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potatoman222

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User Overview in Movies
8.3 Avg. User score
User Score Distribution
positive
10 (83%)
mixed
2 (17%)
negative
0 (0%)
Lowest User Score

Movies Scores

Aug 10, 2017
Dunkirk
9
User Score
potatoman222
Aug 10, 2017
Christopher Nolan volta em o que pode ser considerado o mais diferente de seus filmes. Aqui a guerra é exibida de forma nova - e louvável. Dentre os êxitos o maior dele vai para a estética que é um verdadeiro deleite ao espectador. A trilha sonora de Hans Zimmer nos imerge na experiência fantástica e nos transporta para a praia de Dunkirk. O filme não trabalha muito bem seus personagens. A situação em que eles se encontram é o verdadeiro protagonista do filme de forma em que todos os personagens podem ser compactados em um só, mas isso não é algo que me incomodou.
Jul 21, 2017
Me and Earl and the Dying Girl
9
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Dentre todas as coisas do longa, o roteiro se destaca. O humor sarcástico do filme nos ajuda a contar uma história amarga que tem como objetivo nos lembrar o tempo inteiro que o longa não é só mais um clichê de adolescentes com câncer. A direção do filme é louvável , e usa aspectos dos curtas criados por Greg para ajudar a contar a história, com metalinguagens e cheio de referencias, Me and Earl and the Dying Girl é uma experiencia nova, utilizando coisas que já conhecemos de uma forma totalmente original e brincando com todo e qualquer tipo de esteriótipo de forma despretensiosa.
Jul 21, 2017
Doctor Strange
5
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Doctor Strange chamou a atenção de todos com sua promessa de uma experiência nunca antes vivida em um filme da Marvel e em partes, ele paga essa promessa. Entretanto, o filme não se larga da 'formula Marlvel' e toda a novidade que o filme oferece é ofuscada pelo roteiro arroz-com-feijão que é tão auto-explicativo que chega a ser redundante.
Jul 21, 2017
Café Society
6
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Café Society é um bom filme, tecnicamente impecável com atuações decentes e uma direção precisa, porém, perde o ritmo e peca ao interromper bruscamente o desenvolvimento do longa para dar lugar a uma espécie de filme quase diferente com outra locação e personagens.
Jul 21, 2017
Don't Breathe
7
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Don't Breathe, apesar dos pesares, é um dos melhores longas do gênero suspense lançados nos últimos anos. Sua direção precisa e roteiro competente criam a tenção perfeita que o telespectador estava esperando ver.
Jul 21, 2017
Fantastic Beasts and Where to Find Them
8
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Animais Fantástico trás de volta o sentimento de amizade verdadeira que Harry Potter nos deixou no passado. O filme nos proporciona a familiaridade de um universo rico de detalhes e com muita magia para oferecer. Rowling mais uma vez faz um ótimo papel ao escrever uma história inspiradora, que diverte, emociona e te faz querer mais um pouco no fim das contas.
