Resident Evil Requiem é exatamente o que eu queria: o equilíbrio perfeito entre ação e survival horror. Tem tensão de verdade, exploração gostosa e combate com muito gore, sem virar só “tiroteio” e sem ficar travado demais. A ambientação é absurda, o ritmo não dá sono e cada área te deixa no limite. Capcom acertou em cheio: é Resident Evil puro, moderno e viciante. 10/10.
Helldivers 2 é divertido em coop, com boas ideias e momentos caóticos engraçados, mas se torna rapidamente repetitivo e é praticamente impossível de aproveitar sozinho. A experiência solo é frustrante e pouco divertida, deixando claro que o jogo foi feito para jogar em grupo.
Death Stranding 2 é uma obra-prima do mundo aberto, unindo narrativa única com ambientação imersiva e jogabilidade envolvente. A direção artística e o nível de detalhes impressionam, entregando talvez o melhor gráfico já visto no PlayStation 5. Um jogo marcante, que eleva o padrão da geração.
Metal Gear Solid Delta é um remake fiel ao original, com gráficos lindos e jogabilidade preservada. O problema é que não ousa em inovar nem acrescentar novidades relevantes, ficando preso ao passado. Vale pela nostalgia e qualidade técnica, mas cobrar R$400 por algo que é essencialmente o mesmo jogo de antes soa exagerado e difícil de justificar.
Silksong é uma obra-prima nota 10, um jogo completo e grandioso, não apenas uma expansão. O combate é ágil, a arte é linda e a dificuldade recompensadora. Por apenas R$60 no Brasil, entrega um valor incrível frente a tantos jogos caros, sendo um dos melhores custo-benefício da atualidade.
Uma obra-prima emocional e visual que redefine o RPG contemporâneo Clair Obscur: Expedition 33 é mais do que apenas um jogo é uma experiência artística e emocional que me fez lembrar por que me apaixonei por videogames. É raro encontrar uma obra que una profundidade narrativa, combate estratégico e uma direção de arte surreal de forma tão coesa.