SummaryLAPD detective Mark Meachum (Jensen Ackles) and DEA agent Amber Oliveras (Jessica Camacho) are recruited to a join a secret task force led by Special Agent in Charge Nathan Blythe (Eric Dane) to investigate the murder of a Department of Homeland Security officer in the drama series created by Derek Haas.
Created By:Derek Haas
❮ Countdown (2025)
Season 1
Season Premiere:
Jun 24, 2025
Metascore
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44
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Metascore
Mixed or Average
20% Positive
2 Reviews
2 Reviews
30% Mixed
3 Reviews
3 Reviews
50% Negative
5 Reviews
5 Reviews
Aug 29, 2025
80
Regardless of some of my problems with the show's narrative, Countdown does largely succeed thanks to its stylish and effective action. Whether it's a fast-paced foot pursuit through crowded LA markets, tense shootouts or car chases having a mix of hand-to-hand combat and vehicular action, Haas and his creative team deliver plenty of exciting setpieces that keep things moving.
Jun 23, 2025
58
It doesn’t always hit on all cylinders, but it delivers the fireworks we’re looking for from a show like this. It’s like a battering ram slamming through a screen door: not very subtle, but undeniably effective.
Jun 23, 2025
50
The Prime Video formula has zapped the concept of everything that made those shows [CSI, NCIS] work. What’s left is an overly mechanical, largely lifeless run-through of a law enforcement team-up, without enough texture to make it all that unique or memorable.
Jun 23, 2025
38
Countdown starts to run out of steam around the seventh of its 10 episodes. That leads to a couple of hours of wheel-spinning followed by a finale so bafflingly anti-climactic that you’d need a team of whip-smart detectives to figure out how things went so badly wrong.
Jun 23, 2025
35
Clunky, simplistic, unbelievable, and inert, it’s a show that manages the impressive feat of being generic in absolutely every respect.
Jun 25, 2025
30
While I’m sure a twist could have spackled over the abrupt unraveling, I’m doubtful it would have made Countdown good. Where things concluded after the tenth episode was not a place I’m interested in going.
Sep 4, 2025
20
The show is very bad, to be clear. It’s bad at being suspenseful, it’s bad at providing emotional investment and it’s bad at being memorable. It feels cynical and uninterested in itself. It provides the bare minimum of every element, digs no further, then loudly insists it’s providing a service.
User score
Mixed or Average
40% Positive
2 Ratings
2 Ratings
20% Mixed
1 Rating
1 Rating
40% Negative
2 Ratings
2 Ratings
Sep 3, 2025
6
Para comandar a série, a Amazon convocou Derek Haas, roteirista experiente no gênero policial e responsável por sucessos como Chicago P.D., Chicago Fire e FBI: International. A direção foi dividida entre oito profissionais diferentes, com destaque para Jonathan Brown, que assina quatro episódios e já tem experiência consolidada em produções do gênero. Esse modelo de múltiplas direções contribui para dar ritmo à narrativa, mas também gera certa irregularidade, já que nem todos os episódios conseguem manter o mesmo nível de envolvimento.A proposta de Contagem Regressiva é clara: mais do que a investigação em si, o foco está na dinâmica entre os personagens. Policiais de diferentes departamentos se unem para resolver o assassinato de um oficial do Departamento de Segurança Interna, que rapidamente se revela parte de uma conspiração maior. É nesse grupo de personagens que a série encontra sua maior força. Ackles lidera um elenco carismático, capaz de sustentar a atenção mesmo quando a trama central se mostra repetitiva. O espectador acaba se conectando mais com as relações e interações internas do que com o mistério em torno do vilão.Esse, aliás, é um dos principais problemas da série: a construção de seu antagonista. O roteiro se limita a flashbacks que tentam justificar suas motivações, mas falham em criar um inimigo realmente imponente ou memorável. A ausência de desenvolvimento torna a narrativa desequilibrada, já que o envolvimento do público depende quase exclusivamente da química entre os policiais. Enquanto o grupo brilha, o vilão é esquecido.Outro ponto que prejudica a experiência é o excesso de repetições. A fórmula “pista, perseguição, interrogatório” se repete em demasia, criando uma falsa sensação de dinamismo. Em teoria, esse ritmo poderia deixar a série frenética, mas na prática acaba saturando, já que a história parece girar em círculos sem grande progressão. O público percebe que, apesar de algumas boas cenas de ação, a narrativa frequentemente empaca, entregando mais do mesmo. A sensação de urgência, essencial em uma trama desse tipo, se dilui no vai e vem interminável.Ainda assim, quando a série se permite desacelerar para explorar a vida pessoal dos personagens ou os conflitos internos da equipe, consegue respirar. Esses momentos de pausa são fundamentais para quebrar a repetição e criar identificação com o público. É justamente nessa dimensão humana que Contagem Regressiva encontra seu diferencial. Se a trama investigativa não convence plenamente, o retrato da rotina dos policiais e de suas relações acaba funcionando como o verdadeiro motor da série.A contradição mais evidente surge na reta final da temporada. Até o episódio 10, acompanhamos o caso central que mobiliza a equipe. A investigação chega ao clímax, o antagonista é confrontado e a história parece se encaminhar para uma conclusão. Só que, em vez de encerrar a temporada nesse ponto, a série dá um salto temporal de quase um ano e introduz um novo arco narrativo. São três episódios adicionais que parecem desconectados do que veio antes, quase como se pertencessem a uma segunda temporada. Essa decisão quebra o impacto da resolução anterior, muda a dinâmica do grupo e insere novos elementos sem a devida preparação.O resultado é um desfecho estranho, deslocado, que mais parece uma jogada estratégica para manter o público preso a um cliffhanger do que uma conclusão orgânica. A própria caracterização dos atores entrega essa quebra: fica evidente que os episódios foram gravados em um período diferente, o que reforça a sensação de improviso narrativo. Em vez de encerrar a temporada com força, Contagem Regressiva aposta em um gancho genérico, que dilui a força da primeira parte e deixa o espectador com a impressão de que assistiu a duas séries em uma **** fim das contas, Contagem Regressiva é uma produção irregular. Tem no elenco seu grande trunfo, especialmente na liderança de Jensen Ackles, que sustenta a atenção mesmo em meio a falhas narrativas. As cenas de ação, ainda que repetitivas, são bem executadas e garantem algum entretenimento. O problema é que o roteiro não consegue equilibrar investigação, desenvolvimento do vilão e senso de urgência. A trama gira em falso, demora a engrenar e, quando finalmente encontra um caminho, interrompe tudo para abrir espaço a um novo arco mal integrado.Vale assistir pela química entre Ackles e o restante do elenco, que consegue tornar a rotina policial envolvente em vários momentos. Mas é preciso paciência para lidar com a falta de foco, as repetições e um final que mais confunde do que empolga. Contagem Regressiva queria ser uma grande série policial de ação, mas termina a temporada parecendo indecisa sobre o que quer entregar: o caso investigativo, a dinâmica de grupo ou o suspense para uma segunda temporada. E, nesse meio-termo, perde parte da força que poderia ter.




