Jul 21, 2017
Rogue One: A Star Wars Story
8
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Um ano após o aclamadíssimos Star Wars - O Despertar da Força, chega aos cinemas o primeiro - de muitos - sping off da saga. Que serviu para re-afirmar o que já sabíamos: A Disney não está para brincadeira. No longa acompanhamos a história de Jyn Erso (Felicity Jones) a filha de Galen Erso (Mads Mikkelsen), um dos maiores responsáveis pela criação da maior arma de destruição em massa do império galáctico, a Estrela Da Morte. Após anos, a aliança rebelde toma conhecimento dessa arma e precisa urgentemente fazer algo em relação a isso. Então, Jyn é solicitada para partir em uma missão que envolve seu pai, e a última esperança da galáxia. Aqui vemos claramente o trabalho de um fã feito para fãs. Diversos Fan Services estão escondidos, alguns muito bem ou nem tanto. Mas isso não significa que o longa funciona apenas para um público alvo. Qualquer pessoa não familiarizada com a saga pode ir sem receios para o cinema, pois o espetáculo visual é garantido. Gareth Edward dirige o longa com mestria, o diretor que possui poucos filmes em seu currículo, se saiu muito bem aqui. Há cenas impressionantes e de tirar o folego em decorrência de sua direção sempre corrida e doses certeiras de ação. O filme também acerta ao combinar efeitos visuais com efeitos práticos., os efeitos práticos aqui não são tão recorrentes como em O Despertar Da Força, mas ainda sim se fazem presentes e ajudam a dar vida ao universo palpável de Star Wars. Outro grande mérito do filmes são suas cenas externas e seu visual impecável, o trabalho de arte visto aqui é um dos melhores do ano. Com cenas visualmente impressionantes somos abençoados com a visão de um eclipse da estrela da morte. Sem contar o show de efeitos visuais, que como sempre em Star Wars, foram perfeitos. No que diz respeito a atuação, o filme segue com exito. Felicity Jones dá continuidade a série de personagens femininas fortes da franquia Star Wars com Jyn Erso, uma rebelde criada por Saw Gerrera vivido por Forest Whitaker. Também temos Diego Luna na pelo de Cassian, um guerreiro da aliança rebelde que embarca na missão com Jyn em busca dos planos da Estrela Da Morte. Entre os destaques temos Dinnie Yen e o próprio Mads Mikkelsen. Entretanto, por mais que bem representados, os personagens de Rogue One não são cativantes como os que estamos acostumados na franquia. Jyn é péssima ao exercer o papel da líder que precisa passar confiança aos seus companheiros. Basicamente não há química como vimos entre Finn e Rey no longa. O que chama atenção aqui é a história e todo o contexto em que os personagens estão envolvidos, de certa forma isso é até bom, pois nos mostra que toda a situação e a luta contra o império está muito acima destes personagens. Um espetáculo nos é exibido no final e melhor ato do filme. Cenas eletrizantes com Stromtroopers e AT-AT Walkers em um planeta tropical são uma das cenas que ficaram para sempre na mente dos fãs da saga de George Lucas, sem comentar a conexão no final entre o filme e o Episódio IV - Uma nova Esperança, que é realizada com tanto êxito que me dá arrepios só de lembrar. Entre erros e acertos, Rogue One mostra que a franquia Star Wars está viva e apenas começando, com o longa apostas são abertas para futuros filmes, e nós, fãs. Aguardamos ansiosamente para isso.
Jul 21, 2017
Captain Fantastic
9
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
De todos, o melhor aspecto sobre o cinema é a possibilidade de temas que nele podem ser abordados. O ato de contar uma história é mágico por si só, porém, quando a história que nos é contada vem em um belo filme, tudo se torna ainda melhor. Quando se trata de contar uma história, Matt Ross (que dirige e escreve o longa) sabe o que está fazendo. Capitão Fantástico nos trás a história de uma família que resolve fugir do que é considerado comum para a maior parte das pessoas. Ben cria seus seis filhos na floresta, longe de qualquer sinal da civilização. Ele e sua mulher os educam da forma que acham apropriadas, assim Bo, Vespyr, Kierly , Zaja, Rellian e Nai crescem já cientes das crueldades do mundo e são treinados desde criança pelo pai para o qualquer tipo de situação possível. Entretanto, a história começa mesmo quando a mãe das crianças comete suicídio, e assim damos inicio a uma jornada primordialmente sobre a importância da família, percas e os principios da civilização em nossas vidas. Crianças lendo sobre Marxismo e manifesto comunista são uma das coisas que vemos com frequência aqui. O filme, no inicio, nos dá uma sensação de uma propaganda socialista que é totalmente desconstruída ao decorrer do filme. Vemos um tipo de sociedade estabelecia nesta pequena família que funciona perfeitamente dentro de seus próprios padrões. O roteiro trata com profundidade a relação de irmão para com irmão e de pai para com filhos. Ben é visto não somente como pai mas como capitão, do qual as crianças sentem