História da campanha genérica e fora de contexto. Cards feitos por IA. Zombies com mecânicas recicladas do Warzone. Personagens genéricos e sem personalidade.
Mera DLC do MW2, campanha que parece um episódio de Backyardigans e multiplayer com skins caóticas. (Você vê o Neymar confrontando com a Nicki Minaj enquanto um bicho de pelúcia gigante dá cobertura pra ela. Não, não estou exagerando.)
Originalmente, Black Ops é uma franquia que não deixa a desejar quando se trata de imersão e realismo, mas nesse jogo, é diferente. Personagens e roteiros focados em exaltar "girlboss", isso se vê no zombies, multiplayer e campanha. Outro problema são as skins, durante a partida você vai ver as tartarugas ninjas atirando no beavis and butt head enquanto você usa o exterminador do futuro (isso é sério), jogo sem conceito e realismo nenhum. No zombies, a jogabilidade é copiada do warzone e os mapas são genéricos e chatos; o quarteto, personagens sem desenvolvimento, diálogos vergonhosos onde, mais uma vez, tem a participação de uma gilrboss, que só server para soltar bordões feministas no meio da sua partida. Em geral, o jogo é marcante pelo caos de conceitos misturados nas partidas, bordões feministas e girlboss na linha de frente. Ótimo jogo pros fãs de fortnite e da Frida Khalo.
Mapas criativos e marcantes, tanto no multiplayer quanto no zombies. Menus bem organizados e com conceitos criativos que te prendem à tela. Jogabilidade balanceada e divertida, personagens com personalidades marcantes e um roteiro de se tirar o chapéu. Tudo no jogo é original e imersivo, simplesmente um jogo forjado pelos Deuses.