Eu de uns tempos pra cá me recordo desse jogo com uma enorme satisfação. A história, o ambiente e gráficos são dignos da geração PSOne no que o console pode rodar. Muitas estratégias e opções de combate que hoje nos jogos dificilmente vemos. Precisa de um Reboot, foi um ótimo jogo. Claro que não tem multiplayer pela época que foi lançado, e pra lembrar, os jornalistas cagam bosta em reviews e aposto que mal passou do primeiro boss.
Esse jogo me remete aos jogos antigos 3d como Mario. As jogatinas são simples, e para o playstation faz parte do catálogo de exclusivos da Sony. Faz parte da categoria e sei que com um pouco de trabalho se torne uma franquia.
O pior jogo! O primeiro jogo foi sobre o relacionamento entre dois personagens: Joel e Ellie. Esta parte introduziu muitos personagens desnecessários que apenas complicaram a história e se afastam da evolução de Joel e Ellie. Todo o jogo foi sobre o ciclo de vingança. Abby mata Joel, e Ellie partiu em uma jornada para matar Abby. Enquanto ela mata centenas de pessoas apenas para chegar a Abby, ela tem a epifania de que matar não vai mudar nada. Mas espere um pouco, e as centenas de pessoas que Ellie matou apenas para chegar a Abby? Eles são apenas sem "importância"!. Eu simplesmente não entendo qual é o objetivo do parte II. O primeiro jogo terminou e deixou os jogadores decidirem se Joel fez a coisa certa ou não. No entanto, a segunda parte assume que a decisão de Joel está errada, e é apenas uma grande MERDA pra todas as pessoas que pensaram que Joel fez o certo pela Ellie. E quem é Abby de novo? É a filha irrealisticamente muscular de um NPC personagem inútil da primeira parte. Tudo parecia FORÇADO nessa parte apenas para DEMONIZAR alguns personagens e tentar empurrar as idéias de Druckmann sobre "o que é certo e errado". Como um telespectador da primeira parte, The Last of Us terminou no ponto em que Ellie disse "ok". Esta parte é apenas um spin-off e nem chega perto da primeira parte em termos de história. O jogo é belo em nível de design, som e fidelidade gráfica, o que era esperado depois de todos que esses anos. Mas Druckmann precisa deixar o ND se a Sony quiser que esse estúdio continue. Caso contrário, FALÊNCIA!