enorme respeito. Viggo Mortensen está em uma de suas melhores performances aqui. Sua atuação precisa nos dá toda a dimensão que o roteiro precisa passar para que o personagem funcione. O posto de líder é perfeitamente executado por Viggo na pele de Ben. É difícil imaginar outro ator para esse papel. Entre os filhos quem se destaca é George McKay como Bo. McKay soube dar profundidade ao personagem que oscila entre parecer confiante e inteligente e completamente vulnerável e inocente. Os dois personagens tem um dos melhores diálogos do filme, onde Bo finalmente diz o que está preso em sua garganta a muito tempo para seu pai. A direção suave de Matt Ross acompanha o roteiro. Durante o filme temos várias cenas abertas nos enfatizando a natureza e nos oferecendo com profundidade o ambiente em que aqueles personagens vivem. Ross nunca é ambicioso, sua câmera se move suavemente, sua direção é sensível e faz um contraste perfeito com o roteiro que nos oferece a mesma sensibilidade. O filme nos proporciona um encontro perfeito entre dois mundos quando os personagens se deslocam de seu porto seguro para se aventurar no mundo considerado normal. Ben e seus filhos parecem igualmente deslocados vivendo cercados por tudo aquilo que eles desprezam. O filme também possui uma dose de humor negro que constantemente entra em contraste com a carga emocional que esses personagens carregam. Poucos filmes nos últimos anos trabalharam tão bem a relação entre seres humanos como Captain Fantastic. Os ensinamentos filosóficos de Ben para seus filhos nos inspira e o longa cumpre muito bem seu papel ao mostrar todos os lados de uma mesma situação e aprofundar seus próprios questionamentos filosóficos.
Jul 21, 2017
Everybody Wants Some!!
8
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
Sexo, drogas e... Discoteca? Richard Linklater sempre foi o tipo de diretor que não se prende a uma trama, quem acompanha seus trabalhos a mais tempo sabe do que estou falando. É notável o seu prazer por explorar situações e ambientar seus personagens, vimos isso na trilogia "Before" e até mesmo em seu último longa, "Boyhood." E aqui não é diferente. Jake é um calouro na faculdade e é recebido por seus colegas de fraternidade em uma casa apenas para jogadores de beisebol. Em seus primeiros dias nesse novo mundo, Jake e seus amigos frequentam os mais diversos tipos de festas e fazem coisas imagináveis Falar sobre adolescentes em fraternidades é um assunto datado, o mesmo já fora diversas vezes abordado antes, entretanto, um dos maiores acertos do filmes é saber lidar com esse assunto de uma forma nova, existe os clichês de sempre e os personagens caricatos, porém, Linklater soube retratar o tema de uma forma até sarcástica ironizando todos os trabalhos do gênero que antecedem o filme. Não há uma trama aqui. O longa é quase como um grande experimento comportamental com jovens adultos e como é essa transição da adolescência e imaturidade para o começo da vida, propriamente dita. O filme é sobre experiências novas e acima de tudo sobre como curtir festas e se embriagar. Colocando assim, o filme parece bobo e vazio, mas acredite, ele é mais que isso. Por mais que sua premissa seja simples, Linklater mostrou mais uma vez que sabe escrever. Os diálogos, hora hilários, hora bobos, dão um toque especial para o filme e sem dúvidas, o maior êxito são os personagens, todos muito bem escritos e interpretados. Cada um deles tem o momento para brilhar. Tyler Hoechlin interpreta McReynolds, um veterano com espirito de liderança que mostra durante o longa que não sabe perder. Suas aparições são poucas se comparadas a alguns outros personagens, porém toda vez que entra em cena, o mesmo rouba a atenção. Glenn Powell como Finn está perfeito, o ator deu vida com mestria ao personagem mulherengo e piadista que funciona muito bem como um escape cômico, mesmo que o filme por si só já seja um. Com poucas meninas relevantes no elenco, Zoey Deuch interpreta Beverly, uma personagem que no inicio parece apenas ser um par romântico para o protagonista, mas com o desenrolar da trama se mostra muito mais interessante que isso, até mesmo mais interessante que ele, diga-se de passagem. O filme se passa em 1980, uma década em tanto para se retratar no cinema. Ainda com fortes influências nos anos 70, o filme nos da uma real sensação de que estamos mesmo naquele ano. A retratação e ambientação são quase tão boas quanto o figurino, que nesse longa é excelente! As referências musicais, aparelhos domésticos e até mesmo a forma despretensiosa como os jovens se comportam contribui para um aprofundamento maior da retratação de época vista aqui. A direção de Linklater também é notável. O diretor prova sua experiencia com seus ângulos e movimentos de câmera que adicionam ao filme e ajudam a contar a história que o roteiro nos quer passar. Por mais que diferente de seus últimos filmes, o diretor soube bem captar a energia eletrizante desses jovens com dosagem certeira de humor.
