feitas sendo elas opcionais ou não e uma narrativa interessante, certamente ele irá atrair o público mais pelas suas qualidades que por seus defeitos. O que mais brilha no jogo são as cutscenes. São muito bem desenvolvidas, e qualquer interação vale ser assistida. É muito divertido ver os gatinhos sendo seu Master Chef preparando sua refeição. Essa refeição aumentará seus atributos por um limite de tempo. Neste caso dependendo da escolha no menu, poderá ter maior resistência contra algum tipo de poder ou aumentar seu life. As Cutscenes mostram tanto eles fazendo seu cardápio suculento quanto o ferreiro também mostra uma equipe empenhada em melhorar seus pertences. Isso faz com que o jogo seja mais imersivo e você se sinta realmente em algo mais realístico. Outra coisa interessante é a forma como alguns monstros ainda são desconhecidos para a equipe de pesquisa. Após terminar a missão, se faz necessário, até por bom censo, passar na equipe de pesquisa ecológica pra avisar sobre os novos monstros que estão habitando ecossistema. Ali, o 'biólogo', por assim dizer, poderá encontrar respostas para o mundo misterioso no qual se encontra, e que está passando por um certo holocausto. Exemplo disto é que a equipe de biólogos sequer tinha conhecimento de um monstro, aparentemente um boss, chamado Pukei-Pukei. Deu um trabalho da porra matar esse bicho, mesmo com a ajuda de meu amigo Rafael. Enquanto ele estava de posse de um espadão enorme, eu ficava com uma arma de disparo de longa distância, assim, preferi manter a integridade de nossa 'heroína'.
PlayStation 4
Jan 30, 2018
Teslagrad10
Jan 30, 2018
[SPOILER ALERT: This review contains spoilers.]
Nintendo Switch