Um Metrodivania extremamente bonito e cativante, com um level design sensacional, ambientação visual desnorteante e uma história que, mesmo que pouco desenvolvida, ainda te cativa.
Um jogo muito bom mas que carece de um pouco de polimento! Indika é um jogo introspectivo que vai te levar ao fundo dos pensamentos de seus personagens, e do imaginário cristão que domina esse mundo e as pessoas que vivem nele. Através de uma gameplay lenta e contemplativa, o jogo te direciona através de ambientes que mais parecem portais ao subconsciente, causando sensações e reflexões que coincidem com as da própria Indika, te colocando na pele dessa pessoa que dúvida do mundo em que vive e, mais ainda, de suas próprias escolhas. O jogo levanta um debate sobre livre-arbítrio, culpa cristã e o papel de Deus que é a engrenagem principal da história do jogo, e sua conclusão é apenas uma contribuição no oceano de resposta que esse tema possui. De maneira geral, a experiência é bastante positiva, porém nas 4 horas de gameplay já é possível notar indícios de problemas técnicos, alguns modelos, mecânicas de puzzles e problemas de desempenho que deveriam ser melhor trabalhados, mas que podem ser ignorados devido ao pontos positivos. Esse jogo é uma experiência única, filosoficamente e esteticamente construtiva e que é muito bem-vinda visto a padronização da indústria de games atual.
Um jogo sobre persistência, sobre cair e saber se levantar e da importância se reinventar ao longo do processo! Mas acima de tudo, uma experiência sensorial e cognitiva, em um mundo que permeia o psicodelismo, que vai estar constantemente te apresentado formas e visuais desafiadores, mais recompensantes.
Um jogo extremamente lindo e bem ambientado, que teve seu devido tempo de desenvolvimento respeitado, conseguindo ser um jogo tecnicamente refinado e com sobressalto de criatividade em termos de mecânica e direção artística mas que de maneira geral não consegue se separar das formulas pré-concebidas em outros jogos da franquia, o que pode tornar ele num jogo maçante, principalmente devido a sua longa duração Os grandes destaques ficam para a ambientação, não só visual como cultural, que consegue reproduzir e traduzir a cultura japonesa medieval para olhos exteriores. Percebe-se também um esforço no desenvolvimento das mecânicas de combate e stealth, que dão um gigantesco passo em relação aos jogos anteriores. Em termos narrativos, o jogo é um platô de diálogos rasos, histórias sem nenhuma profundidade e personagens esquecíveis, com exceção para pouca cenas e personagens cativantes. Parte da culpa se deve a extensão exagerada de um mundo aberto que tenta ser preenchido com personagens e quests genéricas, mesmo que impressionante visualmente, impressiona mais pela sua repetição de situações, atividades e ambientações De maneira geral, mesmo que perceptível o esforço e o carinho dos desenvolvedores, é mais um Assassins Creed que era nos mesmo lugares que os anteriores, e não consegue fugir das formulas da Ubisoft. Se você gosta dos anteriores, provavelmente vai gostar desse, se você não gosta dos anteriores, vai odiar um pouquinho menos esse.
Uma tentativa de TLOU que entrega mais em variação de gameplay que seu antecessor, mais que fracassa em construir sobre os pontos fortes do primogênito, em geral um final aguado para uma serie que tinha potencial.
Um jogo que deveria ser simples e intuitivo, mas que se perde na sua tentativa de se complexificar com mecânicas e controles frustrantes, sem adicionar muito em relação ao seu antecessor
Um jogo simples, mas extremamente profundo e envolvente, aborda os horrores da guerra como poucos, com uma trilha fantástica e uma historia emocionante
Um jogo muito bonito visualmente, que oferece bastante em termos de dialogo e construção de relação entre os personagens. A gameplay de walking simulation é bastante contemplativa e se mescla bem com o cenário, mas pode se tornar maçante nos momentos finais do jogo. A narrativa é bem cativante e prende bastante durante a história, mas o plot final não é satisfatório, já que não entrega um ápice emocional que o resto da narrativa merece.
Uma boa ideia que poderia ser melhor executada, bom diálogos e narrativa em geral mas nada espetacular, uma gameplay que faz sentido com o proposto mas que podia oferecer mais em termos dê desafio e criatividade.