Jul 21, 2017
The Witch
10
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
O terror pode ser executado de diversas formas e em diversos contextos. No cinema mesmo, passamos inúmeras fases no terror. Atualmente, sofremos um grande desfalque no gênero, pois a maior parte dos filmes lançados utilizam de recursos datados e as vezes exageram da famigerada Fooundfurage. Entretanto, em meio a tantos filmes mediocres, The Witch é um alívio não somente para quem gosta de terror mas também para quem aprecia de cinema de qualidade. Na nova inglaterra no século 17, uma família é expulsa de um vilarejo pelo crime de furto e então, resolvem viver isolados da civilização em uma pequena casa na floresta. Então, coisas estranhas começam a acontecer e abala completamente a estrutura familiar. A Bruxa trás consigo uma forte crítica ao fanatismo religioso. A personagem Katherine vivida por Kate **** é a mãe nesta família e seu fanatismo chega há um nível doentil em decorrência aos acontecimentos do longa. Anya Taylor-Joy, entretanto, é o destaque do filme. A atriz interpreta Thomasin, a mais velha dos cinco filhos e da um show de atuação entregando toda a delicadeza e ao mesmo tempo a força da personagem. As crianças aqui também são muito boas. Harvey Scrimshaw, que interpreta Caleb, tem um monólogo espetacular no filme, onde o jovem ator demonstra todo seu talento. Diferente de outros filmes atuais do gênero, A Bruxa não utiliza de recursos como Jump Scare. No filme existem diversas cenas onde o telespectador espera pelo susto, porém ele nunca chega e isso aumenta a tenção que o filme cria. Ao invés de te assustar, o longa prefere transmitir a atmosfera do medo para quem o assiste. O filme cria toda uma tenção que prende o telespectador e o envolve na história. A bruxa em si, quase não é vista no filme e isso a torna uma ameaça ainda maior, pois nunca temos a dimensão de seus poderes. As poucas cenas onde ela se faz presentes tem um impacto maior, pois o diretor soube guardar sua aparição para usá-la no momento certo. A direção de Robert Eggers é esplêndida, o diretor sabe o que está fazendo aqui. Várias tomadas externas são feitas aproveitando a localidade do filme e ao mesmo tempo ambientando ele. Algumas cenas são estáticas seguidas apenas de diálogo, porém, percebemos que até mesmo as coisas mais simples do filme estão nos planos de Eggers que no fim das conta dos dá uma performance incrível com sua direção. A trilha sonora é outro ponto positivo do filme. Ela acompanha precisamente a direção e contribui para o ritmo do filme e ainda ajuda a montar a tenção desejada pelo diretor. A Bruxa pode ser considerado uma obra-prima do gênero. Com uma direção esplendida, roteiro perfeitamente amarrado e um ritmo frenético, o filme se consagra e consegue nos transmitir a verdadeira atmosfera do medo.
Jul 21, 2017
La La Land
10
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
As vezes assistimos a filmes antigos que nos trazem brilho no olhar e ao mesmo tempo nos perguntamos: "Por que não fazem mais filmes assim?" La La Land é sobre isso. Um sentimento saudosista que mescla o melhor da era de ouro de Hollywood, mas sem pesar demais na nostalgia, tornando-o assim, uma espécie de retro-futurista. Mia e Sebastian são dois sonhadores vivendo em Los Angeles. De um lado Mia (Emma Stone) sonha em ser uma atriz famosa, porém em meio a tantos testes, ainda não encontrou seu papel. Já Sebastian (Ryan Gosling) é um jovem apaixonado por Jazz que sonha em ter seu próprio clube, porém sofre com a falta de popularidade do gênero musical. Quando o destino dos dois se cruzam, temos o nosso filme. La La Land é, a cima de tudo, sobre sonhos. A força de vontade e a paixão que os personagens tem seja pelo Jazz ou pela atuação, inspira o telespectador. Damien Chazelle triunfa ao mesclar elementos do cinema clássico com regalias modernas. A inspiração é clara no longa, mas em nenhum momento o filme se torna nostálgico demais, ele anda com as próprias pernas e cria sua identidade própria. Stone e Gosling já provaram sua perfeita sintonia em filmes como 'Crazy Stupid Love' e 'Gangster Squad' e agora, em sua terceira colaboração, os dois brilham juntos. Emma atua com sutilidade, seus gestos, sua voz, a dança...Tudo contribui para a construção de uma personagem que é ao mesmo tempo doce e atrevida. Stone é o coração de La La Land, ainda mais quando está junta com Gosling, que por sua vez, também não fica para trás. Ryan da vida com mestria para Sebastian, um personagem apaixonado e ao mesmo tempo apaixonante. Em todas as suas cenas juntos, Emma e Ryan conquistam um pouco mais o coração da audiência, suas vozes juntos criam um contraste agridoce que é tão agradável aos ouvidos quanto suas danças tímidas são agradáveis aos olhos. Mesmo não sendo profissionais em dança e canto como Gene Kelly e Debbie Reynolds por exemplo, é visível o esforço dos dois e seus passos acanhados e vozes suaves são mais que suficiente para relevar este pequeno detalhe. Tecnicamente falando, La La Land é irretocável. Chazelle brinca com as cores no longa, sempre podemos observar a presença de uma luz neon refletindo no rosto de um dos protagonistas. O figurino é sempre com cores primas, cores estas que estão sempre presentes na palheta do filme, o figurino é um dos grandes méritos do filme, pois é moderno e ao mesmo tempo retro, assim como diversas coisas no longa. A fotografia também se destaca. As cores vivas do céu contribuem para cenas espetaculares. O compromisso de fazer um trabalho bem executado gera resultados aqui. A explosão de cores, seja no céu ou no figurino gera reação imediata da audiência e ainda é um deleite para os olhos de quem assiste. Como dito a cima, a direção de Damian Chazelle atinge seu ápice aqui. Sua direção é extremamente competente. Logo na cena inicial do longa, vemos uma cena de musical em um engarrafamento onde todos os jovens saem de seus devidos carros e começam a dançar. Toda a cena é filmada em plano sequência com takes abertos e aí temos uma noção da excelência do diretor. La La Land é uma doce carta de amor para a era de ouro de Hollywood. Suas músicas doces e animadas ficam grudadas em sua cabeça e a beleza vista aqui vai muito além dos aspectos técnicos. Simplesmente um filme para ser eternizado.
Jul 21, 2017
Star Wars: Episode VII - The Force Awakens
10
User Score
potatoman222
Jul 21, 2017
O Despertar da Força parece familiar aos acostumados com a saga Star Wars. A estrutura narrativa desse é feita aos moldes de "A New Hope" de 77, coisa necessária para trazer confiança aos fãs desapontados com a fatídica trilogia Prequel. Aqui temos um filme apaixonante, cativante, decisivo e divertido. J.J Ambrams sabe com o que está lidando. A direção e os aspectos técnicos do filme são impecáveis, Os movimentos de câmera, a fotografia a trilha majestosa de John Williams... Star Wars 7 nos apresenta o melhor dos personagens (novos e velhos) com uma história familiar e muito mistério ainda a ser desvendado. E nós com certeza esteremos lá para testemunhar.
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